<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834</id><updated>2012-02-13T09:06:56.298-08:00</updated><title type='text'>Aqui Agora - DIREITO</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>378</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-5149716967840332148</id><published>2012-02-13T00:16:00.000-08:00</published><updated>2012-02-13T03:45:15.455-08:00</updated><title type='text'>Supremo decide que Ministério Público pode denunciar agressor quando companheira desistir da acusação</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2012/02/lei-maria-da-penha-pode-punir-agressor-mesmo-sem-denuncia-da-vitima-decide-stf/image_preview"&gt;  &lt;p&gt;O oferecimento de denúncia na Justiça contra quem agride no ambiente familiar não dependerá mais da vontade da vítima, segundo definiu quinta-feira (09.02) o Supremo Tribunal Federal (STF). Por 10 votos a 1, os ministros decidiram que o Ministério Público pode entrar com a ação penal, em casos de violência doméstica, mesmo que a mulher decida voltar atrás na acusação contra seu companheiro.  &lt;p&gt;Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), a violência doméstica cometida pelo companheiro ocorre em pelo menos 90% dos casos.  &lt;p&gt;Na quinta-feira (09.02), o STF julgou uma ação de inconstitucionalidade de autoria do Ministério Público. A instituição pedia que, nos trechos em que a Lei Maria da Penha condiciona a denúncia por agressões leves à vontade da vítima, o STF desse a interpretação para que o Ministério Público passasse a ter a prerrogativa de atuar. A ideia é que o Estado proteja a vítima quando ela se mostra incapaz de fazê-lo.  &lt;p&gt;A maioria acompanhou o voto do relator, Ministro Marco Aurélio Mello. “Aos 65 anos, eu não acredito mais em Papai Noel. Sem proteção, as mulheres desistem de processar seus agressores”, disse o ministro. O Ministro Luiz Fux afirmou que a ideia da alteração é intimidar os agressores, já que, agora, eles saberão que a ação judicial continuará independentemente da vontade da mulher.  &lt;p&gt;O único voto contrário foi o do Presidente da Casa, Ministro Cezar Peluso. No seu entendimento, a alteração pode ser um retrocesso à proteção da mulher, já que ela pode desistir de denunciar seu companheiro à polícia na medida em que a lei não permite que ela abra mão de uma ação contra ele na Justiça. Para Peluso, hoje, muitas mulheres levam os casos de agressão ao conhecimento da polícia porque sabem que poderão voltar atrás mais à frente.  &lt;p&gt;Peluso defendeu que o legislador foi consciente ao determinar que a vítima deve dar seu aval para a abertura de ação. “O ser humano se caracteriza por ser sujeito da sua história, pela capacidade que ele tem de decidir por um caminho, e isso parece que transpareceu quando a lei foi elaborada”.  &lt;p&gt;Apesar de ter votado a favor da maioria, o Ministro Gilmar Mendes fez ressalva no mesmo sentido de Peluso. “As consequências vêm depois. Aí, podemos nos deparar com essa forma. Querendo fazer o bem, acabamos fazendo o mal. Mas não disponho de dados para seguir na outra alternativa desenhada”, disse Mendes, referindo-se à possível redução no número de denúncias se a ação na Justiça deixar de ser prerrogativa da vítima.  &lt;p&gt;Mendes disse que só votou com a maioria porque acredita que o STF poderá voltar atrás em algum caso concreto posterior que prove que a intervenção do Ministério Público é prejudicial.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Débora Zampier&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;Repórter da Agência Brasil&lt;/em&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: &lt;b&gt;Agência Brasil&lt;/b&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-5149716967840332148?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/5149716967840332148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/supremo-decide-que-ministerio-publico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5149716967840332148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5149716967840332148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/supremo-decide-que-ministerio-publico.html' title='Supremo decide que Ministério Público pode denunciar agressor quando companheira desistir da acusação'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-3780193292781622442</id><published>2012-02-10T08:40:00.001-08:00</published><updated>2012-02-13T09:06:56.306-08:00</updated><title type='text'>Parabéns a 1ª Turma de Direito da UNIFASS</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://hitnarede.com/wp-content/uploads/2011/07/formaturas.jpg"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;"&lt;em&gt;Há homens que lutam um dia e são bons&lt;br&gt;Há outros que lutam um ano e são melhores;&lt;br&gt;Há aqueles que lutam muitos anos e são muito bons;&lt;br&gt;Porém há aqueles que lutam toda a vida;&lt;br&gt;Esses são imprescindíveis&lt;/em&gt;."&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;Bertold Brecht&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p&gt;Quando se está ao pé de uma montanha, seja alta ou não, ela parece enorme. &lt;br&gt;Porém, basta olhar para cima, e ter como meta chegar ao seu topo, que a determinação parece encurtar o caminho. &lt;br&gt;O medo do novo pode atrapalhar, pois não se sabe o que vai se encontrar lá em cima. &lt;br&gt;Mas inicia-se a escalada. &lt;br&gt;O tempo parece não passar e a distância parece não diminuir... &lt;br&gt;Porém com coragem, insistência, perseverança e persistência, avança-se... &lt;br&gt;A cada passo dado, a cada centímetro conquistado, é a base do sucesso que vai se formando. E ao se chegar no topo, toda a montanha abaixo vira uma única vitória e o melhor prêmio que se pode ter é uma linda vista, muito mais perto das estrelas e muito mais próximo do sol... &lt;br&gt;Daí acontece o encontro com a felicidade. &lt;br&gt;Minha eterna gratidão por muito ter aprendido durante as nossas aulas...&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Sinceramente  &lt;p&gt;Prof. Flavio Ervino Schmidt    &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-3780193292781622442?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/3780193292781622442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/parabens-1-turma-de-direito-da-unifass.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3780193292781622442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3780193292781622442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/parabens-1-turma-de-direito-da-unifass.html' title='Parabéns a 1ª Turma de Direito da UNIFASS'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2095574484393250834</id><published>2012-02-10T00:40:00.000-08:00</published><updated>2012-02-10T03:47:30.763-08:00</updated><title type='text'>Cobrança a inadimplentes não configura conduta danosa</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://vejario.abril.com.br/blog/o-direito-e-seu/files/2011/11/taxas_200x203-thumbnail.jpg" width="213" height="217"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Casal alegou ter sofrido constrangimentos com a visita do oficial de cartório em sua residência, na presença de outros moradores do condomínio, devido um débito de financiamento imobiliário, já que havia sido quitado&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A sentença que isentou o Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. de pagar indenização para um casal que alegou ter sofrido cobrança indevida foi mantida pela Justiça. A dupla afirmou, nos autos, que possuía duas parcelas em atraso de financiamento imobiliário, totalizando R$ 1.025,88. Eles garantiram ter firmado acordo e quitado a dívida no dia 5 de junho de 2007. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;No entanto, em 13 de julho, receberam a visita de oficial de cartório no condomínio em moram para cobrar o débito. Os dois alegaram ter sofrido constrangimentos na presença de funcionários e outros moradores, mesmo depois de informar que já haviam realizado o pagamento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sentindo-se prejudicados, ingressaram com ação na Justiça pleiteando indenização por danos morais e o pagamento, em dobro, da quantia cobrada. Na contestação, o Bradesco Consórcios sustentou que a emissão da cobrança, por meio de notificação extrajudicial, ocorreu no dia 28 de maio, ou seja, dias antes do pagamento. A empresa defendeu também que as providências foram tomadas "&lt;em&gt;de forma normal e perfeitamente legal&lt;/em&gt;" e que, na notificação emitida, constava a informação de que o documento deveria ser desconsiderado, caso o pagamento já tivesse sido feito.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A juíza Ana Luiza Barreira Secco Amaral, da 9ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza, julgou improcedente o pedido do casal. Inconformados com a decisão, ingressaram com apelação no TJCE.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao analisar o caso, a 5ª Câmara Cível do TJCE manteve a decisão. "&lt;em&gt;Entendo que a situação trazida à baila não é capaz de gerar dano moral, vez que sequer é agasalhável a ocorrência de conduta danosa por parte da instituição apelada. Esta realizara a cobrança, vez que os apelantes, realmente, encontravam-se em situação de inadimplência, tratando-se de exercício regular do direito, não configurando qualquer responsabilidade&lt;/em&gt;", afirmou o relator do processo, desembargador Francisco Barbosa Filho.&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; nº 126868-03.2008.8.06.0001/1&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: TJCE&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2095574484393250834?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2095574484393250834/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/cobranca-inadimplentes-nao-configura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2095574484393250834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2095574484393250834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/cobranca-inadimplentes-nao-configura.html' title='Cobrança a inadimplentes não configura conduta danosa'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2857707758307751288</id><published>2012-02-09T00:20:00.000-08:00</published><updated>2012-02-09T04:17:39.048-08:00</updated><title type='text'>Período de auxílio-doença não pode ser considerado como contribuição na base de cálculo de aposentadoria</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-izw7mKJC1dU/TxGeXzRfmRI/AAAAAAAACUE/auFHd0E6Nxw/s400/agu.jpg" width="300" height="236"&gt;  &lt;p&gt;A Advocacia-Geral da União (AGU) comprovou que o período de recebimento do auxílio-doença não pode ser computado na base de cálculo de aposentadoria por invalidez. No caso, um segurado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), aposentado desde 2000, alegava que a autarquia não havia considerado no valor final de seu benefício o tempo em que ele esteve afastado de sua atividade, em razão de um acidente de trabalho, recebendo o auxílio. Ele pedia a revisão e o pagamento das diferenças monetárias, acrescidas de juros. A solicitação foi atendida na primeira instância.  &lt;p&gt;A AGU, por meio da Procuradoria Federal no Estado de Goiás (PF/GO) e da Procuradoria Federal Especializada junto ao INSS (PFE/INSS), recorreu da decisão no Tribunal de Justiça de Goiás. Os procuradores explicaram que não existe amparo legal para a inclusão das parcelas pagas do auxílio-doença, decorrente do mesmo acidente, no cálculo do salário da aposentadoria. Eles demonstraram que no recebimento do auxílio o acidentado não teve salário de contribuição e que, por isso, o pedido afrontava o princípio da preservação do equilíbrio financeiro, presente nos artigos 195 e 201 da Constituição Federal.  &lt;p&gt;As procuradorias expuseram, ainda, que o Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do Recurso Extraordinário nº 583.834, em 21 de setembro de 2011, considerou constitucional a regulamentação utilizada pelo INSS para a concessão dos valores das aposentadorias por invalidez, que leva em conta 100% da mesma renda mensal utilizada para o cálculo do auxílio-doença. Salientaram que no caso de reajustes posteriores, são respeitados os índices de correção dos benefícios em geral concedidos pela Previdência Social.  &lt;p&gt;A 3ª Turma do Tribunal de Justiça de Goiás acolheu integralmente os argumentos da AGU e negou a solicitação do aposentado. A sentença declara que não existe prejuízo ao segurado a partir do critério adotado pelo INSS, reconhecido como constitucional pelo STF.&amp;nbsp; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo: &lt;/strong&gt;Recurso Extraordinário nº 583.834 - Acórdão nº 200900957551.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: Advocacia Geral da União    &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2857707758307751288?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2857707758307751288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/periodo-de-auxilio-doenca-nao-pode-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2857707758307751288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2857707758307751288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/periodo-de-auxilio-doenca-nao-pode-ser.html' title='Período de auxílio-doença não pode ser considerado como contribuição na base de cálculo de aposentadoria'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-izw7mKJC1dU/TxGeXzRfmRI/AAAAAAAACUE/auFHd0E6Nxw/s72-c/agu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-714151683109486648</id><published>2012-02-08T00:52:00.000-08:00</published><updated>2012-02-08T03:20:59.338-08:00</updated><title type='text'>TST aprova novas súmulas</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.ambito-juridico.com.br/upload/noticias/16390_tst01022008.jpg"&gt;  &lt;p&gt;Em sessão extraordinária realizada dia 06/02/2010, o Pleno do TST aprovou a edição de quatro novas súmulas de sua jurisprudência, e converteu uma orientação jurisprudencial (OJ nº 357) em súmula. &lt;br&gt;O Pleno aprovou também alterações na redação de uma súmula e três OJs.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As novas súmulas são:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;SÚMULA nº 430&lt;/strong&gt; - ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA INDIRETA. CONTRATAÇÃO. AUSÊNCIA DE CONCURSO PÚBLICO. NULIDADE. ULTERIOR PRIVATIZAÇÃO. CONVALIDAÇÃO. INSUBSISTÊNCIA DO VÍCIO. Convalidam-se os efeitos do contrato de trabalho que, considerado nulo por ausência de concurso público, quando celebrado originalmente com ente da Administração Pública Indireta, continua a existir após a sua privatização.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;SÚMULA nº 431&lt;/strong&gt; - SALÁRIO-HORA. 40 HORAS SEMANAIS. CÁLCULO. APLICAÇÃO DO DIVISOR 200. Aplica-se o divisor 200 (duzentos) para o cálculo do valor do salário-hora do empregado sujeito a 40 (quarenta) horas semanais de trabalho.&amp;nbsp; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;SÚMULA nº 432&lt;/strong&gt; - CONTRIBUIÇÃO SINDICAL RURAL. AÇÃO DE COBRANÇA. PENALIDADE POR ATRASO NO RECOLHIMENTO. INAPLICABILIDADE DO ART. 600 DA CLT. INCIDÊNCIA DO ART. 2º DA LEI Nº 8.022/1990. O recolhimento a destempo da contribuição sindical rural não acarreta a aplicação da multa progressiva prevista no art. 600 da CLT, em decorrência da sua revogação tácita pela Lei nº 8.022, de 12 de abril de 1990.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;SÚMULA nº 433&lt;/strong&gt; - EMBARGOS. ADMISSIBILIDADE. PROCESSO EM FASE DE EXECUÇÃO. ACÓRDÃO DE TURMA PUBLICADO NA VIGÊNCIA DA LEI Nº 11.496, DE 26.06.2007. DIVERGÊNCIA DE INTERPRETAÇÃO DE DISPOSITIVO CONSTITUCIONAL.A admissibilidade do recurso de embargos contra acórdão de Turma em recurso de revista em fase de execução, publicado na vigência da Lei nº 11.496, de 26.06.2007, condiciona-se à demonstração de divergência jurisprudencial entre Turmas ou destas e a Seção Especializada em Dissídios Individuais do TST em relação à interpretação de dispositivo constitucional.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;SÚMULA nº 434&lt;/strong&gt; (Ex-OJ nº 357) - RECURSO. INTERPOSIÇÃO ANTES DA PUBLICAÇÃO DO ACÓRDÃO IMPUGNADO. EXTEMPORANEIDADE. (Conversão da Orientação Jurisprudencial nº 357 da SBDI-1 e inserção do item II à redação). &lt;br&gt;I) É extemporâneo recurso interposto antes de publicado o acórdão impugnado. (ex-OJ nº 357 da SBDI-1 – inserida em 14.03.2008)&lt;br&gt;II)&amp;nbsp; A interrupção do prazo recursal em razão da interposição de embargos de declaração pela parte adversa não acarreta qualquer prejuízo àquele que apresentou seu recurso tempestivamente.&lt;br&gt;Súmulas e OJs que tiveram sua redação alterada:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;SÚMULA nº 298&lt;/strong&gt; - AÇÃO RESCISÓRIA. VIOLAÇÃO A DISPOSIÇÃO DE LEI. PRONUNCIAMENTO EXPLÍCITO. (Redação alterada pelo Tribunal Pleno na sessão realizada em 6.2.2012).&lt;br&gt;I - A conclusão acerca da ocorrência de violação literal a disposição de lei pressupõe pronunciamento explícito, na sentença rescindenda, sobre a matéria veiculada.&lt;br&gt;II - O pronunciamento explícito exigido em ação rescisória diz respeito à matéria e ao enfoque específico da tese debatida na ação, e não, necessariamente, ao dispositivo legal tido por violado. Basta que o conteúdo da norma reputada violada haja sido abordado na decisão rescindenda para que se considere preenchido o pressuposto.&lt;br&gt;III - Para efeito de ação rescisória, considera-se pronunciada explicitamente a matéria tratada na sentença quando, examinando remessa de ofício, o Tribunal simplesmente a confirma.&lt;br&gt;IV - A sentença meramente homologatória, que silencia sobre os motivos de convencimento do juiz, não se mostra rescindível, por ausência de pronunciamento explícito.&lt;br&gt;V - Não é absoluta a exigência de pronunciamento explícito na ação rescisória, ainda que esta tenha por fundamento violação de dispositivo de lei. Assim, prescindível o pronunciamento explícito quando o vício nasce no próprio julgamento, como se dá com a sentença "extra, citra e ultra petita".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL nº 142 DA SBDI-1&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. EFEITO MODIFICATIVO. VISTA À PARTE CONTRÁRIA. (Inserido o item II à redação)&lt;br&gt;I - É passível de nulidade decisão que acolhe embargos de declaração com efeito modificativo sem que seja concedida oportunidade de manifestação prévia à parte contrária.&lt;br&gt;II - Em decorrência do efeito devolutivo amplo conferido ao recurso ordinário, o item I não se aplica às hipóteses em que não se concede vista à parte contrária para se manifestar sobre os embargos de declaração opostos contra sentença.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL nº 336 DA SBDI-1&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;EMBARGOS INTERPOSTOS ANTERIORMENTE À VIGÊNCIA DA LEI N.º 11.496/2007. RECURSO NÃO CONHECIDO COM BASE EM ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL. DESNECESSÁRIO O EXAME DAS VIOLAÇÕES DE LEI E DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL ALEGADAS NO RECURSO DE REVISTA. (Redação alterada pelo Tribunal Pleno na sessão realizada em 6.2.2012)&lt;br&gt;Estando a decisão recorrida em conformidade com orientação jurisprudencial, desnecessário o exame das divergências e das violações de lei e da Constituição alegadas em embargos interpostos antes da vigência da Lei n.º 11.496/2007, salvo nas hipóteses em que a orientação jurisprudencial não fizer qualquer citação do dispositivo constitucional.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL nº 352 DA SBDI-1&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;PROCEDIMENTO SUMARÍSSIMO. RECURSO DE REVISTA FUNDAMENTADO EM CONTRARIEDADE A ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL. INADMISSIBILIDADE. ART. 896, § 6º, DA CLT, ACRESCENTADO PELA LEI Nº 9.957, DE 12.01.2000. (Redação alterada pelo Tribunal Pleno na sessão realizada em 6.2.2012)&lt;br&gt;Nas causas sujeitas ao procedimento sumaríssimo, a admissibilidade de recurso de revista está limitada à demonstração de violação direta a dispositivo da Constituição Federal ou contrariedade a Súmula do TST, não se admitindo o recurso por contrariedade a Orientação Jurisprudencial deste Tribunal (Livro II, Título II, Capítulo III, do RITST), ante a ausência de previsão no art. 896, § 6º, da CLT.&lt;br&gt;................................&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.espacovital.com.br/noticia_ler.php?id=115" name=""&gt;* Veja todas as súmulas do TST&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.espacovital.com.br/noticia_ler.php?id=10747" name=""&gt;* Veja todas as Orientações Jurisprudenciais do TST &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-714151683109486648?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/714151683109486648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/tst-aprova-novas-sumulas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/714151683109486648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/714151683109486648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/tst-aprova-novas-sumulas.html' title='TST aprova novas súmulas'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-1030627651082142481</id><published>2012-02-07T07:45:00.001-08:00</published><updated>2012-02-07T07:45:54.399-08:00</updated><title type='text'>Moradora que teve casa invadida pela polícia será indenizada</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://images03.olx.com.br/ui/11/30/37/1296667864_163002337_1-Fotos-de--CASA-NO-RESIEDENCIAL-JURITIS-CONJUNTO-POLICIA-MILITAR.jpg" width="256" height="241"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Utilizando armas de grosso calibre, os policiais invadiram a residência errada sem mandado de busca e apreensão causando pânico e constrangimento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma operação da Polícia Civil do DF denominada "vândalos", para prender integrantes de uma gangue de pichadores e traficantes, resultou em indenização de R$ 20 mil que deverá ser paga a uma moradora do Distrito Federal. Na ação, os policiais invadiram a residência errada sem mandado de busca e apreensão causando pânico e constrangimento a autora. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;No processo, a autora alega que em agosto de 2007 a PCDF, utilizando armas de grosso calibre, invadiu sua residência. Afirma que após o susto, os policiais constataram que estavam no endereço errado. Ressalta que o fato foi amplamente divulgado na imprensa, o que gerou constrangimento e a necessidade de acompanhamento psicológico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Citado, o Distrito Federal por meio da Procuradoria do DF argumentou que o motivo do equívoco cometido pela polícia foi o fracionamento irregular do lote. A Procuradoria afirma que não houve nenhuma violência ou arbitrariedade policial. De acordo com a contestação, a divisão e a construção de duas casas sem autorização colaborou para o erro e que o objetivo era a casa vizinha, situada no mesmo terreno.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo o juiz da 6ª Vara da Fazenda Pública do TJDFT, trata-se de responsabilidade civil objetiva, em face do risco da atividade desenvolvida. "&lt;em&gt;É forçoso chegar à conclusão de que os agentes da PCDF, por falha num processo preliminar de investigação, promoveram erroneamente a invasão da residência&lt;/em&gt;", definiu. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O magistrado acrescenta que ficou claro que o "serviço de inteligência" da PCDF repassou para os policiais envolvidos na operação a informação de que o mandado de prisão deveria ser realizado na casa errada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para o julgador ficou claro que houve uma falha na parte de preparação do material que serviu como orientação para a equipe operacional da PCDF. Afirma que o erro na operação resultou na invasão da casa errada, com o arrombamento do portão e porta, assim como a utilização da força necessária para ingressar na residência.&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo&lt;/strong&gt;: 2009.01.1.045184-7&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: TJDFT&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-1030627651082142481?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/1030627651082142481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/moradora-que-teve-casa-invadida-pela.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/1030627651082142481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/1030627651082142481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/moradora-que-teve-casa-invadida-pela.html' title='Moradora que teve casa invadida pela polícia será indenizada'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-3696060780159943086</id><published>2012-02-06T03:47:00.001-08:00</published><updated>2012-02-06T03:47:40.089-08:00</updated><title type='text'>O que estava em discussão e o que ficou decidido pelo STF em relação ao CNJ</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="right"&gt;Deu na Revista Veja  &lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://www.espacovital.com.br/img/fotos_noticias/20120206_80834.jpg" width="202" height="219"&gt; &lt;p&gt;Acabou na noite de quinta-feira (2) passada a dolorosa fase inicial do que pode vir a ser um processo decisivo de aprimoramento da Justiça brasileira, quando os principais contendores do que estava sendo descrito como uma crise aguda do Judiciário obtiveram do STF uma decisão que aplaina o terreno para novas conquistas. Os ministros da corte constitucional brasileira decidiram que o CNJ tem poder de investigar juízes suspeitos de crimes antes mesmo que as corregedorias regionais tenham se manifestado sobre o caso. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com essa decisão, podem se sentir vitoriosas a corregedora do CNJ, Eliana Calmon, autora da expressão "bandidos de toga", e as mais de duas centenas de entidades que se aliaram à cruzada da ministra. Como toda investigação, as do CNJ precisam ser justificáveis, o que afasta o temor do seu uso coercitivo para inibir a atuação da imensa maioria de juízes honestos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma reportagem da edição de Veja desta semana analisa os méritos dos que defendem a fiscalização dos juízes brasileiros diretamente pelo CNJ, em atropelo das corregedorias regionais, "&lt;em&gt;e os dos que enxergam nas iniciativas recentes do órgão, caso do ministro Cezar Peluso, presidente do STF, uma tentativa de ´degradar´o Judiciário, no que seria um atalho para a ´barbárie". &lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A reportagem mostra que foi um exagero classificar de crise o processo em curso. A Justiça brasileira, não é de agora, é percebida como uma instituição fechada, insensível, que fornece sentenças mais dependentes da vontade volátil de cada juiz do que do espírito ou da forma da lei. Não por acaso se popularizou no Brasil o ditado segundo o qual "&lt;em&gt;os bons advogados conhecem a lei; os grandes advogados conhecem os juízes&lt;/em&gt;". &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A interessante reportagem de Veja - assinada pela jornalista Laura Diniz -&amp;nbsp; lembra que é antiga na história brasileira a tensão entre a necessidade de garantir a liberdade de ação dos juízes e das cortes regionais, desde que a autonomia não degenere em impunidade ou afronta. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que estava em discussão e o que ficou decidido.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Os magistrados, que já estão sujeitos a fiscalização pelas corregedorias de seus estados, podem ser investigados também pelo Conselho Nacional de Justiça?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resposta -&lt;/strong&gt; Sim. O CNJ pode abrir processos contra os magistrados mesmo antes das corregedorias.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; O magistrado que comete uma infração disciplinar pode percer o cargo?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resposta -&lt;/strong&gt; Não. A pena máxima continua sendo a aposentadoria compulsória. Acabar com isso passa pela alteração da Loman - e isso depende do Congresso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; O julgamento disciplinar de magistrados deve ser público ou fechado?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resposta -&lt;/strong&gt; O julgamento aberto continua a ser a regra. Julgamentos sigilosos só serão permitidos em casos excepcionais. E isso fica submetido ao subjetivo arbítrio dos julgadores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;As dúvidas que o embate produziu &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; A ministra Eliana Calmon exagerou ao investigar, de uma só tacada, todos os desembargadores e juízes do país?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resposta -&lt;/strong&gt; Aparentemente sim. A partir dos dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a ministra teve acesso a um relatório que rastreou movimentações financeiras nas contas dos magistrados de todos os tribunais do país. O levantamento incluiu também o cônjuge e os filhos dos magistrados. Isso contraria o princípio de presunção de inocência. Ao investigar a todos, indistintamente, a ministra partiu da presunção de que todos poderiam ser culpados.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Isso quer dizer que o CNJ quebrou o sigilo bancário de milhares de juízes?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resposta -&lt;/strong&gt; Aparentemente, não. Os dados enviados à ministra Eliana pelo Coaf não mencionavam o nome nem o CPF dos juízes ou servidores que tiveram movimentação financeira atípica, apenas os tribunais onde eles trabalham. Por não ter encontrado indícios de violação, o Ministério Público Federal recusou-se na semana passada a oferecer denúncia contra a ministra, como queria a Associação dos Magistrados Brasileiros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Se cada tribunal já tem a própria corregedoria, o CNJ precisa investigar os magistrados nos estados&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resposta -&lt;/strong&gt; Sim. As corregedorias estaduais existem, mas não funcionam direito. Só em raras situações os processos contra os juízes vão para a frente. Quando os punem, aplicam penas leves, quase simbólicas. No TJ de São Paulo, por exemplo, nos últimos 12 anos, 96% das reclamações feitas contra juízes foram arquivadas sem a abertura de processo disciplinar. Dos 95 magistrados que foram punidos, apenas um recebeu a pena mais alta (que ainda assim é leve e agradável ao bolso): a aposentadoria compulsória.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; Os desembargadores, que estão hierarquicamente acima dos juízes, não eram investigados?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resposta -&lt;/strong&gt; Na média, para cada desembargador existem cinco ou seis juízes. É natural, portanto, que surjam mais investigações sobre a atuação de juízes do que processos contra os desembargadores. Do ponto de vista meramente matemático, cerca de 20% das investigações deveriam recair sobre os desembargadores. Esse número, porém, é de cerca de 1%. O fato de os próprios desembargadores serem encarregados de investigar seus pares pode explicar em parte essa desproporção. Esse é o ponto em que atuação do CNJ é mais justificada. Em São Paulo, o novo presidente do TJ admitiu que, "&lt;em&gt;no passado, desembargadores protegeram colegas de forma indevida&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; A complacência para com os desembargadores é um fenômeno nacional? &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resposta -&lt;/strong&gt; Sim. Uma inspeção realizada em 2010 pela Corregedoria Nacional de Justiça no TJ de Mato Grosso do Sul, por exemplo, constatou que onze desembargadores recebiam benefícios vedados pelo CNJ. No Maranhão, em 2008, constatou-se pagamento irregular de diárias de viagem a vários deles. No entanto, é difícil avaliar o volume de transgressões com base apenas nos casos de corrupção abertos pelas corregedorias regionais, pelo simple fato de que elas são, em geral, pouco operantes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;6.&lt;/strong&gt; A única função do CNJ é investigar magistrados? &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resposta -&lt;/strong&gt; Não. O CNJ também define metas para os tribunais, aperfeiçoa a gestão dos processos, faz o planejamento estratégico do Judiciário e avalia a produtividade dos juízes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.espacovital.com.br/index.php"&gt;Espaço Vital&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-3696060780159943086?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/3696060780159943086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/o-que-estava-em-discussao-e-o-que-ficou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3696060780159943086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3696060780159943086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/o-que-estava-em-discussao-e-o-que-ficou.html' title='O que estava em discussão e o que ficou decidido pelo STF em relação ao CNJ'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2620474148223147716</id><published>2012-02-03T03:31:00.001-08:00</published><updated>2012-02-03T03:32:10.051-08:00</updated><title type='text'>O CNJ "nasceu de novo" com a decisão do Supremo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/76/8k/sx/768ksxfgps7i27zvoyvx7jyqg.jpg"&gt; &lt;p&gt;O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, comemorou ontem (02) como expressiva vitória da sociedade brasileira a manutenção plena dos poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para processar e punir juízes em casos de desvios ético-disciplinares, conforme previstos na Resolução 135 daquele órgão de controle. "&lt;em&gt;O CNJ 'nasceu de novo', pois o Supremo fez valer a Constituição&lt;/em&gt;", afirmou Ophir. A competência originária e concorrente do CNJ para exercer essas atribuições, que estava suspensa por liminar concedida em ação movida pela Associação dos Magistrados Brasileiros, foi restabelecida e mantida ppor seis votos a cinco entre os ministros Supremo Tribunal Federal (STF). &lt;p&gt;"&lt;em&gt;O STF mais uma vez zelou pela Constituição da República ao manter a competência plena, ao interpretar a Constituição de forma correta, dentro dos princípios republicanos e democráticos e respeitando a vontade do legislador constituinte derivado&lt;/em&gt;", observou o presidente nacional da OAB. Ophir lembrou que, ao aprovar a Emenda Constitucional 45/2004 que criou o CNJ, o Legislativo procurou estabelecer um mecanismo para fiscalizar os atos administrativos, financeiros e disciplinares por parte dos juízes. "&lt;em&gt;Por isso digo que, com a decisão do Supremo, que resgatou o CNJ, não houve vencidos nem vencedores; ganhou com isso a sociedade brasileira, que continuará contando com um Judiciário fortalecido&lt;/em&gt;". &lt;p&gt;Seis ministros votaram pela cassação da liminar e a favor da manutenção do artigo 12 da Resolução 135 do CNJ, que atribui à Corregedoria Nacional do órgão de controle da Justiça a competência concorrente às Corregedorias estaduais e regionais, para punir infrações disciplinares e administrativas cometidas por magistrados. Foram eles Gilmar Mendes, Carlos Ayres Britto, Joaquim Barbosa, Cármen Lúcia, Dias Toffoli e Rosa Weber. Cinco ministros foram votos contrários: o presidente do STF, Cezar Peluso; Marco Aurélio Mello, relator da ação; Celso de Mello, decano da Corte; Ricardo Lewandowski e Luiz Fux. &lt;p&gt;Portanto, no ponto relativo à competência - a questão mais polêmica na ação envolvendo o CNJ - venceu a tese pró-competência constitucional do CNJ para processar e punir juízes, sendo revogada a liminar concedida no fim do expediente Judiciário do ano passado pelo ministro Marco Aurélio, ao examinar pedido de cautelar na ação direta de inconstitucionalidade (Adin) da AMB. O ministro considerava que essa competência cabia às Corregedorias locais. O presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, foi a principal voz em defesa da manutenção da competência originária e concorrente do CNJ, tendo inclusive feito vigorosa sustentação nesse sentido, no início do julgamento da STF nesta quarta-feira (01). &lt;p&gt;Ophir continuou hoje acompanhando no Pleno do Supremo a conclusão do julgamento, ao lado do secretário-geral do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho. Na terça-feira (31/01), o presidente nacional da OAB conduziu na sede da entidade um ato em defesa das atribuições do CNJ que reuniu cerca de 500 pessoas, entre dirigentes e conselheiros da entidade em todos os Estados e Distrito Federal, juristas, parlamentares, representantes de entidades da sociedade civil e diversos conselheiros do órgão de controle do Judiciário. O ato alcançou expressiva repercussão favorável em todo o País. &lt;p&gt;Animado com o resultado do julgamento, Ophir afirmou que a manutenção dos poderes do CNJ fará com que a sociedade brasileira "&lt;em&gt;continue lutando por uma justiça forte e volte seus faróis para o futuro, no sentido de planejar novas ações que façam com que o Judiciário seja cada vez mais importante e mais democrático entre os brasileiros&lt;/em&gt;". Ele observou que a "grande credibilidade" da Justiça brasileira,&amp;nbsp; destacada em discurso do presidente do STF, Cezar Peluso, durante a abertura do Ano Judiciário nesta quarta-feira, "&lt;em&gt;só foi possível atualmente graças aos avanços proporcionados pelo CNJ, avanços esse que precisam se consolidar com o importante trabalho desse órgão de controle do Judiciário&lt;/em&gt;". &lt;p&gt;Fonte: Conselho Federal da OAB&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2620474148223147716?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2620474148223147716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/o-cnj-de-novo-com-decisao-do-supremo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2620474148223147716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2620474148223147716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/o-cnj-de-novo-com-decisao-do-supremo.html' title='O CNJ &amp;quot;nasceu de novo&amp;quot; com a decisão do Supremo'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-707696036791050607</id><published>2012-02-02T00:27:00.000-08:00</published><updated>2012-02-02T03:36:09.468-08:00</updated><title type='text'>Comissários de bordo americanos são processados por preconceito racial</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://cdn.mundodastribos.com/wp-admin/uploads/2011/01/American-300x225.jpg"&gt;  &lt;p&gt;Shaw Tipton Scott e Mathew Gonçalves, comissários de bordo da empresa American Airlines, vão responder por crime de racismo devido à ofensa feita a um passageiro brasileiro. A decisão é da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que negou recurso em habeas-corpus aos norte-americanos Shaw Tipton Scott e Mathew Gonçalves, funcionários da companhia aérea.  &lt;p&gt;De acordo com a denúncia, o brasileiro Nelson Márcio Nirenberg desentendeu-se com os dois comissários de bordo durante um vôo entre Nova York e o Rio de Janeiro. Na seqüência, o comissário Shaw teria ofendido o passageiro ao dizer: "&lt;em&gt;Amanhã vou acordar jovem, bonito, orgulhoso, rico e sendo um poderoso americano, e você vai acordar como safado, depravado, repulsivo, canalha e miserável brasileiro&lt;/em&gt;". Segundo o relato, o comissário Mathew teria concorrido para o ato, ao incentivar seu companheiro.  &lt;p&gt;Os funcionários da empresa foram denunciados por suposta prática de racismo, crime estabelecido no artigo &lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/111031/lei-do-crime-racial-lei-7716-89"&gt;20&lt;/a&gt; da Lei nº &lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/111031/lei-do-crime-racial-lei-7716-89"&gt;7.716&lt;/a&gt; /89 . A denúncia, oferecida pelo Ministério Público (MP), foi aceita pela Justiça Federal do Rio de Janeiro. Posteriormente, os comissários de bordo impetraram pedido de habeas-corpus no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, que negou o recurso.  &lt;p&gt;No pedido dirigido ao STJ, a defesa dos comissários contestou o prosseguimento da ação. Para os advogados, não houve crime de discriminação racial, mas apenas um ato contra a honra do passageiro. Acusados alegaram que, por se tratar de crime contra a honra, mais especificamente, crime de injúria preconceituosa ( art. 140 , § 3º , do CP ), o delito se caracteriza ação penal privada, uma vez que a ofensa seria dirigida especificamente ao ofendido. O delito, portanto, seria de ação penal privada, uma vez que a ofensa seria dirigida especificamente ao ofendido -e não ao povo brasileiro. Esse entendimento afastaria a legitimidade do MP para propor a ação.  &lt;p&gt;Os advogados alegaram ainda que a denúncia feita em relação ao comissário Mathew não caracterizou precisamente a infração que lhe foi imputada. E pediram, por fim, que, caso não fosse decretada a nulidade do processo por falta de legitimidade do MP, que a ação penal fosse, alternativamente, trancada por falta de justa causa.  &lt;p&gt;Ao apreciar o recurso, o ministro Felix Fischer ( &lt;i&gt;foto &lt;/i&gt;) , relator do caso, julgou que a intenção dos réus, em princípio, não era precisamente depreciar o passageiro, mas salientar sua humilhante condição em virtude de ser brasileiro. A idéia, assim, foi exaltar a superioridade do povo americano em contraposição à posição inferior do povo brasileiro. Essa postura, no entender do ministro, atentou contra a coletividade brasileira -o que, em tese, a inclui entre os crimes tipificados pela Lei nº &lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/111031/lei-do-crime-racial-lei-7716-89"&gt;7.716&lt;/a&gt; /89 .  &lt;p&gt;A denúncia, além disso, foi respaldada pelos depoimentos de diversas testemunhas que presenciaram as discussões entre os comissários de bordo e o passageiro. Assim, num primeiro momento, estariam presentes os requisitos mínimos para a instauração da persecutio criminis in iudicio, sendo precipitado o trancamento da ação penal.  &lt;p&gt;Por entender que há, nos autos, o mínimo de elementos probatórios que levam a indícios de autoria e materialidade dos delitos imputados aos comissários de bordo, o ministro Felix Fischer negou-lhes o recurso em habeas-corpus.  &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo nº &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/busca?s=jurisprudencia&amp;amp;q=titulo:RHC%2019166"&gt;RHC 19166 &lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.jusbrasil.com.br/noticias"&gt;JusBrasil&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-707696036791050607?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/707696036791050607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/comissarios-de-bordo-americanos-sao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/707696036791050607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/707696036791050607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/comissarios-de-bordo-americanos-sao.html' title='Comissários de bordo americanos são processados por preconceito racial'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-526945471507272213</id><published>2012-02-01T00:58:00.000-08:00</published><updated>2012-02-01T03:40:43.756-08:00</updated><title type='text'>A imagem que a população faz do Judiciário é cada vez pior</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="http://www.unegro.org.br/fotos/colunista_materia_75.jpg"&gt;&lt;/strong&gt;  &lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;Por Roberto Monteiro Pinho/Tribuna da Imprensa&lt;/strong&gt;  &lt;p&gt;A imagem que a população faz do Judiciário brasileiro – que não tem sido das melhores principalmente no que se refere às diferenças de tratamento entre ricos e pobres, visto a herege discussão sobre o jus postulandi e a gratuidade de justiça, e por isso a descrença no serviço público como um todo, é pública e notória.  &lt;p&gt;Segundo o jurista &lt;strong&gt;Kazuo Watanabe&lt;/strong&gt;, (…) “&lt;em&gt;a crise de credibilidade do Judiciário decorre da crença popular de que a Justiça estatal é lenta, cara e complicada, tornando inútil à tentativa de acesso à prestação jurisdicional&lt;/em&gt;”.  &lt;p&gt;“&lt;em&gt;Há motivos para acreditar, todavia, que há um outro componente nessa crise de credibilidade: a desconfiança de que o Judiciário confere tratamento desigualitário&lt;/em&gt;”.  &lt;p&gt;Em razão de possível antagonismo, as opiniões descritas, se baseiam em pesquisas divulgadas pelos mais conceituados institutos do país.  &lt;p&gt;Retroagindo ao ano de 1975, uma pesquisa realizada no interior do Estado do Espírito Santo, 27,8% dos entrevistados afirmou que a Justiça nunca tratava ricos e pobres com igualdade.  &lt;p&gt;Esse número aumentou para 61,4% quando a mesma pergunta foi feita na capital (Vitória) desse Estado.  &lt;p&gt;Decorridos vinte anos uma pesquisa feita pelo &lt;strong&gt;Instituto Vox Populi&lt;/strong&gt;, na qual foram ouvidas 3.075 pessoas distribuídas entre as cinco regiões do Brasil chegou-se a resultado alarmante: para 80% dos entrevistados, a Justiça é mais rigorosa para os pobres do que para os ricos, e, para 61%, é mais rigorosa para os negros do que para os brancos.  &lt;p&gt;Nessa mesma pesquisa do Instituto Vox Populi, 35% dos entrevistados afirmaram que nunca confiam no Judiciário, e 38% que confiam pouco. Já a pesquisa da revista Veja, de 11.04.84, disse que 46% dos brasileiros acreditam na Justiça muito pouco ou quase nada. Pesquisa do Jornal Folha de São Paulo, de realizada em maio de 1984, indicou que 57% dos paulistas não confiam no Judiciário.  &lt;p&gt;Uma outra pesquisa realizada pela empresa de publicidade Grottera, – baseada na pergunta: “&lt;em&gt;Quem ajuda a fazer mais justiça no Brasil?”&lt;/em&gt; -, 26% das pessoas que foram entrevistadas afirmaram que o Poder Judiciário, “&lt;em&gt;não servia para nada&lt;/em&gt;” enquanto que apenas 10% responderam que o Judiciário contribui para a realização da justiça.  &lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Conselho Nacional de Justiça (CNJ)&lt;/strong&gt; divulgou na segundo semestre de 2011 uma lista das 100 maiores empresas e instituições envolvidas com processos na Justiça. De acordo com o levantamento, o setor público federal e os bancos respondem por cerca de 76% do total de processos, cada um com 38% de participação.  &lt;p&gt;No ranking geral nacional, o &lt;strong&gt;Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS)&lt;/strong&gt; está em primeiro lugar, figurando em 22,3% dos processos, seguido pela &lt;strong&gt;Caixa Econômica Federa&lt;/strong&gt;l (8,5%) e pela &lt;strong&gt;Fazenda Nacional&lt;/strong&gt; (7,4%). Na lista dos dez primeiros, apenas as quatro últimas posições são ocupadas por instituições privadas: &lt;strong&gt;Bradesco&lt;/strong&gt; (3,8%), Itaú (3,4%),&lt;strong&gt; Brasil Telecom&lt;/strong&gt; (3,3%) e &lt;strong&gt;Banco Finasa&lt;/strong&gt; (2,2%).  &lt;p&gt;Na &lt;strong&gt;Justiça do Trabalho&lt;/strong&gt;, a União é a parte que está presente no maior número de processos (16,7%).  &lt;p&gt;O grande questionamento que faço, é o de saber exatamente o que interessa para o judiciário, ou a população e vice versa, só que se levando em conta a extrema potencialidade de necessidade na solução das querelas sociais, pela via jurídica, é necessário que a população consiga resultados que estão ao extremo dos atuais, ou seja: que a entrega do serviço jurisdicional não seja tão medíocre.  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-526945471507272213?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/526945471507272213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/imagem-que-populacao-faz-do-judiciario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/526945471507272213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/526945471507272213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/02/imagem-que-populacao-faz-do-judiciario.html' title='A imagem que a população faz do Judiciário é cada vez pior'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-4585913141218756191</id><published>2012-01-31T00:56:00.000-08:00</published><updated>2012-01-31T00:56:00.489-08:00</updated><title type='text'>Suposta neta não pode entrar com ação de reconhecimento contra avô se pai ainda vive</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-IQpbDThTIIM/TyaTgvJzJrI/AAAAAAAAA4U/dHpcwctu0U4/s1600-h/seravoblogdolios%25255B8%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="seravoblogdolios" border="0" alt="seravoblogdolios" src="http://lh3.ggpht.com/-0FNia0wS7gU/TyaThTX3TAI/AAAAAAAAA4c/N7QoE80Rw8E/seravoblogdolios_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="258" height="268"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;Não pode a parte entrar com ação para ser reconhecida como neta se o pai ainda é vivo e já teve suas próprias ações de paternidade, em relação ao pretenso avô, julgadas improcedentes. O entendimento foi dado pela maioria da Quarta Turma do STJ, que acompanhou o voto-vista do Ministro Marco Buzzi, ao julgar recurso contra decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS). O relator original do processo, Ministro Raul Araújo, e a Ministra Isabel Gallotti ficaram vencidos. &lt;p&gt;Foi a primeira vez que o STJ julgou um caso com essas peculiaridades. O pai da autora do recurso já havia tentado em outras quatro ocasiões ver reconhecida a paternidade do investigado em relação a si mesmo, mas suas ações foram julgadas improcedentes. Na primeira investigação, o teste de DNA ainda não estava disponível e os exames realizados não comprovaram a paternidade. Posteriormente, a Justiça se negou a reabrir o caso, sob o argumento de que a matéria era coisa julgada. &lt;p&gt;A suposta neta propôs, então, uma ação cautelar para que fosse realizado exame de DNA, cujo resultado pretendia usar em futura demanda de reconhecimento da relação avoenga. Ela sustentou ter direito próprio à investigação da identidade genética. O pedido foi negado na primeira instância, decisão que o TJRS confirmou, ao argumento de que o direito seria personalíssimo em relação ao pai.  &lt;p&gt;A defesa da suposta neta, em recurso ao STJ, alegou haver dissídio jurisprudencial (julgados com diferentes conclusões sobre o mesmo tema), pois o Tribunal já havia autorizado a investigação da relação de descendência por netos.  &lt;p&gt;Também argumentou que houve ofensa ao art. 472 do Código de Processo Civil (CPC), que determina o litisconsórcio necessário de terceiros afetados por sentença, em causas envolvendo o estado da pessoa. Pediu o afastamento da coisa julgada e autorização para realizar o exame de DNA com a intenção de estabelecer a relação avoenga.  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Identidade de partes&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;O Ministro Raul Araújo votou pelo provimento do recurso, considerando que o STJ já havia admitido investigação de descendência de netos em relação a avós no passado, mesmo durante a vigência do Código Civil de 1916. Para ele, a filiação não se esgota em uma só geração.  &lt;p&gt;Na questão da coisa julgada, o ministro ponderou que esta ocorre apenas quando há identidade das partes, e a autora do recurso em julgamento – a suposta neta – não havia integrado as ações anteriores, movidas pelo seu pai.  &lt;p&gt;Entretanto, o entendimento do Ministro Marco Buzzi, em seu voto-vista, foi diverso. Ele admitiu o recurso pelo art. 472 do CPC, pois os julgados anteriores do TJRS tiveram efeitos sobre a parte. “&lt;em&gt;Efetivamente, a norma do art. 472 não permite a extensão dos efeitos da coisa julgada a quem não participou da relação processual, sendo incontroverso que a recorrida não integrara as demandas promovidas por seu genitor&lt;/em&gt;”, disse.  &lt;p&gt;Além disso, acrescentou Marco Buzzi, recente decisão do Supremo Tribunal Federal permitiu que a coisa julgada seja afastada no caso de ações de investigação de paternidade julgadas improcedentes por falta de provas, quando ainda não havia exame de DNA.  &lt;p&gt;“&lt;em&gt;O pai da recorrente ainda detém a possibilidade de relativizar os provimentos jurisdicionais que não o reconheceram como filho do recorrido, vez que suas ações restaram improcedentes sem a realização do exame de DNA&lt;/em&gt;”, disse o ministro.  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sem precedentes&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;Ele destacou que o caso é inédito no STJ e considerou inválido o argumento de que teria havido dissídio jurisprudencial, uma vez que, nos julgamentos citados, os pais dos recorrentes já eram falecidos e, enquanto vivos, não tinham entrado com ações para reconhecimento de paternidade contra os supostos avós.  &lt;p&gt;O ministro asseverou que não se reconhece legitimidade concorrente da neta e do pai para acionar a outra parte. Haveria, sim, legitimidade sucessiva dos netos, em caso de falecimento dos seus pais. O Ministro Buzzi afirmou ainda que a investigação de identidade genética para fins de constituição de parentesco é limitada pelo art. 1.606 do Código Civil.  &lt;p&gt;“&lt;em&gt;O artigo restringiu o universo de quem (geração mais próxima viva) e quando pode ser postulada a declaração judicial de filiação (não haver anterior deliberação a respeito&lt;/em&gt;)”, esclareceu.  &lt;p&gt;Na visão do magistrado, as ações ajuizadas pelo pai, consideradas improcedentes pela Justiça, acarretaram a impossibilidade legal de descendentes mais remotos, como a pretensa neta, entrarem com a ação. Para ele, isso evita que investigados em relações de parentesco sejam submetidos a “&lt;em&gt;um sem-número de lides&lt;/em&gt;”.  &lt;p&gt;O Ministro Buzzi observou que, pelo princípio da proporcionalidade, o direito de identidade genética não tem caráter absoluto, não podendo se sobrepor à segurança jurídica e à privacidade da intimidade das relações de parentesco do investigado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;Fonte: &lt;b&gt;STJ&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-4585913141218756191?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/4585913141218756191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/suposta-neta-nao-pode-entrar-com-acao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4585913141218756191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4585913141218756191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/suposta-neta-nao-pode-entrar-com-acao.html' title='Suposta neta não pode entrar com ação de reconhecimento contra avô se pai ainda vive'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-0FNia0wS7gU/TyaThTX3TAI/AAAAAAAAA4c/N7QoE80Rw8E/s72-c/seravoblogdolios_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-3456494262046572128</id><published>2012-01-30T00:59:00.000-08:00</published><updated>2012-01-30T00:59:00.595-08:00</updated><title type='text'>Trabalhadora que engravidou durante contrato de experiência tem garantia de emprego reconhecida</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-Ht1nhIXWIos/TtT3_6__EtI/AAAAAAAACG4/SFc9E2ab4pI/s1600/d+frangosul.jpg" width="326" height="231"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A reclamante chegou a anexar uma ultrassonografia ao processo para comprovar que a gestação teve inicio durante o contrato de experiência, mas o documento não impediu a dispensa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Doux Frangosul S.A. foi condenada a reconhecer estabilidade de emprego a uma gestante que engravidou durante contrato de experiência, e terá que pagar a ela os salários e demais verbas trabalhistas correspondentes ao período entre a rescisão do contrato e cinco meses após o parto. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A reclamante foi admitida pela empresa em agosto de 2009, e dispensada sem justa causa em outubro do mesmo ano. Conforme afirmou, no momento da despedida se encontrava grávida. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para comprovar, anexou ao processo uma ultrassonografia com data de 3 de novembro de 2009, atestando que sua gravidez já durava cinco semanas e, portanto, teria ocorrido durante o contrato de trabalho. Segundo alegou, a empregadora ignorou sua gravidez no momento da dispensa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Diante disso, ajuizou ação trabalhista pedindo reintegração ao emprego ou, caso não fosse possível, o pagamento de salários e verbas trabalhistas correspondentes ao período a que teria direito à estabilidade da gestante. Tais pedidos foram negados pela juíza 1ª Vara do Trabalho de Passo Fundo (RS), com a justificativa de que a empregada não havia confirmado sua gravidez no momento da dispensa. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A magistrada também argumentou que a garantia de emprego à gestante não atinge trabalhadoras em contrato de experiência. Descontente com a decisão, a reclamante apresentou recurso ao TRT4.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao julgar o caso, o relator do acórdão na 9ª Turma, desembargador Cláudio Antônio Cassou Barbosa, afirmou não ser impedimento ao reconhecimento da garantia de emprego o fato do contrato ser de experiência, e citou o artigo 10, inciso II, alínea "B" do Ato das disposições Constitucionais Transitórias. "&lt;em&gt;É fundamental para a apuração do direito ao benefício apenas perquirir se a gravidez ocorreu no período do vínculo&lt;/em&gt; empregatício", explicou o julgador.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para o desembargador, o fundamento da garantia ao emprego da gestante é a proteção do nascituro, assegurado pela Constituição Federal como direito fundamental. "Sendo &lt;em&gt;assim, não cabe estabelecer qualquer limitação ao direito garantido constitucionalmente&lt;/em&gt;", argumentou. &lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; 0182900-57.2009.5.04.0661 (RO)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: TRT4&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-3456494262046572128?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/3456494262046572128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/trabalhadora-que-engravidou-durante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3456494262046572128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3456494262046572128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/trabalhadora-que-engravidou-durante.html' title='Trabalhadora que engravidou durante contrato de experiência tem garantia de emprego reconhecida'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Ht1nhIXWIos/TtT3_6__EtI/AAAAAAAACG4/SFc9E2ab4pI/s72-c/d+frangosul.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-4051737043933270818</id><published>2012-01-27T00:55:00.000-08:00</published><updated>2012-01-27T00:55:00.147-08:00</updated><title type='text'>Fabricantes de cigarro não precisarão indenizar ex-fumantes</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.fottus.com/wp-content/uploads/771%20-%20cigarro/(4).jpg" width="326" height="248"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Juízo considerou que os ex-fumantes tiveram a livre escolha para optar ou não pelo consumo do cigarro, tendo ciência, inclusive, dos malefícios do produto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Souza Cruz e a Philip Morris não precisarão indenizar familiares de duas pessoas que teriam morrido devido ao consumo de cigarro.&amp;nbsp; As decisões foram da 9ª Câmara Cível do TJRS, que manteve as sentenças de 1º grau.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os autores de ambas as ações alegaram que seus parentes teriam falecido por causa de doenças pulmonares atribuídas exclusivamente ao tabagismo. Como reparação, solicitaram indenização por danos morais e materiais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No entanto, os juízes de 1ª instância, ao afastar as pretensões indenizatórias, ressaltaram que a decisão de consumir cigarro é uma questão de livre escolha. Salientaram, também, que há um amplo conhecimento dos riscos associados ao consumo de cigarros. Por fim, argumentaram não existir nexo de causalidade entre o dano alegado e o consumo de cigarros. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em um dos dois processos, o Juízo reiterou que o prazo para a proposição de ações envolvendo relação de consumo é de até cinco anos, a partir da ciência do dano. A demanda, entretanto, havia sido proposta oito anos após a morte da ex-fumante.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: TJRS&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-4051737043933270818?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/4051737043933270818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/fabricantes-de-cigarro-nao-precisarao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4051737043933270818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4051737043933270818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/fabricantes-de-cigarro-nao-precisarao.html' title='Fabricantes de cigarro não precisarão indenizar ex-fumantes'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-253406172928006479</id><published>2012-01-26T00:05:00.000-08:00</published><updated>2012-01-26T00:05:01.179-08:00</updated><title type='text'>Trabalhador que não conseguia emprego por culpa da ex-empregadora será indenizado</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://a7.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc7/305117_239702009406443_213874401989204_690241_6073596_n.jpg" width="398" height="303"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um trabalhador, que não mais conseguiu obter recolocação no mercado depois de ter ajuizado ação trabalhista contra uma indústria alimentícia, teve reconhecida na Justiça sua contestação e será indenizado, por danos morais, no valor de R$25.000,00. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ficou comprovado no processo que a empresa, por meio de seus prepostos, constrangeu outras empresas que lhe prestam serviços a dispensarem o reclamante pelo fato de este ter ajuizado demanda trabalhista contra ela.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A empresa Itaiquara Alimentos S.A., não se conformou com a sua condenação ao pagamento de indenização por danos morais, imposta em 1º grau. Em defesa, a indústria alimentícia alegou que não tem como prática a perseguição de empregados que já ajuizaram ação trabalhista contra ela. Afirmou ainda que as testemunhas indicadas pelo trabalhador revelaram amizade íntima com ela e prestaram depoimentos tendenciosos e inconsistentes. Por fim, sustentou a reclamada que não pode ser responsabilizada pela negativa de contratação do ex-empregado por parte de outras empresas. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;No entanto, esses argumentos não convenceram o relator do recurso, desembargador Marcelo Lamego Pertence, da 7ª Turma do TRT3. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Falando sobre a importância da prova testemunhal, o julgador registrou que o depoimento da testemunha indicada pela empresa comprovou que o homem que teria dado ordens aos prestadores de serviços para que dispensassem o trabalhador era empregado da reclamada, confirmando, assim, o entendimento quanto à autoria do ato ilícito. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Portanto, diante da segurança e da firmeza dos depoimentos das testemunhas, o relator entendeu evidenciado que a ré impôs ao reclamante tratamento discriminatório para admissão pelas empresas terceirizadas, impedindo-o de trabalhar na área em que possui experiência e de prover seu próprio sustento e de sua família. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na avaliação do julgador, ficou comprovado o dano moral decorrente da própria situação embaraçosa a que era submetido o ex-empregado. Nesse sentido, o desembargador entende que a dificuldade de obter recolocação no mercado por razões discriminatórias, certamente gerou desgaste emocional e ansiedade, bem como feriu a honra do trabalhador, atingindo bens de ordem não patrimonial.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"&lt;em&gt;No caso, a culpa da ré é grave, assim como o é o dano provocado, pois o direito de ação é legítimo, não podendo o trabalhador que o exerce ser punido com o alijamento do mercado de trabalho. Além disso, ao mesmo tempo em que a ré estabeleceu uma punição ao autor, criou entre os demais empregados o temor de uma futura ação trabalhista, representando certa ameaça de dano futuro e um constrangimento indevido, razão pela qual o caráter pedagógico da indenização deve ser sobrelevado no presente caso, a fim de evitar a reiteração da conduta da ré&lt;/em&gt;", finalizou o desembargador, mantendo a sentença que condenou a empresa ao pagamento de uma indenização por danos morais, no valor de R$25.000,00.&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo: &lt;/strong&gt;0000878-51.2010.5.03.0070 AIRR&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: TRT3&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-253406172928006479?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/253406172928006479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/trabalhador-que-nao-conseguia-emprego.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/253406172928006479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/253406172928006479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/trabalhador-que-nao-conseguia-emprego.html' title='Trabalhador que não conseguia emprego por culpa da ex-empregadora será indenizado'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-5437314867398167774</id><published>2012-01-25T03:55:00.001-08:00</published><updated>2012-01-25T03:55:28.681-08:00</updated><title type='text'>Hóspede que levou coice de cavalo será indenizada por danos morais</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-votfF3zyoRM/Tx_trC1yieI/AAAAAAAAA4E/XvgSkiBv-OQ/s1600-h/Pirineus%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Pirineus" border="0" alt="Pirineus" src="http://lh5.ggpht.com/--aFz3QQ7CR8/Tx_trydOJeI/AAAAAAAAA4M/rz-4ZPZHGQE/Pirineus_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="180" height="164"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Apesar de a autora e o marido não possuírem nenhuma habilidade de montaria, não lhes foi oferecido qualquer treinamento, item de segurança ou instrutor para auxiliá-los, tendo o passeio terminado com a mulher ferida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Pousada dos Pirineus Ltda, situada na cidade de Pirenópolis (GO), foi condenada a indenizar uma hóspede ferida por um coice em passeio a cavalo. A autora e o marido resolveram pagar pelo passeio. Apesar de ambos não possuírem nenhuma habilidade de montaria, segundo ela, não lhes foi oferecido qualquer treinamento, item de segurança ou instrutor para auxiliá-los. O passeio terminou com a mulher ferida "gravemente" em decorrência de um coice do equino que montava.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na Justiça, ela ajuizou pedido de indenização por danos morais pelos danos estéticos sofridos na perna, que a impedem de ficar a vontade para usar vestidos. Em contestação, a administração da pousada informou que na época do acidente pagou pelos prejuízos sofridos pelo casal, cuja quitação consta do acordo assinado com o esposo dela e por esse motivo o direito à indenização por danos morais teria sido extinto. Contestou, também, a gravidade das sequelas estéticas do acidente, já que o próprio médico que acompanhou o tratamento da autora atestou na ocasião não haver necessidade de cirurgia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tanto na 1ª instância quanto na 2ª, os magistrados afirmaram que o acordo firmado com o marido da autora não desobriga a pousada de indenizá-la pelos danos estéticos sofridos. "&lt;em&gt;Não poderia o cônjuge ter dado, em nome da autora, plena quitação à indenização dos danos estéticos por ela sofridos, pois este ato de transigir possui natureza personalíssima, exigindo, para tanto, que outrem só possa realizá-lo em nome de terceiro se possuir instrumento de mandato com poderes especiais, conforme inteligência dos artigos 653 e 661 do Código Civil&lt;/em&gt;", afirmou, na sentença, o juiz da 7ª Vara Cível do TJDFT.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os desembargadores da Turma confirmaram o entendimento. O relator do recurso reforçou: "&lt;em&gt;Transação extrajudicial realizada pelo cônjuge não tem o condão de afastar a legitimidade de sua esposa, verdadeira titular do direito de personalidade, que foi agredido, para propor ação indenizatória&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quanto à majoração do valor indenizatório, o relator acrescentou: "&lt;em&gt;Considerando especialmente o caráter preventivo da indenização, que tem o fito de a conduta danosa não voltar a se repetir, e o caráter punitivo, visando o ressarcimento pelo dano sofrido, verifico que o valor ora fixado mostra-se inadequado à hipótese vertente&lt;/em&gt;". &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O desembargador considerou por bem aumentar o valor da indenização por danos morais de R$ 5 mil para R$ 10 mil. &lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; 20090111766149&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: TJDFT&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-5437314867398167774?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/5437314867398167774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/hospede-que-levou-coice-de-cavalo-sera.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5437314867398167774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5437314867398167774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/hospede-que-levou-coice-de-cavalo-sera.html' title='Hóspede que levou coice de cavalo será indenizada por danos morais'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/--aFz3QQ7CR8/Tx_trydOJeI/AAAAAAAAA4M/rz-4ZPZHGQE/s72-c/Pirineus_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-8621463519924227441</id><published>2012-01-24T00:41:00.000-08:00</published><updated>2012-01-24T00:41:00.148-08:00</updated><title type='text'>Limitação de recursos é o ponto mais polêmico do novo Código de Processo Civil</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-XhMlOkBLK8g/Tx2NvQ27i6I/AAAAAAAAA30/Fd-BOI03E7s/s1600-h/2310BDE8E5DC25DB090DF6ABF9CCC9999977_cpc%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="2310BDE8E5DC25DB090DF6ABF9CCC9999977_cpc" border="0" alt="2310BDE8E5DC25DB090DF6ABF9CCC9999977_cpc" src="http://lh3.ggpht.com/-U_XbHUmnC1Q/Tx2NwW70knI/AAAAAAAAA38/dCnbVGBVM-I/2310BDE8E5DC25DB090DF6ABF9CCC9999977_cpc_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="293" height="232"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;A limitação e até extinção de alguns recursos judiciais utilizados atualmente são os pontos mais polêmicos da discussão do novo Código de Processo Civil (PL nº 8.046/10) na comissão especial que analisa o tema. Enquanto alguns deputados e juristas defendem a limitação de recursos para simplificar procedimentos e acelerar o cumprimento das decisões, outros temem que a mudança possa sacrificar direitos das pessoas. &lt;p&gt;O projeto do novo CPC prevê duas mudanças polêmicas na parte de recursos: derruba a regra que impede o cumprimento da sentença judicial de primeira instância enquanto não for decidido o recurso da parte perdedora (efeito suspensivo da apelação); e acaba com uma modalidade de contestação baseada no voto não unânime das turmas (embargos infringentes). &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Efeito suspensivo&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;O maior crítico do fim do efeito suspensivo da apelação é o Deputado Vicente Arruda (PR-CE). Pelo projeto em análise, o recurso só vai impedir a execução da sentença se assim decidir o relator da apelação, a pedido específico da parte que perdeu. Caso contrário, vale a sentença do juiz. &lt;p&gt;Para Vicente Arruda, o cumprimento imediato da sentença pode trazer danos ao patrimônio de uma das partes do processo, no caso de uma possível revisão pelo tribunal de segundo grau. “&lt;em&gt;Se for derrubada uma casa durante a execução de um processo, pode haver um mal irreparável no caso de revisão da sentença&lt;/em&gt;”, disse. &lt;p&gt;A mudança, no entanto, foi defendida pelo Advogado processualista Fredie Didier Jr, integrante da comissão de juristas que assessora o relator-geral do novo CPC, Deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA). Segundo o advogado, o texto não acaba com o efeito suspensivo, mas obriga o relator do recurso a decidir a possibilidade, ou não, da execução da sentença. “&lt;em&gt;A diferença é que hoje a apelação pode ser horrorosa, pode ser manifestamente inviável e, mesmo assim, a decisão fica suspensa&lt;/em&gt;”, opinou. &lt;p&gt;Sérgio Barradas Carneiro admitiu que a questão é polêmica. “&lt;em&gt;Em todos os lugares que fui, em todas as audiências, esse assunto foi levantado&lt;/em&gt;”. Ele informou que ainda estuda mudanças no texto, que poderá ser votado pela comissão em março. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fim dos embargos&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;O coro de descontentes na comissão aumenta quando o assunto é o fim dos embargos infringentes, mudança contestada pelos Deputados Efraim Filho (DEM-PB), Miro Teixeira (PDT-RJ) e Vicente Arruda (PR-CE), entre outros. O recurso é limitado aos casos em que haja revisão da sentença de mérito ou procedência da ação rescisória em decisão não unânime de colegiado. &lt;p&gt;Miro Teixeira argumenta que, embora pouco utilizado, o embargo infringente dá garantias ao cidadão e impede que haja combinação de votos entre desembargadores. Para Efraim, o recurso acabou virando o “bode expiatório” da reforma. “&lt;em&gt;Eles têm caráter pedagógico, ao impedir que duas pessoas de uma turma de três controlem o pensamento do tribunal&lt;/em&gt;”, disse. &lt;p&gt;O sub-relator da parte de recursos, Deputado Hugo Leal (PSC-RJ), afirmou que ainda questiona se eliminar esse dispositivo é ou não a melhor alternativa. “&lt;em&gt;Nesse recurso, uma minoria a favor pode ser a única forma de buscar a defesa e vamos retirar isso? Ainda não fui convencido de que eliminar esse recurso vai resolver a questão da morosidade dos processos&lt;/em&gt;." &lt;p&gt;O relator-geral da proposta também disse que não decidiu se vai votar pela manutenção ou extinção dos recursos. &lt;em&gt;“Eu ainda não tenho posicionamento. É uma questão que está dividida, com ligeira vantagem para a manutenção do recurso&lt;/em&gt;”, disse. &lt;p&gt;Barradas Carneiro minimizou a polêmica sobre os recursos no novo CPC. “&lt;em&gt;Praticamente ficaram todos no projeto, o que muda é o cabimento&lt;/em&gt;”. Ele destacou que uma das mudanças importantes nas regras é a cobrança de honorários também nos recursos, o que vai encarecer as custas de quem recorre só para adiar o cumprimento da decisão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;Fonte: Agência Câmara &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-8621463519924227441?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/8621463519924227441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/limitacao-de-recursos-e-o-ponto-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8621463519924227441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8621463519924227441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/limitacao-de-recursos-e-o-ponto-mais.html' title='Limitação de recursos é o ponto mais polêmico do novo Código de Processo Civil'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-U_XbHUmnC1Q/Tx2NwW70knI/AAAAAAAAA38/dCnbVGBVM-I/s72-c/2310BDE8E5DC25DB090DF6ABF9CCC9999977_cpc_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-4139353287062953235</id><published>2012-01-23T04:06:00.001-08:00</published><updated>2012-01-23T04:06:57.163-08:00</updated><title type='text'>Nova lei sobre teletrabalho não inova nem altera os direitos dos trabalhadores</title><content type='html'>&lt;p align="right"&gt;Deu no &lt;a href="http://ucho.info/"&gt;Ucho.Info&lt;/a&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://ucho.info/wp-content/uploads/2012/01/teletrabalho_01.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="teletrabalho_01" alt="" src="http://ucho.info/wp-content/uploads/2012/01/teletrabalho_01.jpg" width="300" height="224"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;Aprovada no final do ano passado, a Lei 12.551/11 acabou com a distinção entre trabalho dentro da empresa e à distância. O novo texto, que modificou por completo o artigo 6º da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), diz que o uso de celular ou e-mail para contato entre empresas e funcionários equivale, por exemplo, às ordens dadas diretamente aos empregados. A norma, já adotada por muitas empresas antes da sanção da presidente Dilma Rousseff, não alterou, efetivamente, a jornada de trabalho. É o que explicam especialistas na área. &lt;p&gt;“&lt;em&gt;A nova lei não trará desdobramentos efetivos, uma vez que o conceito de jornada de trabalho permanece inalterado. Isso porque se trata de tempo do empregado à disposição do empregador, independentemente do local em que aquele estiver&lt;/em&gt;”, diz Carlos Eduardo Dantas Costa, da área trabalhista do escritório Peixoto e Cury Advogados. &lt;p&gt;O viés da nova lei já estava contido na CLT. “&lt;em&gt;O artigo 6º dispõe que, para o reconhecimento do teletrabalho, é obrigatória a existência dos pressupostos da relação de emprego. Ou seja, a subordinação, a onerosidade, a pessoalidade e a habitualidade. Esses requisitos são os mesmos da relação de emprego e que já estavam sedimentados na CLT e nas jurisprudências. Assim, não existe nenhuma inovação&lt;/em&gt;”, destaca Alan Balaban Sasson, sócio do Braga e Balaban Advogados. &lt;p&gt;Em diversos países o teletrabalho é regido por contratos entre as partes e tem a lei trabalhista como norteadora de direitos e deveres. O melhor exemplo é Portugal, onde ele é regulamentado no Código do Trabalho, com características e especificações bem conceituadas, que previnem e garantem segurança jurídica entre as partes. &lt;p&gt;Na visão de Alan Balaban, a única forma de solucionar os atuais e futuros conflitos seria a criação de um novo texto trabalhista. “&lt;em&gt;Se o Brasil já é a sexta economia do mundo, deveria demonstrar de vez o amadurecimento. Uma legislação trabalhista moderna e flexível seria o melhor caminho para avançarmos com segurança pelas próximas décadas, desonerando os empresários e evitando o desemprego&lt;/em&gt;”, afirma o advogado.   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-4139353287062953235?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/4139353287062953235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/nova-lei-sobre-teletrabalho-nao-inova.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4139353287062953235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4139353287062953235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/nova-lei-sobre-teletrabalho-nao-inova.html' title='Nova lei sobre teletrabalho não inova nem altera os direitos dos trabalhadores'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-491806994715406251</id><published>2012-01-20T00:36:00.000-08:00</published><updated>2012-01-20T00:36:00.609-08:00</updated><title type='text'>CNJ não é dos magistrados e está trazendo o Judiciário real à tona</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.oab.org.br/arquivos/upload/imagem/D_en_9434.jpg" width="374" height="283"&gt; &lt;p&gt; "&lt;em&gt;O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) não é dos magistrados; é um órgão que deve ser fortalecido para melhorar a Justiça e aproximá-la dos anseios da população&lt;/em&gt;". Para o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, autor da frase, a discussão sobre o papel do CNJ&amp;nbsp; - cujos poderes estão sendo questionados no Supremo Tribunal Federal e serão objeto de um ato público de apoio da OAB Nacional, no próximo dia 31 - está tendo o mérito de trazer o real Judiciário à tona, afastando o Poder da imagem imaculada que parte dos seus componentes tentam construir.&amp;nbsp; &lt;p&gt;Abaixo, íntegra da matéria com entrevista de Ophir Cavalcante ao repórter Luciano Feltrin, publicada no dia 17/01/2012 no jornal Brasil Econômico: &lt;p&gt;As corregedorias dos tribunais regionais não merecem crédito, pois nunca tiveram estrutura e, historicamente, não têm independência para apurar irregularidades ocorridas no Poder Judiciário. &lt;p&gt;A opinião é do presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante. &lt;p&gt;Ele faz coro às declarações do ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes ao Brasil&amp;nbsp; Econômico. &lt;p&gt;Para além da incapacidade técnica das corregedorias locais, há também limitações legais que impedem que investigações internas caminhem. "&lt;em&gt;As corregedorias só investigam juízes de primeira instância. Não chegam aos desembargadores&lt;/em&gt;", explica Cavalcante. &lt;p&gt;Para o presidente da OAB, a situação é tão grave que, antes da existência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), as partes envolvidas em processos eram completas reféns da lentidão e da burocracia do Judiciário. &lt;p&gt;"&lt;em&gt;Não havia a quem reclamar sobre a demora em julgar um processo que se arrastava por anos ou sobre a baixa frequência de um magistrado&lt;/em&gt;", exemplifica. &lt;p&gt;A OAB prepara um evento em defesa à independência do CNJ. O ato público acontecerá no dia 31 de janeiro e tem como objetivo principal erguer a bandeira de que o órgão possa fazer investigações independentemente das corregedorias regionais de Justiça. &lt;p&gt;"&lt;em&gt;A discussão deixou claro que o CNJ não é dos magistrados.É um órgão que deve ser fortalecido para melhorar a Justiça e aproximá-la dos anseios da população&lt;/em&gt;", diz Cavalcante. &lt;p&gt; Para o presidente da OAB, o principal mérito da discussão sobre quais devem ser os limites legais do CNJ é o fato de trazer o real Judiciário à tona, afastando o Poder da imagem imaculada que parte dos seus componentes tentam construir. "&lt;em&gt;Esse debate jamais surgiria dentro dos gabinetes&lt;/em&gt;", concluiu. &lt;p&gt;Fonte: Brasil Econômico   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-491806994715406251?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/491806994715406251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/cnj-nao-e-dos-magistrados-e-esta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/491806994715406251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/491806994715406251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/cnj-nao-e-dos-magistrados-e-esta.html' title='CNJ não é dos magistrados e está trazendo o Judiciário real à tona'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-7426659550192984328</id><published>2012-01-19T00:29:00.000-08:00</published><updated>2012-01-19T00:29:00.087-08:00</updated><title type='text'>Inadimplência contumaz desabona consumidor para indenização por dano moral</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="http://www.abdic.org.br/img/spc_serasa.gif" width="210" height="210"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O histórico da autora, que revelou não se tratar de uma situação isolada visto que havia um rol de ocorrências anteriores, foi levado em consideração.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O recurso interposto por uma consumidora, contra sentença que lhe negara indenização por danos morais devido &lt;em&gt;"injusta inclusão de seu nome nos serviços de proteção ao crédito por mercado de São José",&lt;/em&gt; foi negado pela 4ª Câmara de Direito Civil do TJSC.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Embora inicialmente tenha negado o inadimplemento da dívida, a autora reconheceu que o débito somente foi quitado 10 meses após o vencimento. Isso, segundo o relator, legitimou a restrição de crédito. Porém, o cancelamento da restrição ocorreu somente dois meses após a data do pagamento. Em razão disso, a consumidora requereu na Justiça a indenização negada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O desembargador Luiz Fernando Boller anotou que, por via de regra, a negativação indevida faz surgir o dever de indenizar, ainda que não demonstrado o abalo anímico, já que presumido. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;No caso em tela, contudo, o relator levou em consideração o histórico da consumidora. "&lt;em&gt;Declaração fornecida pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Florianópolis revela que a negativação do nome da autora já havia sido comandada em 17 de junho de 2005, ou seja, aproximadamente dois anos e cinco meses antes de o demandado proceder à restrição ora combatida. E não se diga tratar-se de uma situação isolada, visto que, de acordo com o já mencionado, o rol de ocorrências mencionadas (…) é bastante amplo, indicando o descumprimento reiterado de obrigações contratuais&lt;/em&gt;", frisou Boller.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em seu voto, o magistrado baseou-se também na Súmula n. 385 do STJ. "&lt;em&gt;O acolhimento do pleito recursal equivaleria à bonificação do mau pagador, que, com escrachada desídia, enseja o reiterado acionamento de toda uma estrutura destinada à conservação do patrimônio das pessoas jurídicas&lt;/em&gt;", finalizou. &lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo: &lt;/strong&gt;Apelação Cível n. 2010.086483-8&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: TJSC&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-7426659550192984328?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/7426659550192984328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/inadimplencia-contumaz-desabona.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/7426659550192984328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/7426659550192984328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/inadimplencia-contumaz-desabona.html' title='Inadimplência contumaz desabona consumidor para indenização por dano moral'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-7978972034932248328</id><published>2012-01-18T00:03:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T00:03:00.940-08:00</updated><title type='text'>Mandados de prisão na internet</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://mtnoticias.net/system/archives/6995/large/algemas%20(2).jpg?1321692982" width="340" height="257"&gt; &lt;p&gt;Foi inaugurado dia&amp;nbsp; 16.01.2012, o Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), que exibirá informações como nome, número de documento, qualificação e foto de pessoas procuradas no portal do Conselho Nacional de Justiça. Esse banco de dados centralizará mandados de Tribunais de Justiça dos estados e do Distrito Federal e dos Tribunais Regionais Federais, de modo a facilitar a execução dos mandados pelos operadores de segurança pública do país. &lt;p&gt;O policial poderá imprimir o documento necessário para efetuar a prisão do procurado diretamente do site. Antes desse sistema, se um policial localizasse um foragido em outro estado, era necessário uma série de trâmites legais para emissão dos documentos que permitissem a prisão. Com a novidade, será possível eliminar a necessidade de reinserção manual dos documentos para alimentar o cadastro. &lt;p&gt;Para mais informações, consulte o site do CNJ: &lt;a href="http://www.cnj.jus.br/"&gt;http://www.cnj.jus.br/&lt;/a&gt; &lt;p&gt;Fonte: Instituto Brasileiro de Ciências Criminais   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-7978972034932248328?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/7978972034932248328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/mandados-de-prisao-na-internet.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/7978972034932248328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/7978972034932248328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/mandados-de-prisao-na-internet.html' title='Mandados de prisão na internet'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-6467686301828814468</id><published>2012-01-17T00:37:00.000-08:00</published><updated>2012-01-17T00:37:00.147-08:00</updated><title type='text'>Operações financeiras suspeitas de juízes e servidores do Judiciário chegam a R$ 856 milhões nos últimos dez anos</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-KV2Z5d6yDHw/Tw56Sg0_MRI/AAAAAAAAGHE/7wgi3HeP3jY/s400/ELIANA+CALMON.jpg" width="348" height="285"&gt; &lt;p align="center"&gt;Corregedora Eliana Calmon  &lt;p&gt;Uma análise sobre as movimentações financeiras de juízes e servidores do Judiciário mostrou que há R$ 855,7 milhões em operações suspeitas entre 2000 e 2010, segundo relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O órgão fez uma varredura nos dados financeiros de um universo de mais de 216 mil pessoas ligadas ao Judiciário, sendo que 3.426 pessoas tiveram movimentação considerada fora da rotina, as chamadas operações atípicas. &lt;p&gt;O relatório foi solicitado pela Corregedoria Nacional de Justiça, em julho de 2010, e, a partir de ontem (12.01), passou a integrar o processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) para sustar as investigações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre os ganhos de magistrados e servidores. &lt;p&gt;Movimentações atípicas não são transações irregulares e, sim, operações financeiras que fogem dos padrões da norma bancária e do sistema nacional de prevenção de &lt;em&gt;lavagem&lt;/em&gt; de dinheiro. &lt;p&gt;De acordo com o Coaf, o maior número de operações atípicas no Judiciário foi registrado em 2002, quando apenas uma pessoa do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1), do Rio de Janeiro, movimentou R$ 282,9 milhões, ou 94,3% das movimentações fora do normal registradas no ano (R$ 300,2 milhões). &lt;p&gt;Em 2008, houve um novo pico de transações anormais: R$ 159,6 milhões. Segundo o Coaf, apenas três pessoas – duas ligadas ao Tribunal de Justiça Militar de São Paulo e uma ligada ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) – movimentaram R$ 116,5 milhões, ou 73% do apurado no ano. &lt;p&gt;O Estado que registrou o maior montante de operações atípicas na década passada foi São Paulo (R$ 169,7 milhões), seguido pelo Rio de Janeiro (R$ 149,3 milhões) e a Bahia (R$ 145,4 milhões). O Rio Grande do Sul foi o único Estado onde não se registrou nenhuma movimentação atípica entre 2000 e 2010. &lt;p&gt;Conforme adiantou a Corregedora Eliana Calmon à Agência Brasil, o relatório do Coaf que chegou à corregedoria não apontava nomes e números de Cadastro de Pessoa Física (CPF). Para integrar o processo, a corregedoria precisou pedir que o Coaf retirasse o caráter confidencial do documento, o que ocorreu no dia (11.01).&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: &lt;b&gt;Agência Brasil&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;em&gt;Débora Zampier&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;Repórter da Agência Brasil &lt;/em&gt;&lt;/i&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-6467686301828814468?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/6467686301828814468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/operacoes-financeiras-suspeitas-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/6467686301828814468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/6467686301828814468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/operacoes-financeiras-suspeitas-de.html' title='Operações financeiras suspeitas de juízes e servidores do Judiciário chegam a R$ 856 milhões nos últimos dez anos'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-KV2Z5d6yDHw/Tw56Sg0_MRI/AAAAAAAAGHE/7wgi3HeP3jY/s72-c/ELIANA+CALMON.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-6428415463923898571</id><published>2012-01-16T01:04:00.000-08:00</published><updated>2012-01-16T01:04:00.476-08:00</updated><title type='text'>Distribuidora farmacêutica é absolvida de indenizar empregado revistado de cueca</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://freakshow.blogtv.uol.com.br/img/Image/Freakshow/2008/Novembro/cueca.jpg" width="210" height="210"&gt; &lt;p&gt;Um trabalhador que ficava só de cueca enquanto o encarregado da empresa realizava vistoria visual para certificar que não havia desvio dos produtos comercializados não será indenizado por danos morais, como pretendia.  &lt;p&gt;Por maioria, a Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho decidiu excluir da condenação o pagamento da indenização, conforme voto do Ministro Fernando Eizo Ono. O relator do caso considerou justificável o tipo de revista íntima por que passavam os funcionários da Distribuidora Farmacêutica Panarello, de Pernambuco, por levar em conta que a empresa comercializava medicamentos de venda controlada (com substâncias entorpecentes e psicotrópicas) e havia necessidade de controle rigoroso da saída desses produtos do estabelecimento. &lt;p&gt;A empresa recorreu ao TST depois que o Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (PE) manteve a sentença de origem que a condenara ao pagamento de indenização de R$ 40mil por dano moral. Segundo o TRT, a revista expunha o trabalhador a situações vexatórias e humilhantes, e cabia ao empregador investir em outros meios de segurança e controle dos medicamentos comercializados. &lt;p&gt;No recurso de revista ao TST, a distribuidora sustentou que a vistoria era feita de forma coletiva ou individual (a critério do empregado), sem contato físico (apenas visual), em sala privativa e por encarregado do mesmo sexo do empregado vistoriado. A partir de novembro de 2003, informou, as inspeções passaram a ser feitas por meio de bastão eletromagnético (detector de metais). &lt;p&gt;O relator do recurso, Ministro Eizo Ono, destacou que a questão a ser discutida era se a revista íntima era necessária, justa e adequada, a fim de evitar o desvio de substâncias entorpecentes e psicotrópicas da empresa. Para a Ministra Maria de Assis Calsing, a revista poderia ser feita de forma menos humilhante para o trabalhador, como, por exemplo, por meio de aparelho. Por esse motivo, divergiu do relator e defendeu o pagamento da indenização. &lt;p&gt;Com apoio do Ministro Milton de Moura França, saiu vitoriosa a tese do relator no sentido de que a empresa deve cercar-se de todos os cuidados para impedir o desvio de remédios, cuja venda atualmente sofre controle rigoroso dos órgãos fiscalizadores da Vigilância Sanitária e do Ministério da Saúde. Ainda de acordo com o Ministro Eizo Ono, o direito do empregado de ter garantida a sua privacidade e intimidade (nos termos do art. 5º, inciso X, da Constituição Federal) não é absoluto: a revista íntima, realizada sem excessos ou abusos, prevalece sobre o direito de intimidade quando existir interesse público relativo à segurança da sociedade (como na hipótese). &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; RR nº 162.400/53.2005.5.06.0014&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: &lt;b&gt;TST&lt;/b&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-6428415463923898571?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/6428415463923898571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/distribuidora-farmaceutica-e-absolvida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/6428415463923898571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/6428415463923898571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/distribuidora-farmaceutica-e-absolvida.html' title='Distribuidora farmacêutica é absolvida de indenizar empregado revistado de cueca'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-9113597457258637700</id><published>2012-01-13T00:51:00.000-08:00</published><updated>2012-01-13T00:51:00.422-08:00</updated><title type='text'>Prazo para interpor embargos na ação de execução fiscal é de 30 dias</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://jornale.com.br/mirian/wp-content/uploads/2011/08/execucao-fiscal.jpg" width="251" height="205"&gt; &lt;p&gt;Na ação de execução fiscal, o executado tem prazo para interpor embargos de 30, e não de cinco dias. Com base nesse entendimento, a Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho reformou decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP) que julgou intempestivos os embargos interpostos depois dos cinco dias previstos no art. 884 da CLT pela Indústria e Comércio de Bebidas Conquista Ltda., em ação de cobrança judicial de dívida ativa da Fazenda Pública. &lt;p&gt;Para o Ministro Walmir Oliveira da Costa, relator do recurso de revista da empresa, não são aplicáveis à execução fiscal da dívida ativa os preceitos que regem a execução trabalhista. Segundo ele, o prazo de cinco dias fixado na CLT é restrito aos embargos à execução de sentença condenatória trabalhista, e não se aplica a ação de execução fiscal. &lt;p&gt;Ao examinar agravo de petição, em ação de execução fiscal da dívida ativa da Fazenda Pública contra a empregadora, o TRT de Campinas manteve a sentença que declarara intempestivos os embargos. Ao examinar recurso contra essa decisão, o Ministro Walmir esclareceu que, na cobrança judicial da dívida ativa da Fazenda Pública, aplica-se o disposto no art. 16 da Lei nº 6.830/80, pelo qual o executado contará, para interpor embargos, com prazo de 30 dias, contados da garantia da execução. &lt;p&gt;Ao divergir dessa orientação, declarando a intempestividade dos embargos o TRT/Campinas afrontou "o devido processo legal e o direito de defesa da parte". Com a decisão da Primeira Turma do TST, o processo retornará agora à Vara do Trabalho de origem para que seja examinado o mérito dos embargos da executada. &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; RR nº 30.900/35.2008.5.15.0036&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: &lt;b&gt;TST&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-9113597457258637700?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/9113597457258637700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/prazo-para-interpor-embargos-na-acao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/9113597457258637700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/9113597457258637700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/prazo-para-interpor-embargos-na-acao-de.html' title='Prazo para interpor embargos na ação de execução fiscal é de 30 dias'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2879774710272222461</id><published>2012-01-12T00:09:00.000-08:00</published><updated>2012-01-12T00:09:00.239-08:00</updated><title type='text'>Proposta fixa teto para honorário advocatício em cobrança extrajudicial</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.patosonline.com/painel/meusUploads/1306685953.jpg" width="254" height="192"&gt; &lt;p&gt;Tramita na Câmara o Projeto de Lei nº 2.502/11, do Deputado Dr. Jorge Silva (PDT-ES), que fixa o valor máximo dos honorários advocatícios de cobranças extrajudiciais nos contratos de arrendamento mercantil e de crédito direto ao consumidor. Pela proposta, os honorários advocatícios em caso de cobrança extrajudicial por falta de pagamento de prestação serão de, no máximo, 5% do valor total devido. &lt;p&gt;De acordo com o autor, atualmente o consumidor é obrigado a pagar, além da multa contratual, honorários que chegam a 30% do valor do débito. “&lt;em&gt;O objetivo desta proposta é fixar um valor máximo para esse tipo de cobrança, como forma de garantir que o consumidor não seja indevidamente onerado. Assim, acreditamos que será mais fácil os cidadãos quitarem seus débitos&lt;/em&gt;”, explica Silva. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tramitação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A proposta tramita em caráter conclusivo e será examinada pelas Comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição, Justiça e Cidadania.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: &lt;b&gt;Agência Câmara &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2879774710272222461?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2879774710272222461/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/proposta-fixa-teto-para-honorario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2879774710272222461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2879774710272222461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/proposta-fixa-teto-para-honorario.html' title='Proposta fixa teto para honorário advocatício em cobrança extrajudicial'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-897289549947211587</id><published>2012-01-11T00:52:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T03:59:30.556-08:00</updated><title type='text'>OAB promove ato dia 31/01 contra o esvaziamento do CNJ pelo Supremo</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-LbZZaxhU738/Tw15dSMEeeI/AAAAAAAAA3s/TWC4Ddu_YJE/s1600-h/AtoCNJ%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="AtoCNJ" border="0" alt="AtoCNJ" src="http://lh6.ggpht.com/-vI0tp0nQOn0/Tw15eVqr7_I/AAAAAAAAA3w/XLL2fmNiBxQ/AtoCNJ_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="579" height="409"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil promoverá ato público no próximo dia 31, em sua sede, em Brasília, em defesa das atribuições do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para processar e julgar questões ético-disciplinares envolvendo magistrados - atribuições essas que estão ameaçados por ação movida no Supremo Tribunal Federal (STF) pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).  &lt;p&gt;O ato foi anunciado pelo presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, e contará com participação de juristas, parlamentares, artistas, jornalistas e diversas entidades da sociedade civil.  &lt;p&gt;"&lt;em&gt;O CNJ é fundamental para dar transparência à Justiça brasileira, que, entre todos os poderes, ainda é o mais fechado de todos, sendo que esse é um poder que tem que servir à sociedade&lt;/em&gt;", afirmou Ophir. "&lt;em&gt;O CNJ ainda não avançou como deveria, ainda há resistências nos Tribunais superiores, mas isso precisa ser vencido pela força da sociedade para que o Judiciário tenha mecanismos de transparência&lt;/em&gt;", acrescentou, ao criticar o corporativismo da ação da AMB, que obteve liminar concedida pelo ministro Marco Aurelio Mello.  &lt;p&gt;"&lt;em&gt;A correção dos desvios ético-disciplinares é fundamental para a credibilidade da Justiça brasileira", diz Ophir. Ele lembra que o CNJ surgiu em 2005, dentro da Emenda Constitucional 45, como uma resposta aos reclames da sociedade em relação ao poder fechado que é o Judiciário. "A parte ética em relação a magistrados sempre foi tratada sem compromisso maior com a apuração e conclusão efetiva sobre acusações. O Judiciário era um poder extremamente corporativo, com proteção grande aos erros internos. As corregedorias não venciam essa demanda porque eram desestruturadas ou culturalmente foram criadas para não fiscalizar. O CNJ nasceu por conta desse anseio de conferir transparência ao Judiciário, porque corrige os desvios de conduta dos demais poderes&lt;/em&gt;".  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil      &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-897289549947211587?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/897289549947211587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/oab-promove-ato-dia-3101-contra-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/897289549947211587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/897289549947211587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/oab-promove-ato-dia-3101-contra-o.html' title='OAB promove ato dia 31/01 contra o esvaziamento do CNJ pelo Supremo'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-vI0tp0nQOn0/Tw15eVqr7_I/AAAAAAAAA3w/XLL2fmNiBxQ/s72-c/AtoCNJ_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-6941006549468820606</id><published>2012-01-10T00:52:00.000-08:00</published><updated>2012-01-10T00:52:00.378-08:00</updated><title type='text'>Dez anos de Código Civil.</title><content type='html'>&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;Deu no &lt;a href="http://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI147624,71043-Dez+anos+de+Codigo+Civil++Livres+reflexoes"&gt;Migalhas&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="http://www.globalframe.com.br/gf_base/empresas/MIGA/imagens/8D81538D9A848901751D06244D33A69BD551_venosa.jpg"&gt;&lt;/strong&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Sílvio de Salvo Venosa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Livres reflexões.&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;Quando completa dez anos desde a sua promulgação, a aplicação do &lt;a href="http://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI147624,71043-Dez+anos+de+Codigo+Civil++Livres+reflexoes"&gt;Código Civil de 2002&lt;/a&gt; nos leva necessariamente a meditar sobre vários de seus aspectos. Esse período coincide com a ascensão econômica de nosso país no contexto mundial e com a ebulição de uma crise desnecessária e inédita no Poder Judiciário em torno, principalmente, de gestão de poderes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É importante acentuar que essa azáfama envolvendo assuntos administrativos fundamentais do Judiciário desenlaça um desânimo por parte dos magistrados na sua arte de julgar e em rebaixamento de sua moral. Isso nos leva a considerar que a figura do juiz, no Código Civil deste século, colocou o magistrado como peça fundamental na utilização do estatuto. Aproxima em muito a atividade do juiz brasileiro dos julgadores do sistema anglosaxão, com as denominadas cláusulas abertas, presentes em inúmeros artigos, convoca o julgador para aplicar a melhor solução que o caso concreto requer, dando-lhe um espaço amplo de escolha. Recorde-se o emblemático art. 421, que menciona que a liberdade de contratar será exercida em razão e nos limites da &lt;em&gt;função social&lt;/em&gt; do contrato. Essa norma, aberta ou genérica, dentre as inúmeras desse gênero presentes no Código, deve ser preenchida pelo julgador no caso concreto. A função social avalia-se na concretude do direito. Esse quadro deve merecer deslinde que não coloque em risco a segurança jurídica, um dos pontos delicados das cláusulas abertas. Esse é o grande desafio do julgador. Assim, não se pode apontar aprioristicamente se um contrato atende ou não o interesse social. Quando o julgador concluir que um contrato, no todo ou em parte, desvia-se de sua função social, deverá extirpar sua eficácia ou, se for o caso, adaptá-lo às necessidades sociais, tal como o fará com as cláusulas abusivas. Nisso o direito pátrio, como acentuado, se aproxima muito do direito inglês e norteamericano. &lt;p&gt;Essa atividade jurisdicional, muito acentuada no presente Código, exige do magistrado, além de suas qualidades elementares, perspicácia social e elevada cultura, além de tranquilidade comportamental, nem sempre presentes nas atuais gerações. A tormentosa crise do Judiciário é mais um fator de inquietação para o jurisdicionado. A mais fundamental de todas as qualidades desse aplicador do Direito, a se manifestar palpitantemente nas cláusulas abertas, é a vocação. Magistrado que busca a carreira, apenas para galgar degraus de funcionário público, será sempre um mau julgador. Infelizmente as nossas faculdades de Direito, com níveis precários, com as exceções conhecidas, não dão o necessário realce ao futuro profissional dos acadêmicos e a esse aspecto vocacional, não só para a magistratura, mas para o vasto campo profissional que se abre ao bacharel. O magistrado, ademais, deve ser sempre um homem do seu tempo, antenado na sociedade que o cerca, uma pessoa do mundo, mundano na acepção mais técnica do termo. Muito foi feito nesse decênio em torno da correta aplicação das cláusulas abertas, mas o seu caminho, como tudo em Direito, será sempre um desafio. &lt;p&gt;Lembrando da forma como foi conduzida a promulgação do Código no início deste século, sem uma participação mais efetiva dos civilistas, várias lacunas foram observadas no estatuto e algumas incongruências que foram colocadas como um peso enorme para os julgadores. O projeto originário dessa lei remonta ao início dos anos 70 e muito necessitava ser adaptado à Constituição atual e aos novos anseios e conquistas sociais. A promulgação de um Código no século XXI se mostra surpreendente para o mundo ocidental, numa época em que se torna cada vez mais difícil colocar todo um ramo do direito de modo ordenado em uma única lei. A tendência é que os códigos se reduzam a princípios gerais, nos quais a parte geral do Código se mostra efetiva, como a base do direito brasileiro, e princípios obrigacionais. A tendência dos chamados microssistemas ou estatutos se faz cada vez mais acentuada, de forma a gravitar em torno de códigos, estes cada vez mais genéricos e sintéticos. São muitos os exemplos, como o &lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8078compilado.htm"&gt;Código de Defesa do Consumidor&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI147624,71043-Dez+anos+de+Codigo+Civil++Livres+reflexoes"&gt;Estatuto das Cidades&lt;/a&gt;, dentre tantos. O Projeto do &lt;a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=347575"&gt;Estatuto das Famílias&lt;/a&gt; pretende extirpar todo o livro de família do Código Civil, a corroborar o que afirmamos. A tendência é que tenhamos um microssistema registrário, que abrangerá o Direito Imobiliário, e em outros campos do Direito Civil, como o do livro das sucessões. Esse caminho não é só do Direito Civil, mas também de outros campos, como o Direito Penal, cujo código se restringirá cada vez mais à parte geral. &lt;p&gt;Como se percebe, a problemática da codificação neste século nada mais tem a ver com o que ocorreu quando da elaboração dos primeiros códigos da história, em torno dos séculos XVIII e XIX. A era tecnológica nos trouxe outros desafios. Dentre estes, avulta a atividade hermenêutica da doutrina e a exegese dos tribunais, sob novas vestes. A lei e a doutrina manterão sua importância no direito de origem romano germânica, porém cada vez mais avultará a importância dos precedentes, da jurisprudência numa aproximação com os países de língua inglesa, onde ocorre justamente o oposto, em fenômeno que cada vez mais aproxima os dois sistemas, ambos procurando atingir o melhor ideal de justiça, por caminhos diferentes no curso de sua história. &lt;p&gt;Nesses dez anos do Código, período que ora se abre, que estas singelas reflexões sirvam de homenagem a uma lei que, embora com imperfeições como toda obra humana, engrandece sobremaneira a cultura brasileira, como também o fizera o &lt;a href="http://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI147624,71043-Dez+anos+de+Codigo+Civil++Livres+reflexoes"&gt;Código de 1916&lt;/a&gt;. &lt;p&gt;_______________ &lt;p&gt;* Sílvio de Salvo Venosa foi juiz no Estado de São Paulo por 25 anos. Aposentou-se como membro do extinto Primeiro Tribunal de Alçada Civil, passando a integrar o corpo de profissionais de grandes escritórios jurídicos brasileiros.    &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-6941006549468820606?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/6941006549468820606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/dez-anos-de-codigo-civil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/6941006549468820606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/6941006549468820606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/dez-anos-de-codigo-civil.html' title='Dez anos de Código Civil.'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-5134383905935164114</id><published>2012-01-09T00:49:00.000-08:00</published><updated>2012-01-09T00:49:00.177-08:00</updated><title type='text'>Perspectivas de julgamentos do STF em 2012</title><content type='html'>&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://oabac.tempsite.ws/portal/images/stories/fotos_noticias/stf1.jpg"&gt; &lt;p align="left"&gt;Temas de grande relevância para a sociedade brasileira podem entrar na pauta de julgamentos do Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) ao longo de 2012. Entre eles, estão os processos que discutem a constitucionalidade de dispositivos da Lei da Ficha Limpa (LC nº 135/10), os que tratam sobre a validade do sistema de cotas em universidades públicas, além da ação penal que ficou conhecida como processo do “mensalão”. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ficha Limpa&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;A legalidade de dispositivos da Lei da Ficha Limpa é discutida nas Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs nºs 29 e 30) e na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI nº 4.578). A norma alterou a Lei Complementar nº 64/90, prevendo novas hipóteses e prazos de inelegibilidade. No início de dezembro, o julgamento conjunto dessas ações foi suspenso pelo pedido de vista do Ministro Dias Toffoli, após o voto do relator, Ministro Luiz Fux, e do Ministro Joaquim Barbosa que decidiram pela constitucionalidade integral da Lei da Ficha Limpa (LC nº 135). O julgamento deve ser retomado este ano.  &lt;p&gt;Em novembro, quando teve início a apreciação dessas ações, o relator dos três processos, Ministro Luiz Fux, votou pela procedência parcial das duas ADCs, ajuizadas, respectivamente, pelo Partido Popular Socialista (PPS) e pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. O ministro votou ainda pela improcedência da ADI nº 4.578, proposta pela Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPF). &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mensalão&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;Outro processo que pode entrar na pauta de julgamentos da Suprema Corte em 2012 é a Ação Penal (AP nº 470), que ficou conhecida como o processo do “mensalão”. Nele, o Ministério Público Federal (MPF) aponta a existência de “um plano criminoso voltado para a compra de votos dentro do Congresso Nacional”. O relator do caso, Ministro Joaquim Barbosa, concluiu, em dezembro, o relatório do processo e o encaminhou para o revisor, Ministro Ricardo Lewandowski. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cotas &lt;/strong&gt; &lt;p&gt;As ações que discutem a constitucionalidade da reserva de vagas em universidades públicas por critérios raciais – as chamadas cotas – também podem ser apreciadas pelos ministros em 2012. A questão foi debatida em audiência pública realizada em fevereiro de 2010 com a participação de especialistas de entidades governamentais e não governamentais.  &lt;p&gt;Dois processos sobre o assunto tramitam na Suprema Corte: a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF nº 186) e o Recurso Extraordinário (RE nº 597.285), ambos de relatoria do Ministro Ricardo Lewandowski. Outras duas (ADIs nºs 3.330 e 3.314) discutem a legalidade do sistema de cotas criado pelo Prouni, o Programa "Universidade para Todos", do Governo Federal.&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desaposentação&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;A validade jurídica do instituto da desaposentação, discutida nos Recursos Extraordinários (REs nºs 381.367 e 661.256), também pode ser apreciada pelos ministros do Supremo até o final de 2012. Se a desaposentação for declarada válida, passará a ser permitida a conversão da aposentadoria proporcional em aposentadoria integral, por meio da renúncia ao primeiro benefício e o recálculo das contribuições recolhidas após a primeira jubilação (aposentadoria).  &lt;p&gt;Em 2011, o Plenário Virtual do STF reconheceu a existência de repercussão geral na questão constitucional discutida no RE nº 661.256. O RE nº 381.367 teve seu julgamento iniciado pelo Plenário da Corte em setembro de 2010, mas foi suspenso por pedido de vista do Ministro Dias Toffoli. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lei seca&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;Também pode entrar na pauta de julgamentos do STF ainda este ano a ADI nº 4.103, em que a Associação Brasileira de Restaurantes e Empresas de Entretenimento (Abrasel) questiona dispositivos da Lei nº 11.705/08, também conhecida como Lei Seca. A norma proíbe a venda de bebidas alcoólicas à beira das rodovias federais ou em terrenos contíguos à faixa de domínio com acesso direto à rodovia. O relator da ADI é o Ministro Luiz Fux, que fará uma audiência pública sobre a matéria no primeiro semestre de 2012.&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Outros temas&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;Outros processos que tratam de matérias de grande relevância para a sociedade podem ser julgados pelo STF até o final de 2012. É o caso da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF nº 54), que requer a autorização do aborto de fetos anencéfalos, e o &lt;em&gt;Habeas Corpus&lt;/em&gt; (HC nº 84.548), que discute a atribuição do Ministério Público para realizar investigações. A situação de cerca de três mil comunidades quilombolas (ADI nº 3.239) e a correção monetária nas cadernetas de poupança, em razão dos planos econômicos Cruzado, Bresser, Verão e Collor I e II (ADPF nº 165) também são temas que podem compor a pauta de julgamentos do STF em 2012.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;Fonte: &lt;b&gt;STF&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-5134383905935164114?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/5134383905935164114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/perspectivas-de-julgamentos-do-stf-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5134383905935164114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5134383905935164114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2012/01/perspectivas-de-julgamentos-do-stf-em.html' title='Perspectivas de julgamentos do STF em 2012'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-5055621681336227027</id><published>2011-12-21T00:11:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T10:25:32.557-08:00</updated><title type='text'>Recesso Aqui Agora–Direito</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="5"&gt;Estaremos em férias até 10/01/2012 – segunda feira.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="5"&gt;Aos amigos internautas que nos brindaram com mais de 20.000 visitas durante o ano de 2011, e aos colaboradores um abençoado Natal e um pujante 2012, com a certeza que estaremos juntos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-NLbIwHT6SJc/Tu8p__cBJqI/AAAAAAAAA3M/vNG5MDF3aX4/s1600-h/feliz_natal%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="feliz_natal" border="0" alt="feliz_natal" src="http://lh6.ggpht.com/-FmQm9PrNOhY/Tu8qBAW6lxI/AAAAAAAAA3Q/0IjeIDFA0aQ/feliz_natal_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="447" height="536"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-5055621681336227027?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/5055621681336227027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/recesso-aqui-agoradireito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5055621681336227027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5055621681336227027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/recesso-aqui-agoradireito.html' title='Recesso Aqui Agora–Direito'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-FmQm9PrNOhY/Tu8qBAW6lxI/AAAAAAAAA3Q/0IjeIDFA0aQ/s72-c/feliz_natal_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-4098280669554109932</id><published>2011-12-20T00:59:00.000-08:00</published><updated>2011-12-20T00:59:00.541-08:00</updated><title type='text'>Gestante em contrato de experiência obtém estabilidade</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQOyk4qI1-5JKVqUDrbuH0Q66gqDvupqTMvd31dEW6oZVdbiyYk6g" width="263" height="236"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Funcionária receberá salários e todos os demais direitos correspondentes ao período de estabilidade, com juros e correção monetária.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Gestante que trabalhava em período de experiência obteve o direito a estabilidade. A empregadora deverá pagar os salários e demais direitos correspondentes ao período de estabilidade, com juros e correção monetária. A decisão foi da 1ª Turma do TST, que reformou sentenças anteriores. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com o relator do recurso, ministro Walmir Oliveira da Costa, o ADCT veda a dispensa arbitrária ou sem justa causa de empregada gestante, desde a confirmação da gravidez até cinco meses depois do parto, sem distinção entre o contrato a prazo determinado, como o de experiência, ou sem duração de prazo.&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo&lt;/strong&gt;: RR-107-20.2011.5.18.0006&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: TST&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Veja também:&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.aquiagoradireito.net/2010/08/gravidez-durante-aviso-previo-da.html"&gt;Gravidez durante aviso-prévio dá direito à estabilidade.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-4098280669554109932?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/4098280669554109932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/gestante-em-contrato-de-experiencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4098280669554109932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4098280669554109932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/gestante-em-contrato-de-experiencia.html' title='Gestante em contrato de experiência obtém estabilidade'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2007386206186782370</id><published>2011-12-19T00:44:00.000-08:00</published><updated>2011-12-19T00:44:01.058-08:00</updated><title type='text'>Diferenças estruturais impedem enquadramento de empregado de cooperativa como bancário</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.sabetudo.net/wp-content/uploads/2011/02/Sicredi-Empr%C3%A9stimo-Pessoal.jpg" width="287" height="240"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Cooperativas de crédito e instituições bancárias e financeiras, embora se assemelhem no tocante à necessidade de autorização prévia para funcionamento pelo Banco Central (art. 18, § 1º, da Lei nº 4.595/64, que regulamenta o Sistema Financeiro Nacional) são distintas em estrutura e funcionamento/operacionalidade. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com base nesse entendimento, a Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho deu provimento a recurso da Confederação Interestadual de Cooperativas Ligadas ao Sicredi e do Banco Cooperativo Sicredi S.A. (Bansicredi) e reformou decisão que determinou o enquadramento como bancário de um empregado de cooperativa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A insurgência dos empregadores ocorreu em face da decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), que afirmou não haver dúvida quanto à condição de bancário do empregado, visto que, pela prova dos autos, a confederação prestava serviço de processamento de dados das contas correntes e de cheques para o banco. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao recorrer ao TST, a confederação e o Bansicredi argumentaram que não se pode confundir confederação de cooperativas com instituição financeira, pois aquelas possuem aspectos jurídicos, econômicos e até estruturais bastante diferentes dos de um banco, especialmente pela ausência de finalidade lucrativa. Sob tal alegação, sustentaram que os empregados das cooperativas de crédito não se equiparam aos bancários e, portanto, não estão sujeitos às regras específicas dessa categoria, inclusive as previstas no art. 224 da CLT.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O empregado foi admitido pela confederação como assistente de processamento. Nesse cargo, efetuava o processamento de dados das contas correntes e empréstimos feitos pelas cooperativas filiadas. O banco Sicredi fazia o processamento de dados e de cheques, com pessoal próprio. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Porém, a partir de janeiro de 2003, todos esses serviços passaram a ser feitos pela confederação, para a qual foram migrados empregados e&amp;nbsp; documentos do banco.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Diante do quadro fático apresentado nos autos, a Ministra Dora Maria da Costa, relatora do recurso na Oitava Turma do TST, em sua análise, deu razão aos empregadores. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ela entendeu que, em razão das diferenças estruturais e operacionais, não cabe cogitar de equiparação entre cooperativas de crédito — sociedades de pessoas que visam o auxílio mútuo — com as instituições financeiras — sociedades de capitais que visam à obtenção de lucro. A Oitava Turma, unanimemente, decidiu nos termos da Orientação Jurisprudencial nº 379 da SDI-1 do TST pela não equiparação como bancário do empregado da cooperativa.&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; RR nº 97.100/89.2009.5.04.0005&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;Fonte: &lt;b&gt;TST&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2007386206186782370?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2007386206186782370/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/diferencas-estruturais-impedem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2007386206186782370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2007386206186782370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/diferencas-estruturais-impedem.html' title='Diferenças estruturais impedem enquadramento de empregado de cooperativa como bancário'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2367581437209189278</id><published>2011-12-16T00:25:00.000-08:00</published><updated>2011-12-16T00:25:00.477-08:00</updated><title type='text'>Antes de decisão a favor de Jader Barbalho, ´magistrados´ do PMDB foram ao STF</title><content type='html'>&lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;Deu no&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.espacovital.com.br/noticia-26413-antes-decisao-favor-jader-barbalho-magistrados-do-pmdb-foram-ao-stf"&gt;Espaço Vital&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.humorpolitico.com.br/wp-content/uploads/2011/12/jader-barbalho-de-volta-141211-waldez-humor-politico.jpg"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O julgamento relâmpago que garantiu a posse de Jader Barbalho (PMDB-PA) no Senado foi antecedido por uma reunião entre a cúpula do PMDB e o presidente do STF, Cezar Peluso. Na terça-feira (13), o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e os senadores Romero Jucá (PMDB-RR), Renan Calheiros (PMDB-AL) e Valdir Raupp (PMDB-RO) foram ao STF discutir a situação de Jader. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;No dia seguinte, o STF poderia criar uma situação esdrúxula: em vez de garantir a posse de Jader Barbalho - que foi o primeiro nas eleições do ano passado - o Supremo poderia dar a vaga ao terceiro colocado nas eleições, o petista Paulo Rocha (PA). Ambos barrados pela Lei da Ficha Limpa e pela mesma razão: renunciaram aos seus mandatos para evitar processos de cassação. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A solução para esse imbróglio vinha sendo debatida pelos ministros reservadamente. Algumas alternativas eram consideradas na reunião prévia ao julgamento, conforme relato de quem participou da conversa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Peluso deu a senha para a solução do caso. Disse que Jader Barbalho poderia entrar com recurso pedindo que o presidente se valesse do voto de Minerva para concluir o julgamento. E foi exatamente o que ocorreu. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo em sua edição de hoje (15). O texto é do jornalista Felipe Recondo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O impasse no caso Jader foi uma das razões para o adiamento, por duas semanas, da sabatina de Rosa Maria Weber, indicada para o STF. Poderia também comprometer a principal demanda hoje do &lt;br&gt;Supremo: o reajuste salarial dos servidores e magistrados. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Some-se, à pressão vinda de fora, que ministros do próprio STF amplificavam a crise. Segundo integrantes da corte, ministros descontentes com o impasse do caso Jader Barbalho colocavam seguidamente na pauta de julgamentos o processo de Paulo Rocha. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;"&lt;em&gt;Não queriam com isso garantir a posse do petista, mas desgastar os colegas, mostrar que a situação era estranha e forçar uma solução rápida para o problema&lt;/em&gt;" - escreve o jornalista Recondo. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo ele, "&lt;em&gt;nesse quadro, Peluso não viu outra solução senão desempatar o julgamento de Jader Barbalho e dar fim a o problema. Peluso se valeu do artigo do regimento interno que garante ao presidente o voto de desempate, prerrogativa que ele mesmo recusou durante o julgamento da constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa&lt;/em&gt;". &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Até hoje, o Supremo não julgou se a lei é, ou não, constitucional. &lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;Leia a matéria seguinte &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;.......................................&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;A liberação do registro de candidatura&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O saite do STF anunciou ontem (14) à tarde que a corte "&lt;em&gt;liberou o registro de candidatura do político Jader Barbalho. No ano passado, Barbalho concorreu a uma cadeira do Senado pelo Pará com o registro de candidatura cassado. Ele foi o segundo candidato mais votado em seu Estado&lt;/em&gt;". &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A decisão desta tarde foi tomada pelo Plenário da corte ao acolher requerimento apresentado pelo político, que pediu a aplicação de dispositivo do Regimento Interno do STF que prevê o voto de qualidade do presidente da corte em casos de empate que decorra de ausência de ministro em virtude de vaga ou licença médica. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A regra está prevista na alínea “b” do inciso IX do artigo 13 do Regimento Interno.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Detalhes&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;Jader Barbalho renunciou em 2001 ao cargo de senador. Na ocasião, ele era alvo de denúncias sobre suposto desvio de dinheiro no Banpará (Banco do Estado do Pará) quando foi governador do Estado.&lt;/li&gt; &lt;li&gt; No mês passado, o Plenário iniciou o julgamento do recurso de Jader Barbalho, que foi interrompido por um empate, com cinco votos favoráveis ao político e cinco contra. &lt;/li&gt; &lt;li&gt;Diante do impasse, a defesa de Jader ingressou com o requerimento, que foi apresentado ao Plenário pelo presidente Cezar Peluso. “&lt;em&gt;Consulto o Plenário se está de acordo com a proposta?&lt;/em&gt;”, questionou o presidente. A decisão pela aplicação do dispositivo foi unânime. &lt;/li&gt; &lt;li&gt;O relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, não participou da decisão porque está de licença médica.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;A decisão do Supremo foi tomada por meio de um recurso chamado embargos de declaração, que visa esclarecer pontos contraditórios ou omissos de uma decisão colegiada. Esse recurso foi interposto contra uma primeira decisão do Supremo que rejeitou pedido feito por Jader Barbalho no RE nº 631102, no qual pedia para cassar decisão do Tribunal Superior Eleitoral que o declarou inelegível com base em dispositivo da Lei da Ficha Limpa.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Em outubro de 2010, quando o STF julgou esse recurso extraordinário, foi mantida a decisão do TSE contra o político. Meses depois, em março deste ano, o Supremo decidiu pela inaplicabilidade da Lei da Ficha Limpa para as eleições de 2010. Diante desse fato, a defesa de Jader apresentou os embargos de declaração solicitando a retratação do Supremo, com a aplicação do novo entendimento.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;No julgamento que empatou, o ministro Peluso integrou corrente favorável ao acolhimento dos &lt;br&gt;embargos e, portanto, pela retratação da Corte. Além dele, votaram nesse sentido os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Marco Aurélio e Celso de Mello. &lt;/li&gt; &lt;li&gt;Em sentido contrário, votaram o relator, ministro Joaquim Barbosa, e os ministros Luiz Fux, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Ricardo Lewandowski e Ayres Britto.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Na decisão que aplicou o "peso" do voto de Minerva, o Plenário do STF aplicou o art. 13. do Regimento Interno, que define - entre as atribuições do presidente - "&lt;em&gt;proferir voto de qualidade nas decisões do Plenário, para as quais o Regimento Interno não preveja solução diversa, quando o empate na votação decorra de ausência de ministro em virtude de vaga ou licença médica superior a 30 dias, quando seja urgente a matéria e não se possa convocar o ministro licenciado&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2367581437209189278?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2367581437209189278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/antes-de-decisao-favor-de-jader.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2367581437209189278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2367581437209189278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/antes-de-decisao-favor-de-jader.html' title='Antes de decisão a favor de Jader Barbalho, ´magistrados´ do PMDB foram ao STF'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-1080569507278346793</id><published>2011-12-15T00:26:00.000-08:00</published><updated>2011-12-15T00:26:00.093-08:00</updated><title type='text'>Justiça do Trabalho inaugura processo judicial eletrônico</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://portal2.trtrio.gov.br:7777/pls/portal/docs/PAGE/ARQUIVOS/PAGNOTICIAS/COPY_OF_ANO2009/PJE.JPG" width="334" height="157"&gt; &lt;p&gt;A Justiça do Trabalho inaugurou, no dia 13/12, a primeira vara trabalhista a funcionar com o processo judicial eletrônico nacional da Justiça do Trabalho, o chamado PJe-JT, em Navegantes, Santa Catarina. O PJe-JT foi o sistema adotado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) como padrão para todos os segmentos do Poder Judiciário. Após passar por adaptações para assimilar as especificidades técnicas de cada um dos ramos, ele substituirá todos os demais sistemas de processo eletrônico atualmente existentes, frutos de iniciativas isoladas de tribunais em todo o país. &lt;p&gt;“&lt;em&gt;Navegantes ganha não apenas uma Vara do Trabalho totalmente digital, em que se abolirá o papel para autuar as peças de um processo.Ganha também uma Vara do Trabalho dotada de um moderno sistema de processo eletrônico&lt;/em&gt;”, afirmou o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), ministro João Oreste Dalazen (ex-conselheiro do CNJ). &lt;p&gt;Na solenidade de inauguração da VT de Navegantes, Dalazen lembrou que a Justiça do Trabalho, até o momento, não contava ainda com um processo eletrônico nacional e unificado. “&lt;em&gt;A rigor, cada TRT desenvolveu um sistema próprio, acoplado a inúmeros aplicativos&lt;/em&gt;”, observou. “&lt;em&gt;Esse é o quadro indesejável e insatisfatório que começa a reverter-se na Justiça do Trabalho&lt;/em&gt;”.  &lt;p&gt;Vantagens - O presidente do TST e do CSJT chamou a atenção para as inúmeras vantagens resultantes do processo de virtualização do processo judicial. O primeiro é a celeridade, fruto da racionalização da dinâmica processual. Os custos também serão substancialmente reduzidos, com o corte de despesas em material de expediente, pessoal, mobiliário, espaço físico e transporte.  &lt;p&gt;Os advogados e as partes beneficiam-se pela possibilidade de consultar os autos digitais sem precisar comparecer ao balcão da secretaria - o que se traduz, também, em maior facilidade de acesso. Outro ponto destacado diz respeito às questões ambientais - tanto o ambiente de trabalho quando o meio ambiente em geral.  &lt;p&gt;Readaptação - Lembrando que a inauguração de hoje representa apenas uma etapa no sentido da informatização da Justiça do Trabalho, o ministro chamou a atenção para a profunda mudança de cultura organizacional resultante da mudança de paradigmas. Ele citou como exemplo a inevitável necessidade de readaptação de servidores cujas atividades serão extintas - como as de autuação e distribuição. “&lt;em&gt;Cabe-nos agora ter presentes os desdobramentos ou impactos, internos e externos, da implantação do sistema e adotar providências&lt;/em&gt;”, afirmou.  &lt;p&gt;O público externo também merecerá atenção. “&lt;em&gt;preocupa-nos a capacitação e a conscientização dos usuários do sistema, especialmente advogados e membros do Ministério Público, que precisam conhecer a ferramenta tecnológica para dela fazer uso adequado&lt;/em&gt;”, assinalou Dalazen. Nesse sentido, a Vara de Navegantes servirá de norte para esse processo de atualização, pois “&lt;em&gt;enfrentará primeiro as necessidades&lt;/em&gt;”.  &lt;p&gt;Há mais de três anos o Tribunal do Trabalho da Paraíba já tem o processo 100% sem papel em todas as Varas do Trabalho e na sede do TRT, mas a Paraíba ainda vai aderir ao sistema nacional proposto pelo CNJ. &lt;p&gt;Fonte: Conselho Nacional de Justiça    &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-1080569507278346793?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/1080569507278346793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/justica-do-trabalho-inaugura-processo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/1080569507278346793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/1080569507278346793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/justica-do-trabalho-inaugura-processo.html' title='Justiça do Trabalho inaugura processo judicial eletrônico'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-7367242690280449272</id><published>2011-12-14T00:30:00.000-08:00</published><updated>2011-12-14T00:30:00.567-08:00</updated><title type='text'>Uso de servidores de outros cargos em função permanente viola direito de candidato aprovado</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://global.org.br/wp-content/uploads/2010/09/stj2.jpg" width="336" height="200"&gt; &lt;p&gt;A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) garantiu o direito à posse de candidata aprovada para o cargo de escrivã do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) além do número de vagas previsto no edital. Para os ministros, o TJRS não pode usar servidores de outros cargos para manter a atividade essencial e sem natureza provisória na vigência de concurso específico.  &lt;p&gt;A candidata foi aprovada na 243º colocação. Ela indicou que foram nomeados 222 aprovados, mas outras 77 vagas estavam providas por meio de designações de servidores de outros cargos do TJRS. Por isso, ela argumentou, em mandado de segurança, ter direito à nomeação, que só era impedida pelo preenchimento irregular e precário dos cargos por meio das designações.  &lt;p&gt;O TJRS, ao julgar o pedido da candidata, afirmou não existir ilegalidade na designação dos servidores do próprio quadro funcional do Poder Judiciário para exercer as atividades de escrivão. A situação não seria equiparável à contratação emergencial de pessoal, e visava apenas a manter as atividades dos serviços judiciários.  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vagas precárias&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;O Ministro Mauro Campbell Marques, relator do recurso apresentado contra a decisão do TJRS, disse que a jurisprudência do STJ reconhece a existência de direito líquido e certo à nomeação de candidatos aprovados dentro do número de vagas previsto no edital.  &lt;p&gt;Por outro lado, observou, eventuais vagas criadas ou surgidas no decorrer da vigência do concurso público, por si só, geram apenas expectativa de direito ao candidato aprovado em concurso, pois o preenchimento dessas vagas está submetido à discricionariedade da Administração Pública.  &lt;p&gt;No caso dos autos, segundo o Ministro Campbell, “é incontroverso o surgimento de novas vagas para o referido cargo, no período de vigência do certame, as quais foram ocupadas, em caráter precário, por meio de designação de servidores do quadro funcional do Poder Judiciário estadual”.  &lt;p&gt;Para o relator, nesse caso, a administração não possui discricionariedade para determinar a convocação dos aprovados. A justificativa do TJRS para as designações – apenas manter as atividades – também seria incabível, por se tratar de atividade essencial prestada pelo Estado sem características de natureza provisória ou transitória. “Portanto, no caso concreto, é manifesto que a designação de servidores públicos de seus quadros, ocupantes de cargos diversos, para exercer a mesma função de candidatos aprovados em certame dentro do prazo de validade, transforma a mera expectativa em direito líquido e certo, em flagrante preterição à ordem de classificação dos candidatos aprovados em concurso público”, concluiu.&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: &lt;b&gt;STJ&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-7367242690280449272?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/7367242690280449272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/uso-de-servidores-de-outros-cargos-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/7367242690280449272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/7367242690280449272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/uso-de-servidores-de-outros-cargos-em.html' title='Uso de servidores de outros cargos em função permanente viola direito de candidato aprovado'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-4509684028593357089</id><published>2011-12-13T00:21:00.000-08:00</published><updated>2011-12-13T00:21:00.400-08:00</updated><title type='text'>Desaposentação é tema de repercussão geral</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_HBRPpkNB89c/SplPJ_BKOOI/AAAAAAAAAqs/-Iot2YduaZw/s1600/aposentadoria.JPG" width="286" height="288"&gt; &lt;p&gt;O Plenário Virtual do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a existência de repercussão geral na questão constitucional suscitada em recurso em que se discute a validade jurídica do instituto da desaposentação, por meio do qual seria permitida a conversão da aposentadoria proporcional em aposentadoria integral, pela renúncia ao primeiro benefício e o recálculo das contribuições recolhidas após a primeira jubilação. A matéria é discutida no Recurso Extraordinário (RE nº 661.256), de relatoria do Ministro Ayres Britto. &lt;p&gt;Segundo o Ministro Ayres Britto, a controvérsia constitucional está submetida ao crivo da Suprema Corte também no RE nº 381.367, cujo julgamento foi suspenso em setembro do ano passado pelo pedido de vista do Ministro Dias Toffoli. No referido recurso, discute-se a constitucionalidade da Lei nº 9.528/97, a qual estabeleceu que “o aposentado pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS) que permanecer em atividade sujeita a este regime, ou a ele retornar, não fará jus a prestação alguma da Previdência Social em decorrência do exercício dessa atividade, exceto ao salário-família e à reabilitação profissional, quando empregado”. &lt;p&gt;“&lt;em&gt;Considerando que o citado RE nº 381.367 foi interposto anteriormente ao advento do instituto da repercussão geral, tenho como oportuna a submissão do presente caso ao Plenário Virtual, a fim de que o entendimento a ser fixado pelo STF possa nortear as decisões dos tribunais do país nos numerosos casos que envolvem a controvérsia&lt;/em&gt;”, destacou o Ministro Ayres Britto ao defender a repercussão geral da matéria em debate no RE nº 661.256. &lt;p&gt;Para o ministro, “&lt;em&gt;salta aos olhos que as questões constitucionais discutidas no caso se encaixam positivamente no âmbito de incidência da repercussão geral&lt;/em&gt;”, visto que são relevantes do ponto de vista econômico, político, social ou jurídico e ultrapassam os interesses subjetivos das partes envolvidas. Há no Brasil 500 mil aposentados que voltaram a trabalhar e contribuem para a Previdência, segundo dados apresentados pela procuradora do INSS na sessão que deu início ao julgamento do RE nº 381.367, no ano passado. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;RE nº 661.256&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;No recurso que teve reconhecida a repercussão geral da matéria constitucional debatida, o INSS questiona decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que reconheceu a um segurado aposentado o direito de renunciar à sua aposentadoria com o objetivo de obter benefício mais vantajoso, sem que para isso tivesse que devolver os valores já recebidos. O autor da ação inicial, que reclama na Justiça o recálculo do benefício, aposentou-se em 1992, após mais de 27 anos de contribuição, mas continuou trabalhando e conta atualmente com mais de 35 anos de atividade remunerada com recolhimento à Previdência. &lt;p&gt;Ao tentar judicialmente a conversão de seu benefício em aposentadoria integral, o aposentado teve seu pedido negado na primeira instância, decisão esta reformada em segundo grau e no STJ. Para o INSS, o reconhecimento do recálculo do benefício, sem a devolução dos valores recebidos, fere o princípio do equilíbrio atuarial e financeiro previsto na Constituição (arts. 195, &lt;em&gt;caput&lt;/em&gt; e § 5º, e 201, &lt;em&gt;caput&lt;/em&gt;), além de contrariar o &lt;em&gt;caput&lt;/em&gt; e o inciso 36 do art. 5º, segundo o qual a lei não prejudicará o ato jurídico perfeito. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;RE nº 381.367&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;No outro recurso (RE nº 381.367), de relatoria do Ministro Marco Aurélio e que trata de matéria constitucional idêntica, aposentadas do Rio Grande do Sul que retornaram à atividade buscam o direito ao recálculo dos benefícios que lhe são pagos pelo INSS, uma vez que voltaram a contribuir para a Previdência Social normalmente, mas a lei só lhes garante o acesso ao salário-família e à reabilitação profissional. As autoras alegam que a referida norma prevista na Lei nº 9.528/97 fere o disposto no art. 201, § 11, da Constituição Federal, segundo o qual “os ganhos habituais do empregado, a qualquer título, serão incorporados ao salário para efeito de contribuição previdenciária e consequente repercussão em benefícios, nos casos e na forma da lei”. &lt;p&gt;O caso começou a ser analisado pelo Plenário do STF em setembro do ano passado, quando o relator votou pelo reconhecimento do direito. Para o Ministro Marco Aurélio, da mesma forma que o trabalhador aposentado que retorna à atividade tem o ônus de contribuir, a Previdência Social tem o dever de, em contrapartida, assegurar-lhe os benefícios próprios, levando em consideração as novas contribuições feitas. O julgamento, no entanto, foi suspenso por pedido de vista.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;Fonte: &lt;b&gt;STF&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-4509684028593357089?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/4509684028593357089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/desaposentacao-e-tema-de-repercussao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4509684028593357089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4509684028593357089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/desaposentacao-e-tema-de-repercussao.html' title='Desaposentação é tema de repercussão geral'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HBRPpkNB89c/SplPJ_BKOOI/AAAAAAAAAqs/-Iot2YduaZw/s72-c/aposentadoria.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-1542242677053988620</id><published>2011-12-12T03:44:00.001-08:00</published><updated>2011-12-12T03:44:37.702-08:00</updated><title type='text'>Comemoração do Dia da Justiça 8 de Dezembro</title><content type='html'>&lt;h4&gt;&lt;font style="font-weight: normal"&gt;Em comemoração ao Dia da Justiça reproduzimos uma matéria publicada no informativo&lt;/font&gt; &lt;a href="http://brasil247.com.br/pt/247/brasil/28964/Ju%C3%ADzes-os-campe%C3%B5es-de-folgas-feriados-e-recesso.htm"&gt;Brasil 247&lt;/a&gt;&lt;font style="font-weight: normal"&gt;, com o título:&lt;/font&gt;&lt;/h4&gt; &lt;h4&gt;&amp;nbsp;&lt;/h4&gt; &lt;h4 align="center"&gt;Juízes: os campeões de folgas, feriados e recesso &lt;/h4&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;img title="Ju&amp;iacute;zes: os campe&amp;otilde;es de folgas, feriados e recesso" alt="Ju&amp;iacute;zes: os campe&amp;otilde;es de folgas, feriados e recesso" src="http://brasil247.com.br/get_img?ImageWidth=651&amp;amp;ImageId=98796"&gt; &lt;font size="1"&gt;Foto: Shutterstock &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;h5&gt;No Dia da Justiça, levantamento do 247 mostra que magistrados têm maior período de descanso, previsto em Lei, entre os trabalhadores brasileiros; são 60 dias de férias coletivas, um recesso de 18 dias no fim do ano e feriados aqui e acolá, como o de hoje&lt;/h5&gt; &lt;p&gt;08 de Dezembro de 2011  &lt;p&gt;Sabe aquele seu processo que se arrasta há anos sem previsão de desenrolar? Possivelmente, você vai praguejar sobre o quanto a Justiça brasileira é lenta, cheia de nuances, margem para recursos aqui e ali, armadilhas mil para quem desconhece os trâmites do Direito. Além desses entraves para que os processos corram, o elevado índice de folgas dos juízes também compromete a efetividade dos trabalhos no Judiciário. &lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Brasil 247&lt;/strong&gt; fez um levantamento sobre o número de feriados e recessos do poder mais suntuoso – pelo menos em termos de salários de seus representantes – do País. Além dos dias de descanso, a que em tese todos os brasileiros têm direito (tais como Natal, Dia de Nossa Senhora etc), o Judiciário tem um lazer estendido ao longo do ano. Para que 30 dias de férias, como o trabalhador comum, se Sua Excelência é um juiz? A categoria usufrui de dois meses! &lt;p&gt;Enquanto muitas empresas dividem os funcionários em turnos de trabalho para as semanas de Natal e Ano-Novo, os juízes têm à disposição 18 dias para ficar à toa. Neste ano, o recesso forense será de 20 de dezembro a 6 de janeiro de 2012. Para que trabalhar nesse período se apenas milhares de brasileiros aguardam uma sentença para, muitas vezes, tomar decisões de vida? &lt;p&gt;Além desse tempo de ócio, os juízes brasileiros também tiram a toga no dia 8 de dezembro – hoje, Dia da Justiça. E penduram o martelo no próprio Dia do Pendura, 11 de agosto, ou do Advogado ou de toda a Justiça, pelo visto. Também no Dia de Todos os Santos, no 1º de novembro. Não é feriado para nenhum brasileiro, à exceção do Judiciário. Seriam os juízes todos os santos? &lt;p&gt;Quando a Justiça para – no Dia da Justiça, do Advogado ou dos Santos Juízes, os prazos dos processos são “prorrogados”, informam as portarias do Supremo, tribunais superiores ou varas. É essa prorrogação que, aqui e lá na frente, afeta os processos de todo o País. &lt;p&gt;A corregedora nacional de Justiça, a ministra Eliana Calmon, defende a redução das férias coletivas do Judiciário de 60 para 30 dias. A ministra já comprou várias brigas com os colegas do Judiciário por peitar práticas no mínimo controversas do Poder que ela é responsável por investigar. &lt;p&gt;Recentemente, o vice-presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Fernando Tourinho Neto, justificou um descanso tão longo para os magistrados com base em "sua [do juiz] preocupação para bem decidir, a falta de recursos materiais para bem desempenhar sua função". Segundo o desembargador, os 60 dias de férias coletivas são efetivos "para eliminar o cansaço cerebral". &lt;p&gt;Cansaço cerebral, desembargador?   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-1542242677053988620?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/1542242677053988620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/comemoracao-do-dia-da-justica-8-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/1542242677053988620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/1542242677053988620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/comemoracao-do-dia-da-justica-8-de.html' title='Comemoração do Dia da Justiça 8 de Dezembro'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-4710076958464007537</id><published>2011-12-09T00:53:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T00:53:00.107-08:00</updated><title type='text'>STF entende que obrigatoriedade de cadastro de juízes no Bacen Jud é válida</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQakzZDjf2izI86XqeB0d4tgvoedIr244D4QnxEjozYDFfZ8JSyjA" width="319" height="206"&gt; &lt;p&gt;Por maioria de votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) considerou válido o ato do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obrigou todos os juízes do país, com função executiva, a se cadastrarem no sistema Bacen Jud. A decisão foi tomada no julgamento do Mandado de Segurança (MS nº 27.621) impetrado na Corte pelo Juiz Roberto Wanderley Nogueira, que questionava a obrigatoriedade. &lt;p&gt;O Bacen Jud é um sistema eletrônico do Banco Central que permite ao juiz solicitar informações sobre movimentação bancária dos clientes das instituições financeiras e determinar o bloqueio de contas. Nos autos de um Pedido de Providências, o CNJ determinou que todos os juízes do Brasil, com função executiva, deveriam se cadastrar obrigatoriamente no sistema. &lt;p&gt;De acordo com o autor do mandado de segurança, o ato do conselho fere seu direito líquido e certo à independência funcional, além de afastá-lo da sua função principal, que é de julgar. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Relatora&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;O julgamento do mandado de segurança teve início em junho deste ano. Na ocasião, a relatora do caso, Ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, votou pela concessão da ordem. Para ela, o CNJ teria desbordado de sua competência constitucional, prevista no art. 103-B da Carta da República. Segundo ela, essa determinação do Conselho não teria embasamento legal. O julgamento foi interrompido por um pedido de vista do Ministro Ricardo Lewandowski, que trouxe o caso de volta para o Pleno na tarde da quarta-feira (07.12). &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Competência administrativa&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;Em seu voto-vista, o Ministro Lewandowski lembrou que a Constituição Federal diz que cabe ao CNJ expedir atos regulamentares no âmbito de sua competência administrativa. E, segundo o ministro, a determinação do CNJ, no sentido de que todos os juízes se cadastrem no Bacen Jud, insere-se nessa competência regulamentar. &lt;p&gt;De acordo com o ministro, a determinação do Conselho não obriga o magistrado a utilizar o Bacen Jud. Para ele, o julgador é absolutamente livre para determinar a penhora ou se a penhora se dará pelo sistema Bacen Jud. Ao magistrado é garantida sua liberdade de convicção para praticar os atos judiciais, disse o Ministro Lewandowski, para quem a determinação do Conselho é exclusivamente no sentido da inscrição no cadastro, sem cunho jurisdicional. &lt;p&gt;Ao se posicionar favorável ao ato do CNJ, o ministro frisou que se o magistrado quiser continuar usando outros métodos de penhora poderá proceder dessa forma. Mas, se quiser utilizar a ferramenta do Banco Central, terá que estar previamente cadastrado. &lt;p&gt;Os Ministros Dias Toffoli, Ayres Britto, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Cezar Peluso acompanharam a divergência aberta pelo Ministro Lewandowski, pelo indeferimento do mandado de segurança. Já a relatora, que votou pela concessão da ordem, foi acompanhada pelos Ministros Luiz Fux e Marco Aurélio.&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: &lt;b&gt;STF&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-4710076958464007537?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/4710076958464007537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/stf-entende-que-obrigatoriedade-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4710076958464007537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4710076958464007537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/stf-entende-que-obrigatoriedade-de.html' title='STF entende que obrigatoriedade de cadastro de juízes no Bacen Jud é válida'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-8895391331651434680</id><published>2011-12-08T03:58:00.001-08:00</published><updated>2011-12-08T03:58:37.871-08:00</updated><title type='text'>Mulher condenada por enganar ex-namorado</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT1RF8TcAroSdTnI9IrW-D79--T7OlmxRoPSgbHb8UCYOX9nhxX" width="370" height="233"&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Justiça do Rio de Janeiro condenou uma mulher a indenizar o ex-namorado por enganá-lo dizendo que tinha um filho com ele. Conforme o processo, o casal teve um relacionamento rápido e, depois, o homem foi procurado e informado que seria o pai da criança. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ele, então, registrou o menino e passou a pagar uma pensão de R$ 100 mensais. A mãe dificultava o convívio entre o filho e o ex-namorado, que pediu um teste de DNA e comprovou a farsa. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na contestação, a mulher alegou que acreditava que o autor fosse o pai de seu filho e que nunca exigiu que ele reconhecesse o menor, o que ele decidiu de espontânea vontade, tanto que não se opôs ao exame de DNA e nunca exigiu alimentos, tendo agido de boa-fé.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por unanimidade, a 10ª Câmara Cível do TJ-RJ manteve a decisão em primeira instância, mas reduziu o valor da indenização de R$ 15 mil para R$ 10 mil. A defesa da mulher pode recorrer da decisão.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo o relator, desembargador Gilberto Dutra Moreira, "&lt;em&gt;a questão não se resume ao pagamento de alimentos que, na presente hipótese, foram reduzidos e voluntariamente fixados, mas no grande impacto que tal notícia exerce na vida de um homem, além do evidente envolvimento emocional do autor com a criança, em situação que se perpetuou por, pelo menos, três anos&lt;/em&gt;". &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na conjunção, o julgado reconheceu que "&lt;em&gt;o dano foi provocado pela manutenção, pela ora apelante, do segredo com relação ao segundo relacionamento, segredo este que provocou danos não somente ao pai, mas, ainda, ao menor&lt;/em&gt;”. &lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; 0222314-02.2010.8.19.0001&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: TJ-RJ&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-8895391331651434680?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/8895391331651434680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/mulher-condenada-por-enganar-ex.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8895391331651434680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8895391331651434680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/mulher-condenada-por-enganar-ex.html' title='Mulher condenada por enganar ex-namorado'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-1674441649554198178</id><published>2011-12-07T03:23:00.001-08:00</published><updated>2011-12-07T03:23:43.033-08:00</updated><title type='text'>Sabatina da ministra Rosa Maria Weber</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="http://www.espacovital.com.br/img/fotos_noticias/20111207_90925.jpg" width="224" height="252"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Punição para &lt;i&gt;"juízes transgressores"&lt;/i&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Indicada para o STF, a ministra Rosa Maria Weber, do TST, defendeu ontem (6) , durante sabatina na Comissão de Constituição de Justiça do Senado, que "&lt;em&gt;juízes transgressores sejam punidos&lt;/em&gt;". Apesar de admitir que magistrados podem ser "&lt;em&gt;bons e maus&lt;/em&gt;", ela opinou que "&lt;em&gt;a imensa maioria dos juízes são de absoluta correição e honestidade&lt;/em&gt;". O questionamento durou seis horas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em outubro passado, a corregedora-nacional Eliana Calmon havia estimado existirem cerca de "um por cento de bandidos de toga". Como a magistratura brasileira tem cerca de 16 mil integrantes, foi fácil chegar à conclusão numérica: os transgressores seriam aproximadamente 160.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"&lt;em&gt;Nada do que é humano a mim é alheio. Os juízes também têm defeitos. Todo grupo, toda instituição tem os bons e maus. Esses eventuais transgressores deverão ser punidos. Temos visto a atuação da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça no exame de infrações. Na minha convicção, a imensa maioria dos juízes é de absoluta correição e honestidade. As exceções, quando constatadas, por óbvio, de uma forma exemplar deverão ser punidas&lt;/em&gt;", disse Rosa aos senadores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"&lt;em&gt;Há de se imaginar para os juízes uma correição ainda mais ética e mais firme do que a outros cidadãos a quem não esteja afeta a tarefa de prestação jurisdicional&lt;/em&gt;", resumiu ela.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se for confirmada como ministra do STF - o que é tido como óbvio - Rosa Weber deverá estar presente no julgamento em que a STF julgará a ação direta de inconstitucionalidade&amp;nbsp; que questiona as atribuições do CNJ e pode esvaziar as funções do órgão de controle externo do Judiciário. A corregedora Eliana Calmon, causou polêmica ao afirmar que a eventual redução dos poderes do colegiado seria o "&lt;em&gt;primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A ADI que pode reduzir a atuação do Conselho Nacional de Justiça questiona se o colegiado poderia punir juízes. A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), responsável pelo processo, defende que o CNJ deve se limitar a atuar nos casos de omissão das corregedorias dos tribunais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ontem, durante a sabatina, os senadores Pedro Taques (PDT-MT) e Aloysio Nunes (PSDB-SP) protestaram contra a recusa da ministra Rosa em expressar sua opinião sobre ações em tramitação no Supremo Tribunal Federal. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Rosa Weber justificou sua posição afirmando "&lt;em&gt;estar impedida de fazê-lo, pois se&amp;nbsp; meu nome for aprovado no Senado, estarei adiantando meu ponto de vista sobre temas aos quais terei que me manifestar nos julgamentos&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pedro Taques reagiu ao silêncio da indicada, defendendo mudanças na Lei Orgânica da Magistratura. "&lt;em&gt;A Loman diz que o magistrado não pode falar sobre processo que julgará. Desde 1988, a Constituição determina que o STF apresente um novo projeto de Loman. Daqui a pouco, não poderemos nem mais fazer perguntas aos sabatinados&lt;/em&gt;” - finalizou.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-1674441649554198178?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/1674441649554198178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/sabatina-da-ministra-rosa-maria-weber.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/1674441649554198178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/1674441649554198178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/sabatina-da-ministra-rosa-maria-weber.html' title='Sabatina da ministra Rosa Maria Weber'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-6989302815854049057</id><published>2011-12-06T03:14:00.001-08:00</published><updated>2011-12-06T03:14:39.625-08:00</updated><title type='text'>Empresa é condenada por expor trabalhador a risco de acidente de trânsito</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.policiamilitar.pr.gov.br/arquivos/Image/rodoviaria/MaquinasAgricolas/Dsc04968.jpg" width="362" height="244"&gt; &lt;p&gt;Com a entrada em vigor da Constituição de 1988, os direitos sociais do trabalhador, principalmente os relacionados à sua saúde e segurança, passaram a ter uma proteção nunca antes vista na história do direito do trabalho no Brasil. Esse fato decorreu, certamente, da consagração dos princípios, também constitucionais, da garantia da dignidade da pessoa humana e do valor social do trabalho.  &lt;p&gt;Tanto que a Constituição assegurou aos trabalhadores urbanos e rurais, no artigo 7º, XXII, a redução dos riscos próprios do trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança. Nesse contexto, o empregador está obrigado a adotar todas as normas de segurança e medicina do trabalho, instruindo ainda os seus empregados quanto às precauções para que sejam evitados acidentes ou doenças. &lt;p&gt;No entanto, nem todos os patrões cumprem com a sua obrigação legal. Por vezes, são omissos, a ponto de expor a vida de seus empregados ao risco. Foi o que ocorreu no caso analisado pelo juiz titular da 3ª Vara do Trabalho de Uberaba, Flávio Vilson da Silva Barbosa.  &lt;p&gt;O empregado, um trabalhador rural da usina reclamada, procurou a Justiça do Trabalho, pedindo indenização por danos morais. Ele alegou que o encarregado e o motorista da empresa faziam uso constante de bebidas alcoólicas no trabalho, sendo que este último conduzia embriagado o veículo que transportava os empregados, o que acabou por lhe gerar abalo psíquico. &lt;p&gt;A empresa negou o fato, classificando-o como surreal, e disse não ser crível que o motorista circulasse bêbado pela BR 050. Mas o magistrado considerou que não há nada de irreal na narrativa do reclamante. As testemunhas relataram que os empregados da usina faziam, sim, uso frequente de bebidas alcoólicas no trabalho e que, certa vez, quase foram vítimas de acidente de trânsito, em razão da embriaguez do motorista responsável pelo transportes dos trabalhadores rurais.  &lt;p&gt;A testemunha da empresa era o próprio motorista, que, segundo o julgador, por razões óbvias, tem interesse pessoal no desfecho do caso e negou o ocorrido. Por isso, as suas declarações não tiveram força suficiente para mudar o convencimento do juiz sentenciante. &lt;p&gt;A exposição a riscos de acidente de trabalho e de trânsito, gerada por ato ilícito de empregados/prepostos da Reclamada, acarreta insegurança ao trabalhador, subtraindo-lhe a paz e a tranquilidade, que são valores extrapatrimoniais, pelos quais merecem ser indenizados, concluiu o magistrado, condenando a reclamada ao pagamento de indenização por danos morais, no valor de R$2.000,00. A empresa apresentou recurso para o TRT da 3ª Região, mas a sentença foi mantida.  &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; RO 0000281-93.2011.5.03.0152&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-6989302815854049057?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/6989302815854049057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/empresa-e-condenada-por-expor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/6989302815854049057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/6989302815854049057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/empresa-e-condenada-por-expor.html' title='Empresa é condenada por expor trabalhador a risco de acidente de trânsito'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2208826713502097139</id><published>2011-12-05T00:35:00.000-08:00</published><updated>2011-12-05T00:35:01.111-08:00</updated><title type='text'>Mera aproximação de interessados não garante comissão para corretor de imóveis</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.bloghestia.com.br/wp-content/uploads/2009/08/42-18440205.jpg" width="237" height="258"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A comissão por corretagem não é devida nos casos em que o corretor aproxima as partes até a assinatura de um termo de compromisso, porém a promessa de compra e venda não é assinada. Isso porque a doutrina entende que o corretor tem obrigação de resultado com o contrato, e esse tipo de caso configura desistência de contrato em negociação, e não arrependimento de contrato fechado. O entendimento é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A decisão se deu no julgamento de recurso em que dois corretores alegavam que a comissão seria devida porque o contrato não foi fechado apenas em razão do arrependimento das partes, hipótese prevista no artigo 725 do Código Civil de 2002. A ação de cobrança de comissão havia sido julgada improcedente pelo juízo de primeiro grau. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo os corretores, a proposta foi aceita pelos possíveis compradores, que pagaram caução no valor de R$ 5 mil. Porém, depois disso, os possíveis compradores adiaram a assinatura da promessa de compra e venda até que, finalmente, desistiram da compra, com o consentimento dos vendedores. Os compradores alegaram que encontraram problemas legais que tornaram a negociação arriscada. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O juízo de primeiro grau entendeu que os corretores assumem obrigação de resultado, e não de meio, portanto não mereceriam a remuneração. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) manteve a sentença e os corretores recorreram ao STJ. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A ministra Nancy Andrighi, relatora do processo, comentou que a jurisprudência do STJ ia no sentido de negar a comissão em casos de não efetivação do negócio. Porém, isso foi ainda na vigência do Código Civil de 1916, que não previa comissão sem concretização do negócio. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com o novo Código Civil, esse tipo de situação passou a ser prevista em lei, conforme o artigo 725. Ainda assim, alguns julgados do STJ ainda consideram a comissão indevida em casos de desistência, como explicado pelo ministro Luis Felipe Salomão em um precedente que traça diferença entre arrependimento, quando existe o consenso das partes e a efetivação dos procedimentos de compra e venda, e mera desistência, quando ainda não houve consentimento dos contratantes. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por outro lado, em um julgado em que a comissão foi considerada devida, o relator, Raul Araújo, destacou as muitas peculiaridades do caso. O compromisso de compra e venda, por exemplo, já estava assinado. &lt;br&gt;No caso em questão, os corretores não chegaram a tanto, portanto, de acordo com a ministra, “&lt;em&gt;não se pode vislumbrar uma atuação suficiente dos corretores para lhes gerar o direito à comissão&lt;/em&gt;”. Um dos aspectos do contrato de corretagem é que ele deve trazer resultado útil para as partes. “&lt;em&gt;Aproximar meros interessados não implica obter resultado útil&lt;/em&gt;”, destacou a ministra.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: STJ - Superior Tribunal de Justiça&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2208826713502097139?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2208826713502097139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/mera-aproximacao-de-interessados-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2208826713502097139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2208826713502097139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/mera-aproximacao-de-interessados-nao.html' title='Mera aproximação de interessados não garante comissão para corretor de imóveis'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2197218338574581766</id><published>2011-12-02T00:41:00.000-08:00</published><updated>2011-12-02T00:41:00.598-08:00</updated><title type='text'>Câmara aprova presença obrigatória de advogado em ações trabalhistas</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.novidadediaria.com.br/wp-content/gallery/dia-do-advogado/dia-do-advogado-3.jpg" width="313" height="230"&gt; &lt;p&gt;A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou no dia 29 de novembro, em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 3392/04, da ex-deputada Dra. Clair (PR), que torna obrigatória a presença de advogado nas ações trabalhistas e fixa os honorários de sucumbência na Justiça do Trabalho.  &lt;p&gt;A proposta segue agora para o Senado, a não ser que haja recurso para votação no Plenário da Câmara.  &lt;p&gt;O relator, deputado Hugo Leal (PSC-RJ), apresentou parecer em favor da proposta. O deputado Fabio Trad (PMDB-MS) também defendeu a medida: “&lt;em&gt;Se o advogado é essencial para a Justiça, como estabelece a Constituição, como ele vai ser prescindível no momento do pedido à Justiça? Não há privilégios corporativos defendidos neste projeto&lt;/em&gt;”, disse. &lt;p&gt;O deputado Roberto Freire (PPS-SP) argumentou que a medida deverá prejudicar o acesso amplo à Justiça do Trabalho e defendeu a rejeição da proposta. “&lt;em&gt;Os advogados no Brasil sempre gozaram de privilégios. Isso está acabando. A Justiça do Trabalho ousou inovar ao permitir seu acesso sem presença de advogado. Esse projeto quer voltar ao monopólio do advogado. Isso não é o que mais bem atende à cidadania&lt;/em&gt;”, afirmou. &lt;p&gt;Para Fabio Trad, contudo, a medida beneficia a população de baixa renda. “&lt;em&gt;O cidadão que ingressa na Justiça litiga contra alguém e esse alguém será assistido por um advogado. Se esse advogado usar termos técnicos, complexos, o cidadão pobre ficará prejudicado. As forças não estarão equiparadas. Os argumentos técnicos usualmente determinam o êxito da causa&lt;/em&gt;”, explicou. &lt;p&gt;Fonte: Câmara dos Deputados Federais   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2197218338574581766?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2197218338574581766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/camara-aprova-presenca-obrigatoria-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2197218338574581766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2197218338574581766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/camara-aprova-presenca-obrigatoria-de.html' title='Câmara aprova presença obrigatória de advogado em ações trabalhistas'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-7025128872377507703</id><published>2011-12-01T00:00:00.000-08:00</published><updated>2011-12-01T00:00:13.195-08:00</updated><title type='text'>Ministro Joaquim Barbosa conclui voto sobre Ficha Limpa</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.blogdodecio.com.br/wp-content/uploads/stf-ficha-limpa.jpg"&gt; &lt;p&gt; O ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF), concluiu seu voto sobre a aplicação da Lei da Ficha Limpa a partir das eleições de 2012. No último dia 9, quando o caso estava em julgamento no plenário, Barbosa pediu vista do processo, suspendendo a decisão. Na ocasião, ele disse que esperaria a posse da nova ministra do tribunal, Rosa Maria Weber, para não haver o risco de empate na votação, pois só havia dez ministros presentes. Aparentemente, ele mudou de ideia, porque não há previsão de data para a posse da mais recente integrante do STF. O ministro não quis dar entrevista sobre o assunto. &lt;p&gt;Caberá ao presidente da Corte, ministro Cezar Peluso, marcar nova data para o julgamento. Ele pode aguardar a posse de Rosa Maria ou pôr o caso em votação logo. As sessões do STF vão até o dia 19 de dezembro. Depois, haverá recesso até fevereiro do próximo ano. &lt;p&gt;No dia 9, apenas o relator, ministro Luiz Fux, manifestou-se sobre o assunto. Ele defendeu a aplicação da Ficha Limpa. No julgamento, os ministros vão analisar todos os artigos da lei para verificar se há inconstitucionalidade. A norma proíbe a candidatura de pessoas que tenham sido condenadas por um colegiado ou por quem tiver renunciado ao cargo para escapar de processo de cassação. &lt;p&gt;Serão julgadas três ações, de autoria da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do PPS e da Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL). Enquanto as duas primeiras pedem que a lei seja declarada constitucional, a última pede a declaração de inconstitucionalidade de alguns artigos. &lt;p&gt;Em março, o STF decidiu que a Lei da Ficha Limpa não poderia ser aplicada nas eleições de 2010, mas nada declarou sobre a validade da norma no futuro. Na ocasião, quatro ministros alertaram para inconstitucionalidades na lei. Um dos artigos mais atacados é o que torna possível declarar alguém inelegível por ter renunciado antes da edição da lei. Para alguns ministros, quem renunciou no passado não sabia que o ato geraria essa consequência no futuro e, por isso, não pode ser prejudicado. &lt;p&gt;Antes de tomar posse, Rosa Maria ainda precisa passar por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que deve ocorrer na quinta-feira. Em seguida, o plenário do Senado precisa votar a indicação da ministra. A praxe é pela aprovação dos indicados pelo Planalto.  &lt;p&gt;Fonte: A matéria é de autoria de Carolina Brígido e foi publicada em 30/11 no jornal O Globo   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-7025128872377507703?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/7025128872377507703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/ministro-joaquim-barbosa-conclui-voto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/7025128872377507703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/7025128872377507703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/12/ministro-joaquim-barbosa-conclui-voto.html' title='Ministro Joaquim Barbosa conclui voto sobre Ficha Limpa'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-237445545296891997</id><published>2011-11-30T02:56:00.001-08:00</published><updated>2011-11-30T02:57:06.080-08:00</updated><title type='text'>Juros de mora em indenização por dano moral incidem a partir da data do fato danoso</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.meubolsoemdia.com.br/files/fckeditor/image/comprar_melhor/comprar_melhor_juros_04.jpg" width="317" height="260"&gt; &lt;p&gt;Os juros de mora, nos casos de condenação por dano moral, incidem a partir da data do evento danoso. A decisão é da 2ª seção do STJ, que negou recurso da Empresa Folha da Manhã S/A, condenada a pagar indenização por dano moral ao jornalista Marcelo Fagá (morto em 2003). Com isso, a 2ª seção manteve o entendimento que já prevalecia no STJ – cuja revisão, ante as peculiaridades do caso, era defendida por parte dos ministros.  &lt;p&gt;A questão começou quando o jornal Folha de S. Paulo publicou reportagem envolvendo o nome do jornalista em supostas irregularidades ocorridas no período em que trabalhou na assessoria de imprensa da prefeitura de São Paulo, durante o governo Celso Pitta.  &lt;p&gt;Na matéria, publicada em março de 1999, o jornalista teve o salário revelado e seu nome figurou numa lista intitulada "&lt;em&gt;Os homens de Pitta&lt;/em&gt;". Além disso, apareceu em textos que falavam sobre "&lt;em&gt;máfia da propina&lt;/em&gt;", "&lt;em&gt;uso da máquina&lt;/em&gt;" e "&lt;em&gt;cota de Nicéa Pitta&lt;/em&gt;" (referência a cargos preenchidos por indicação da mulher do então prefeito).  &lt;p&gt;Em primeira instância, a ação foi julgada improcedente, mas o TJ/SP reformou a sentença, determinando a indenização por danos morais no valor de 200 salários mínimos, com juros de mora contados desde a data do fato.  &lt;p&gt;Segundo o TJ/SP, o jornal não se limitou a descrever os fatos noticiados, passando a adjetivar os envolvidos e manipulando, com as técnicas de imprensa, o pensamento de seus leitores. Inclusive teceu conclusão com o veredicto condenatório, sem dar ao jornalista nenhuma oportunidade de defesa. O tribunal estadual também levou em consideração a ausência de qualquer prova quanto ao envolvimento do jornalista nas acusações noticiadas.  &lt;p&gt;A Empresa Folha da Manhã, que edita o jornal, não contestou o dever de indenizar nem o valor fixado, tendo feito, inclusive, o depósito em juízo. A empresa recorreu ao STJ apenas contra o termo inicial dos juros moratórios, alegando que, de acordo com o artigo 407 do CC, "&lt;em&gt;os juros de mora devem ser contados a partir do momento em que se tornou líquida a obrigação da requerente em indenizar, ou seja, no momento em que foi proferida a sentença&lt;/em&gt;".  &lt;p&gt;A relatora do caso, ministra Isabel Gallotti, votou no sentido de que a fluência dos juros moratórios deveria começar na data do trânsito em julgado da condenação. Segundo ela, a questão do termo inicial dos juros de mora no pagamento de indenização por dano moral deveria ser reexaminada, tendo em vista as peculiaridades desse tipo de indenização. A relatora foi acompanhada pelos ministros Antonio Carlos Ferreira, Marco Buzzi e Raul Araújo.  &lt;p&gt;Porém, o ministro Sidnei Beneti iniciou a divergência, no que foi acompanhado pela ministra Nancy Andrighi e pelos ministros Luis Felipe Salomão, Paulo de Tarso Sanseverino e Villas Bôas Cueva. Assim, a relatora ficou vencida.  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Segurança jurídica&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;Para o ministro Sidnei Beneti, o acórdão do TJ/SP está em conformidade com o entendimento do STJ, no sentido de que os juros moratórios incidem desde a data do evento danoso, em caso de responsabilidade extracontratual (súmula 54/STJ).  &lt;p&gt;"&lt;em&gt;Assim, diante de súmula deste Tribunal, a própria segurança jurídica, pela qual clama toda a sociedade brasileira, vem antes em prol da manutenção da orientação há tanto tempo firmada do que de sua alteração&lt;/em&gt;", acrescentou.  &lt;p&gt;A ministra Isabel Gallotti, ao apresentar ratificação de voto após o início da divergência, esclareceu que não estava contradizendo a súmula 54. Especificamente no caso de dano moral puro, que não tem base de cálculo, ela aplicava por analogia a súmula 362, segundo a qual "&lt;em&gt;a correção monetária do valor da indenização do dano moral incide desde a data do arbitramento&lt;/em&gt;".  &lt;p&gt;A relatora afirmou, ainda, que o magistrado, ao fixar o valor da indenização por dano moral, leva em consideração o tempo decorrido entre a data do evento danoso e o dia do arbitramento da indenização pecuniária. Por essas razões, considerou que a data fixada no acórdão proferido pelo tribunal paulista é que deveria ser o termo inicial dos juros de mora. &lt;ul&gt; &lt;li&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Processo&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; : REsp 1132866 &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI145867,21048-Juros+de+mora+em+indenizacao+por+dano+moral+incidem+a+partir+da+data"&gt;Migalhas&lt;/a&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-237445545296891997?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/237445545296891997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/juros-de-mora-em-indenizacao-por-dano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/237445545296891997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/237445545296891997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/juros-de-mora-em-indenizacao-por-dano.html' title='Juros de mora em indenização por dano moral incidem a partir da data do fato danoso'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-7534302378246731651</id><published>2011-11-29T03:16:00.001-08:00</published><updated>2011-11-29T03:16:06.624-08:00</updated><title type='text'>Portos de Paranaguá e Antonina não podem pagar verba trabalhista por precatório</title><content type='html'>&lt;h4 align="center"&gt;&lt;img src="http://portalmaritimo.files.wordpress.com/2011/05/porto-paranagua.jpg" width="377" height="303"&gt;&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) foi condenada ao pagamento de forma direta das verbas trabalhistas devidas a um empregado, nos moldes de uma empresa privada. A entidade pretendia quitar o débito por meio de precatórios, alegando ser uma autarquia estadual, mas a Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho confirmou a decisão que a considerou juridicamente de natureza privada.  &lt;p&gt;Em decisão anterior, a Sexta Turma do TST deu provimento a recurso da empresa contra decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), que, considerando-a entidade privada, a condenou ao pagamento das verbas na forma celetista. A Turma reformou a decisão regional com o entendimento de que a APPA é uma autarquia estadual que presta serviços públicos e, assim, poderia se utilizar do regime de precatórios no pagamento de dívidas trabalhistas.  &lt;p&gt;Inconformado, o empregado recorreu à SDI-1, sustentando a reforma da decisão da Turma, notadamente porque o Tribunal Regional descaracterizou a condição autárquica da APPA em face da alta lucratividade de suas operações. O Regional noticiou ainda que a própria entidade age como empresa privada, a exemplo das verbas em questão, relativas a horas extras, adicional noturno e depósitos do FGTS, entre outras, todas de cunho eminentemente trabalhista.  &lt;p&gt;Ao analisar o recurso do empregado na seção especializada, a relatora, ministra Maria de Assis Calsing, avaliou que a decisão da Turma deveria ser revertida, porque contrariava a Orientação Jurisprudencial nº 87 da SDI-1. Essa OJ determina que a execução contra entidade pública que explora atividade eminentemente econômica, a exemplo da APPA, seja direta. É o que estabelece os artigos 883 da CLT e 173, parágrafo 1º, da Constituição da República.  &lt;p&gt;A relatora ressaltou ainda ser do conhecimento público a informação de que a APPA é uma entidade paraestatal que tem por objetivo a exploração industrial e comercial dos portos. Seu voto foi seguido pela maioria dos integrantes da SDI-1, que deu provimento ao recurso do empregado para restabelecer a decisão do TRT-PR, ficando vencido o ministro Augusto César de Carvalho.  &lt;p&gt;Fonte: Tribunal Superior do Trabalho    &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-7534302378246731651?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/7534302378246731651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/portos-de-paranagua-e-antonina-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/7534302378246731651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/7534302378246731651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/portos-de-paranagua-e-antonina-nao.html' title='Portos de Paranaguá e Antonina não podem pagar verba trabalhista por precatório'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-607703202449181569</id><published>2011-11-28T03:40:00.001-08:00</published><updated>2011-11-28T03:40:24.344-08:00</updated><title type='text'>Mulher queria indenização do Estado por não controlar prole exagerada</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.dolado.com.br/wp-content/uploads/2011/03/quintuplos.jpg" width="372" height="252"&gt; &lt;p&gt;A 4ª Câmara de Direito Público do TJ-SC manteve sentença da comarca de Joinville, que julgou improcedente pedido de indenização por danos morais ajuizado por Marilda da Silva Mates Schulze contra o Estado de Santa Catarina. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A autora alegou que, quando foi submetida a uma cesariana para o nascimento de seu quarto filho, pretendia também fazer uma laqueadura tubária, a fim de não mais engravidar. Depois dos procedimentos, alega, o médico lhe assegurou ter realmente feito a esterilização, com sucesso. &lt;br&gt;Porém, Marilda engravidou novamente sete meses depois e, em decorrência disso, passou a ter problemas psicológicos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Estado, em defesa, afirmou que ela não comprovou que o profissional fez a laqueadura. Ademais, argumentou que, mesmo com a operação, a mulher ainda tem risco de engravidar. Em depoimento, o médico que atendeu Marilda relatou que o bebê apresentava hidrocefalia e derrame pleural, e que, diante desse quadro, não é recomendada a realização de esterilização através de laqueadura tubária. Além disso, só o esposo assinou o documento de autorização do procedimento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“&lt;em&gt;Não comprovado que a gestante foi submetida a laqueadura tubária ou que o médico lhe tenha garantido que a realizou com sucesso, até porque não houve autorização escrita do casal e sim apenas do marido, sem firma reconhecida, além da existência de complicações na gravidez que resultaram no nascimento de criança com problemas de saúde, não pode a mulher reclamar do Estado indenização por erro médico em virtude de ter engravidado novamente&lt;/em&gt;”, anotou o relator da matéria, desembargador Jaime Ramos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O magistrado concluiu que, além das complicações de saúde da criança, faltava autorização plena e eficaz dos cônjuges, daí a impossibilidade de realização da laqueadura, efetivamente não realizada. A votação foi unânime. &lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; nº 2010.000421-2&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: TJ-SC&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-607703202449181569?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/607703202449181569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/mulher-queria-indenizacao-do-estado-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/607703202449181569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/607703202449181569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/mulher-queria-indenizacao-do-estado-por.html' title='Mulher queria indenização do Estado por não controlar prole exagerada'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-3995777342349731008</id><published>2011-11-25T03:40:00.001-08:00</published><updated>2011-11-25T03:40:58.992-08:00</updated><title type='text'>Leitura da Carta de Curitiba encerra XXI Conferência da OAB</title><content type='html'>&lt;h4 align="center"&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="http://www.oab.org.br/arquivos/upload/imagem/D_en_3901.jpg"&gt;&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;Curitiba (PR), 24/11/2011 -&amp;nbsp; A XXI Conferência Nacional dos Advogados, realizada nesta capital desde o último domingo (20) e que reuniu mais de 7 mil participantes, sob a condução do presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, foi encerrada dia 24/11 com a &lt;strong&gt;Carta de Curitiba&lt;/strong&gt;. O documento ressalta que nesses cinco dias de debates os advogados brasileiros "&lt;em&gt;dirigiram seus esforços buscando interpretar o sentimento nacional em torno dos ideais de Liberdade, Democracia e Meio Ambiente&lt;/em&gt;" - tema central da XXI Conferência. A leitura da Carta de Curitiba foi feita pelo Membro Honorário Vitalício da OAB Nacional, Eduardo Seabra Fagundes. &lt;p&gt;A seguir, a íntegra do documento: &lt;p&gt;&lt;strong&gt;CARTA DE CURITIBA&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Reunidos na histórica cidade de Curitiba, os advogados brasileiros, no transcurso da XXI Conferência Nacional realizada de 20 a 24 de novembro de 2011, dirigiram seus esforços buscando interpretar o sentimento nacional em torno dos ideais de Liberdade, Democracia e Meio Ambiente, que pontuam o destino de nosso povo.&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Reafirmam os advogados sua crença na imprensa livre e sujeita apenas aos controles sociais, rejeitam os abusos do Estado policial e defendem a autonomia dos indivíduos nas suas escolhas existenciais, da liberdade de religião à liberdade de orientação sexual. No tocante à democracia, advogam uma reforma política, que já tarda, capaz de diminuir o peso do poder econômico no processo eleitoral, de reforçar a representatividade do Legislativo e de fomentar virtudes cívicas que se encontram adormecidas.&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt; A advocacia brasileira reforça sua compreensão de que a autonomia e preservação do papel de cada um dos Poderes da República são primados fundamentais&amp;nbsp; para a manutenção e aprimoramento do processo democrático. Nesse contexto, conclama o Congresso Nacional para que assuma de maneira firme a condução do processo legislativo, refreando a condição de refém das medidas provisórias.&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt; Os advogados brasileiros condenam, sobretudo, o modelo político que favorece e estimula o loteamento de cargos em todos os níveis de poder, tornando governantes reféns de agentes públicos que se valem dos seus cargos para fins privados. O país precisa de um choque ético no orçamento, nas licitações, na diminuição do número de cargos em comissão, dentre muitos outros domínios.&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O primado da ética deve estar presente na sociedade e em todas as instituições, o que inclui, naturalmente, o Poder Judiciário. Por essa razão, os advogados brasileiros defendem a competência e a independência do Conselho Nacional de Justiça, pois nenhuma autoridade pública deve estar isenta de controle.&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Reiterando que não há democracia sem justiça e sem advogados, os advogados brasileiros condenam os ataques às suas prerrogativas, por ser o profissional que defende, nos limites da lei e da ética, os interesses que lhe foram confiados. No desempenho dessa missão árdua, não deve ser destinatário da condenação social que possa existir em relação ao seu cliente. A advocacia é a alternativa que o mundo civilizado concebeu contra a força bruta e contra o autoritarismo, em que os argumentos substituem as armas e os golpes.&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Reiteram seu compromisso de preservar a qualidade daqueles que ingressam nos seus quadros, bem como de lutar pela qualidade do ensino jurídico, além de discordar dos critérios utilizados pelo MEC para criação de novos cursos e vagas e sua ineficiência na fiscalização, por privilegiarem a quantidade em detrimento da qualidade.&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por fim, posicionam-se os advogados ao lado da sociedade que deseja o crescimento econômico do país, mas com observância de uma consciência ambiental, voltada para o desenvolvimento sustentável.&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os advogados brasileiros, alinhados na Ordem dos Advogados, estarão sempre ao lado do povo brasileiro e da sociedade civil na defesa dos valores que nos congregam: justiça -- inclusive e notadamente na sua dimensão social --, liberdade e lisura no desempenho das funções públicas.&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Curitiba, 24 de novembro de 2011.&lt;/strong&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-3995777342349731008?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/3995777342349731008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/leitura-da-carta-de-curitiba-encerra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3995777342349731008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3995777342349731008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/leitura-da-carta-de-curitiba-encerra.html' title='Leitura da Carta de Curitiba encerra XXI Conferência da OAB'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-8961069013811606410</id><published>2011-11-24T03:43:00.000-08:00</published><updated>2011-11-24T03:49:15.663-08:00</updated><title type='text'>Selo OAB: Ophir anuncia os 90 melhores cursos de Direito do País</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HhE29cgZx6g/Ts4vMD3WTCI/AAAAAAAAA3E/VZGK-Qlh2Cg/s1600/D_en_2451.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678528064403164194" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-HhE29cgZx6g/Ts4vMD3WTCI/AAAAAAAAA3E/VZGK-Qlh2Cg/s320/D_en_2451.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Curitiba (PR), 23/11/2011 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, anunciou hoje (23) durante a XXI Conferência Nacional dos Advogados a edição do Selo OAB de 2011, com a indicação dos cursos de Direito avaliados pelo Conselho Federal da OAB como os de melhor qualidade do País, Estado por Estado. Num universo de 1.210 cursos existentes no Brasil atualmente, apenas 90 cursos, ou 7,4%, acabaram sendo recomendados pelo Selo OAB como cursos de destacada qualidade, dentro de critérios objetivos aplicados pela Comissão Especial da entidade para sua elaboração. A OAB outorgará a premiação aos cursos destacados.&lt;br /&gt;Do total de cursos de Direito do país, 791 foram avaliados depois de preencherem os pré-requisitos de ter participado dos três últimos Exame de Ordem unificados, sendo que cada um precisou ter, no mínimo, 20 alunos participando de cada Exame. Em seguida, para apurar os 90 cursos de qualidade recomendada, a Comissão Especial - integrada por advogados, que são professores e especialistas em educação jurídica - utilizou como instrumentos de avaliação uma ponderação dos índices obtidos por eles em aprovação nos Exames de Ordem (2010.2, 2010.3 e 2011.1) e no conceito obtido no último Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), realizado em 2009.&lt;br /&gt;O Selo OAB de 2011 anunciado hoje pelo presidente nacional da OAB é a quarta edição elaborada pela entidade, desde a sua criação em 2001, na gestão do então presidente nacional da entidade, Reginaldo Oscar de Castro. A segunda edição ocorreu em 2003; e a terceira, em 2007. Na nova edição, os 90 cursos destacados pela OAB como de qualidade recomendável, utilizando-se de uma escala de pontos de 0 (zero) a 10, a Comissão Especial - com base nos critérios definidos e relacionados acima - concluiu que a nota mínima para ingressar nesse elenco foi de 6,9 pontos.&lt;br /&gt;Dentre as 27 unidades da Federação que tiveram seus cursos de Direito avaliados, dois Estados não tiveram nenhum recomendado: Acre e Mato Grosso. Os cursos desses dois Estados não atingiram a nota mínima dentro dos critérios de avaliação da OAB ou estão submetidos a processos de supervisão do Ministério da Educação (MEC), ou, ainda, tiveram parecer desfavorável da Comissão Nacional de Educação Jurídica da OAB Nacional durante a análise dos processos de reconhecimento ou de renovação.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.oab.org.br/arquivos/pdf/Geral/Programa_OAB_Recomenda.pdf"&gt;Clique aqui &lt;/a&gt;para ver: &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-8961069013811606410?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/8961069013811606410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/selo-oab-ophir-anuncia-os-90-melhores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8961069013811606410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8961069013811606410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/selo-oab-ophir-anuncia-os-90-melhores.html' title='Selo OAB: Ophir anuncia os 90 melhores cursos de Direito do País'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-HhE29cgZx6g/Ts4vMD3WTCI/AAAAAAAAA3E/VZGK-Qlh2Cg/s72-c/D_en_2451.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-5168804117262776461</id><published>2011-11-23T04:11:00.000-08:00</published><updated>2011-11-23T04:16:24.478-08:00</updated><title type='text'>Eliana Calmon na Conferência: OAB não é só órgão vigilante, é o pai do CNJ</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-3g-YGrcoCBU/Tszj6N6T86I/AAAAAAAAA24/14MYSN8heEI/s1600/D_en_2193.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678163819513508770" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-3g-YGrcoCBU/Tszj6N6T86I/AAAAAAAAA24/14MYSN8heEI/s320/D_en_2193.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Curitiba (PR), 23/11/2011 - "O&lt;em&gt; DNA do Conselho Nacional de Justiça está na OAB. Foi dentro da OAB que foi pensada, gestada e desenvolvida a ideia de controle externo. Da OAB é que essa idéia passou para o Parlamento. A OAB não é, pois, somente um órgão vigilante, mas é o pai do CNJ&lt;/em&gt;". As afirmações foram da corregedora do CNJ e ministra do Supremo Tribunal Federal, Eliana Calmon, ao participar hoje (23) do painel "&lt;em&gt;Judiciário, Ministério Público e Democracia&lt;/em&gt;", no qual dissecou as atividades do Conselho para a platéia de advogados, professores de Direito, conselheiros da OAB participantes da XXI Conferência Nacional dos Advogados, realizada nesta capital. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ao analisar a atuação do CNJ, a ministra explicou que o controle externo é uma forma de melhor controlar e uniformizar a gestão no Judiciário brasileiro, hoje composto de 92 tribunais. Segundo ela, se a administração do Judiciário ficasse por conta de cada um desses tribunais, sem que houvesse um órgão central para consolidar as práticas, teríamos verdadeiras "ilhas isoladas". Em seguida, no painel realizado no Centro de Convenções ExpoUnimed e aberto pelo presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, a ministra destacou as vantagens principais pós criação do Conselho. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A primeira delas foi exatamente a uniformização das práticas e da gestão. Num segundo momento, o benefício passou a ser o planejamento estratégico, para viabilizar que toda a Justiça crescesse da mesma forma. "&lt;em&gt;Termos as metas individuais de cada Tribunal e as metas homogêneas, que são as de nivelamento&lt;/em&gt;", explicou. No entanto, Eliana Calmon destacou que o ponto de importância fundamental do CNJ foi o controle da parte disciplinar. "&lt;em&gt;A Corregedoria Nacional tem trabalhado para que as Corregedorias estaduais sejam mais eficientes. Temos cobranças diuturnas e devemos tornar mais efetiva a atividade disciplinar&lt;/em&gt;", afirmou a ministra no painel integrado também pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio Noronha; pelo membro honorário vitalício da OAB, Roberto Busato; o representante da Ordem no CNMP, Almino Afonso Fernandes; a conselheira federal Cléa Carpi da Rocha (que presidiu o painel) e o advogado Clemerson Cleve. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Também acompanharam o painel o vice-presidente do Conselho Federal da OAB, Alberto de Paula Machado; o presidente da Seccional da OAB paranaense, José Lucio Glomb, e o representante da OAB no CNJ, Jefferson Kravchychyn. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-5168804117262776461?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/5168804117262776461/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/eliana-calmon-na-conferencia-oab-nao-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5168804117262776461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5168804117262776461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/eliana-calmon-na-conferencia-oab-nao-e.html' title='Eliana Calmon na Conferência: OAB não é só órgão vigilante, é o pai do CNJ'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-3g-YGrcoCBU/Tszj6N6T86I/AAAAAAAAA24/14MYSN8heEI/s72-c/D_en_2193.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-4518210353641924517</id><published>2011-11-22T03:51:00.000-08:00</published><updated>2011-11-22T04:04:20.672-08:00</updated><title type='text'>Ricardo Lewandowski questiona na Conferência da OAB: qual democracia país deseja?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-eurAzHXcLPg/TsuNQS30DCI/AAAAAAAAA2s/fRkn5U_U9xk/s1600/D_EN_0281.jpg"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677787066314001442" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-eurAzHXcLPg/TsuNQS30DCI/AAAAAAAAA2s/fRkn5U_U9xk/s320/D_EN_0281.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Curitiba (PR), 21/11/2011 - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, fez, durante a XXI Conferência Nacional dos Advogados, um exame crítico das propostas que estão em tramitação no Congresso Nacional e nos meios acadêmicos versando sobre a reforma política. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para Lewandowski, este não é o momento ideal para se realizar uma reforma profunda, mas chegou, sim, a oportunidade de a sociedade brasileira decidir qual a democracia deseja alcançar e de fazer ajustes no sistema eleitoral, em vigor desde 1932. "Onde queremos chegar? Só depois que a sociedade conseguir responder a essa pergunta será possível partir para mudanças mais aprofundadas na legislação ordinária e para alterar o sistema político e a lei eleitoral".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O desafio foi proposto pelo ministro durante a XXI Conferência Nacional dos Advogados, em palestra proferida no painel "Direitos Políticos", que integra a programação do evento. Entre os ajustes abordados por Lewandowski estão o fim das coligações, no caso do sistema proporcional; a limitação das doações de campanhas; e a criação de uma cláusula de barreira que classificou como "&lt;em&gt;mais inteligente&lt;/em&gt;".No que diz respeito às eleições parlamentares, Lewandowski citou a vedação das coligações como ponto a ser aperfeiçoado, "&lt;em&gt;uma vez que essas inserem certas distorções no sistema&lt;/em&gt;". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O ministro defendeu a importância de se limitar as contribuições para as campanhas políticas e citou que, nas eleições gerais de 2010, somando a contribuição de pessoas físicas e jurídicas, chegou-se ao valor de quase R$ 3 bilhões, soma injustificável em sua opinião. "Os candidatos são vendidos como se fossem produtos ou mercadorias. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há um verdadeiro marketing que deixa de lado as questões mais técnicas e doutrinárias".Outro tema abordado pelo ministro foi a possibilidade de criação de uma cláusula de barreira para reduzir o número "exagerado" de partidos políticos. "&lt;em&gt;Tenho dito que vivemos não um pluripartidarismo no Brasil, mas um hiperpartidarismo, com todas as distorções que isso implica&lt;/em&gt;", disse Lewandowski a uma platéia de advogados, estudantes de Direito, professores e demais congressistas que somam um universo de mais de sete mil inscritos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"&lt;em&gt;Não temos um sistema que permita se chegar a consensos no Congresso Nacional, pois temos partidos que não são programáticos ou ideológicos, mas meras siglas que vem à tona durante o processo eleitoral&lt;/em&gt;", acrescentou o ministro, lembrando que recentemente o TSE aprovou a criação do 29º partido político no País.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O presidente do TSE defendeu, ainda, que se dê um passo adiante na democracia participativa, ampliando as oportunidades que o povo tem de se expressar. "&lt;em&gt;É o caso das consultas populares, como o referendo e o plebiscito, e as iniciativas legislativas populares, mecanismos que precisam ser aperfeiçoados&lt;/em&gt;", exemplificou. A Conferência, realizada pelo Conselho Federal da OAB, acontece até a próxima quinta-feira (24) no Centro de Convenções ExpoUnimed, na capital paranaense.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-4518210353641924517?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/4518210353641924517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/ricardo-lewandowski-questiona-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4518210353641924517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4518210353641924517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/ricardo-lewandowski-questiona-na.html' title='Ricardo Lewandowski questiona na Conferência da OAB: qual democracia país deseja?'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-eurAzHXcLPg/TsuNQS30DCI/AAAAAAAAA2s/fRkn5U_U9xk/s72-c/D_EN_0281.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2378430128164428207</id><published>2011-11-21T03:57:00.000-08:00</published><updated>2011-11-21T04:09:51.500-08:00</updated><title type='text'>José Afonso da Silva recebe medalha Rui Barbosa na abertura da XXI Conferência</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ry8biIhav8A/Tso-_yyPHGI/AAAAAAAAA2g/c6OJ6X2NC3M/s1600/D_EN_8903.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677419545939090530" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-ry8biIhav8A/Tso-_yyPHGI/AAAAAAAAA2g/c6OJ6X2NC3M/s320/D_EN_8903.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Curitiba (PR), 20/11/2011 às 21h12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vice-presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Alberto de Paula Machado, entregou hoje (20) ao renomado constitucionalista José Afonso da Silva a medalha Rui Barbosa, a mais alta comenda da advocacia brasileira. A entrega solene ocorreu na abertura festiva da XXI Conferência Nacional dos Advogados, que acontece no Centro de Convenções ExpoUnimed, em Curitiba até a próxima quinta-feira (24).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascido em 1925 no distrito de Buritizal, em Minas Gerais, José Afonso da Silva chegou em São Paulo em 1947. De origem humilde, trabalhou como de garimpeiro, padeiro, lavrador e alfaiate até graduar-se, no ano de 1957, pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), do Largo São Francisco. Especialista em Direito Constitucional. Atuou durante vários anos como procurador do Estado de São Paulo, além de ter sido secretário da Segurança Pública do Estado de 1995 a 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Afonso se notabilizou pelos trabalhos de assessoramento à Assembléia Nacional Constituinte, tendo participado ativamente do processo de elaboração da Constituição de 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É autor de diversas obras de referência no Direito Constitucional brasileiro. Sua obra clássica - Curso de Direito Constitucional Positivo -, hoje na 34ª edição, é tida como mais completo e atualizado estudo sobre a Constituição de 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: OAB/PR&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2378430128164428207?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2378430128164428207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/jose-afonso-da-silva-recebe-medalha-rui.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2378430128164428207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2378430128164428207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/jose-afonso-da-silva-recebe-medalha-rui.html' title='José Afonso da Silva recebe medalha Rui Barbosa na abertura da XXI Conferência'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ry8biIhav8A/Tso-_yyPHGI/AAAAAAAAA2g/c6OJ6X2NC3M/s72-c/D_EN_8903.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2269800844518590241</id><published>2011-11-18T08:26:00.001-08:00</published><updated>2011-11-18T08:28:37.185-08:00</updated><title type='text'>XXI Conferência Nacional dos Advogados</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://conferencia.oab.org.br/"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="conferencia" border="0" alt="conferencia" src="http://lh6.ggpht.com/-Nkaew_OCUs4/TsaHMoell4I/AAAAAAAAA2M/Mda0eBnN4w4/conferencia%25255B9%25255D.jpg?imgmax=800" width="435" height="261"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De 20 a 24 de novembro estaremos participando da Conferência Nacional dos Advogados em Curitiba.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Durante o evento estaremos atualizando no AQUIAGORA – DIREITO as mais importantes novidades do evento.&lt;/p&gt; &lt;h4&gt;&lt;a href="http://conferencia.oab.org.br/sobre.asp#"&gt;Defesa das liberdades, Democracia e Meio Ambiente&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;Há 33 anos, a Ordem dos Advogados do Brasil realizou em Curitiba a VII Conferência Nacional, dando início à caminhada rumo à redemocratização do País. O tema, na ocasião, foi: “Estado de Direito”.&amp;nbsp; Em novembro próximo, mais uma vez estaremos na capital paranaense, agora tendo como lema a &lt;strong&gt;Defesa das Liberdades, da Democracia e do Meio Ambiente&lt;/strong&gt;.  &lt;p&gt;O temário reflete os novos tempos, os novos parâmetros, as novas práticas, as novas tecnologias e as novas exigências do universo do Direito, que não podem conviver mais com os fantasmas da intolerância, da opressão e da violência. Todos os cidadãos e cidadãs livres têm responsabilidades perante a sociedade em que vivem, contudo são os advogados, indiscutivelmente, os que mais se identificam com a causa da liberdade, da democracia e do meio ambiente.  &lt;p&gt;As liberdades são garantias constitucionais, mas somos obrigados, nos dias atuais, ainda a conviver com ações que limitam a livre expressão, o exercício pleno do direito de defesa e as garantias individuais; nossa democracia, por sua vez, continua carente de conteúdo social e de zelo pela coisa pública, exigindo pronta mobilização por uma ampla reforma política; finalmente, nenhum progresso será alcançado por uma nação em pleno desenvolvimento sem que a natureza e seus preciosos recursos sejam respeitados. Este é o ideário da nossa Conferência. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Liberdade, Democracia e Meio Ambiente&lt;/strong&gt; se fundem num grito só, rasgando o planeta de cima a baixo, dando demonstrações inequívocas de uma nova era na qual o ser humano – e não os negócios, as guerras ou o ódio – é o centro das preocupações.  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Ordem dos Advogados do Brasil, que ao longo de seus 81 anos de vida habituou-se a ser parte da História, a ser agente transformador da História, convida você a fazer parte desta História.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2269800844518590241?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2269800844518590241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/de-20-24-de-novembro-estaremos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2269800844518590241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2269800844518590241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/de-20-24-de-novembro-estaremos.html' title='XXI Conferência Nacional dos Advogados'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-Nkaew_OCUs4/TsaHMoell4I/AAAAAAAAA2M/Mda0eBnN4w4/s72-c/conferencia%25255B9%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-5419301642510176993</id><published>2011-11-17T05:06:00.001-08:00</published><updated>2011-11-17T05:06:06.471-08:00</updated><title type='text'>Tribunal condena empresa que obrigou empregada a cumprir aviso-prévio em pé na calçada</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-f2FImep9-a4/TsUGuZU7DxI/AAAAAAAAA1o/Ls8lJrQagbQ/s1600-h/logomarca_telefone%25255B5%25255D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="logomarca_telefone" border="0" alt="logomarca_telefone" src="http://lh6.ggpht.com/-3BP5bGaeGSo/TsUGvZ2_MeI/AAAAAAAAA1w/qD700MyYPAc/logomarca_telefone_thumb%25255B11%25255D.png?imgmax=800" width="232" height="171"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;Com a vigência da Lei nº 12.506/2011, passou-se a considerar o aviso-prévio proporcional da seguinte forma: o empregado que possui um ano de tempo de serviço no emprego continua tendo 30 dias de aviso-prévio. &lt;p&gt;O empregado que supera esse primeiro ano de tempo de serviço passa a ter direito, a cada ano a mais de trabalho, a um complemento do aviso-prévio de três dias, limitado a 90 dias.  &lt;p&gt;Ou seja, para ter direito a esses 90 dias, o empregado terá que trabalhar para o empregador por 21 anos contínuos, sem rescisão. Antes da mudança da lei, quando o empregado era dispensado sem justa causa, independentemente do tempo de serviço, ele tinha o direito ao aviso-prévio de 30 dias, que poderia ser indenizado, isto é, pago pelo empregador no ato da rescisão do contrato, ou, ainda, poderia ser cumprido trabalhado, com a redução de duas horas diárias ou sete desses 30 dias, para que o empregado buscasse novo emprego.  &lt;p&gt;Entre as diversas ações versando sobre aviso prévio, recebidas pela Justiça do Trabalho mineira, uma chama a atenção por se tratar de situação inusitada: uma trabalhadora foi obrigada a cumprir 30 dias de aviso prévio do lado de fora da empresa, em pé, exposta a sol e chuva e sem permissão para frequentar o refeitório da ex-empregadora. A questão foi resolvida pelo juiz Mauro César Silva, titular da 1ª Vara do Trabalho de Betim. Diante da comprovação desse fato, o magistrado condenou a empresa JR Higienização Ltda. ao pagamento de uma indenização no valor de R$25.100,00, pelos danos morais experimentados pela trabalhadora. &lt;p&gt;A reclamante comprovou que, após receber o aviso-prévio, a ser trabalhado, passou a ficar de “plantão” no estacionamento, do lado de fora da sede da ex-empregadora, sujeita às intempéries e tendo que almoçar na calçada. Por determinação da empresa, ela comparecia diariamente ao local, mas não recebia tarefas. O Relator destacou que ficou caracterizado, de forma evidente, o assédio moral: “&lt;em&gt;A dignidade da pessoa humana é primado constitucional dentro de nosso ordenamento jurídico pátrio, o qual deve ser sempre protegido com a seriedade merecida. É preciso abandonar a tolerância aos abusos e costumes nocivos, admitidos como corriqueiros na sociedade, mas incompatíveis com a dignidade humana&lt;/em&gt;”. &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; RO 00590-2009-026-03-00-3 TRT da 3ª Região&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: Newsletter Jurídica SÍNTESE nº 2815   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-5419301642510176993?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/5419301642510176993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/com-vigencia-da-lei-n-12.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5419301642510176993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5419301642510176993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/com-vigencia-da-lei-n-12.html' title='Tribunal condena empresa que obrigou empregada a cumprir aviso-prévio em pé na calçada'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-3BP5bGaeGSo/TsUGvZ2_MeI/AAAAAAAAA1w/qD700MyYPAc/s72-c/logomarca_telefone_thumb%25255B11%25255D.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-3473962818231738098</id><published>2011-11-16T03:53:00.001-08:00</published><updated>2011-11-16T03:53:24.558-08:00</updated><title type='text'>TJ/PR abre processo contra juíza de Londrina</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://www.arapongastotal.com.br/wp-content/uploads/oneide-300x196.jpg"&gt; &lt;p&gt;O Órgão Especial do TJ do Paraná deliberou pela abertura de processo contra a juíza da 3ª Vara Criminal de Londrina, Oneide Negrão de Freitas. Ela está afastada das funções desde o dia 13 de setembro. Entre todos os magistrados estaduais investigados no país, dez são do Paraná.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O afastamento por três meses é preventivo. Oneide Negrão é acusada por manter servidor comissionado ao invés de convocar escrivão concursado e por protelação de decisões em processos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo o jornal Folha de Londrina, "&lt;em&gt;Oneide Negrão contratou o criminalista Elias Mattar Assad para defendê-la. O advogado acompanhou a sessão especial na última semana e prepara a defesa da magistrada&lt;/em&gt;". O conteúdo não é revelado, já que o processo corre sob sigilo. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O advogado de defesa negou que a magistrada tenha incorrido em erros a frente da 3ª Vara. "&lt;em&gt;Eu me limito a dizer que ela não violou nenhuma norma inerente ao cargo, se serventuários violaram, aí cabe à corte analisar. O que eu posso falar é que tenho perspectivas boas de que ela será inocentada e reassumirá suas funções&lt;/em&gt;", afirmou. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao término do processo, se for responsabilizada, Oneide Negrão pode receber aposentadoria compulsória. Os trabalhos na 3ª Vara Criminal são coordenados pelo juiz substituto Juliano Nanúncio&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com informações da Folha de Londrina&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-3473962818231738098?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/3473962818231738098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/o-orgao-especial-do-tj-do-parana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3473962818231738098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3473962818231738098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/o-orgao-especial-do-tj-do-parana.html' title='TJ/PR abre processo contra juíza de Londrina'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-8811803449034456675</id><published>2011-11-14T04:38:00.001-08:00</published><updated>2011-11-14T04:38:25.380-08:00</updated><title type='text'>Ação civil pública contra o presidente nacional da OAB</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://www.espacovital.com.br/img/fotos_noticias/int20111114_83456.jpg" width="265" height="202"&gt; &lt;p&gt;O presidente nacional da OAB, Ophir Filgueiras Cavalcante Júnior, é acusado - em ação civil pública - de receber licença remunerada indevida de R$ 20 mil mensais do Estado do Pará. A ação foi ajuizada no dia 11 deste mês por dois advogados paraenses (Eduardo Imbiriba de Castro e João Batista Vieira dos Anjos) em meio a uma crise entre a OAB nacional e a seccional do Pará, que está sob intervenção.&lt;br&gt;Dos autores, Eduardo é conselheiro da Seccional da OAB-PA. A petição inicial é assinada pelo advogado João Batista Vieira dos Anjos. O réu ainda não foi citado, na ação distribuída à 1ª Vara da Fazenda Pública de Belém (PA).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo a petição, Ophir Cavalcante, que é paraense, está em licença remunerada do Estado do Pará há 13 anos - o que não seria permitido pela legislação estadual -, mas advoga para clientes privados e empresas estatais. Os autores querem a condenação de Ophir para que "&lt;em&gt;devolva ao Estado os benefícios acumulados, que somam cerca de R$ 1,5 milhão&lt;/em&gt;".&amp;nbsp; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Para entender o caso&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;Ophir Cavalcante é procurador - concursado - do Estado do Pará. De acordo com a petição inicial, ele tirou a primeira licença remunerada em fevereiro de 1998 para ser vice-presidente da OAB-PA. Em 2001, elegeu-se presidente da seccional, e a Procuradoria prorrogou o benefício por mais três anos. Reeleito em 2004, a licença remunerada foi renovada.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Nova licença em 2007, quando Cavalcante se elegeu conselheiro federal da OAB, e outra vez em 2010, quando se tornou presidente nacional da entidade.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Segundo os autores da ação, uma lei estadual autoriza o benefício para mandatos em sindicatos, associações de classe, federações e confederações da classe dos procuradores do Estado. Alegam que "a OAB não é órgão de representação classista dos procuradores". Além disso, a lei só permitiria uma prorrogação do benefício. &lt;/li&gt; &lt;li&gt;Em 23 de outubro, o Conselho Federal da OAB afastou o presidente e os quatro membros da diretoria da OAB do Pará, após acusações sobre a venda irregular de terreno da entidade em Altamira.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contraponto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ophir Cavalcante foi ouvido no sábado (11) pela Folha de S. Paulo, no Rio de Janeiro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ele afirmou que "&lt;em&gt;é legal a licença remunerada que recebe como procurador do Estado do Pará&lt;/em&gt;". &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo ele, até 2002, o benefício foi autorizado pelo procurador-geral do Estado em exercício e, a partir daí, pelo Conselho Superior da Procuradoria do Estado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ophir sustenta que "&lt;em&gt;a OAB é também uma entidade classista, o que me permite receber a licença; outrossim, o limite de uma prorrogação não se aplica para cargos diferentes&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O presidente nacional da OAB diz que "&lt;em&gt;não pode prescindir do pagamento, de cerca de R$ 20 mil mensais, porque seu cargo na OAB não é remunerado&lt;/em&gt;". Disse ainda que seu escritório de Advocacia é legal, "&lt;em&gt;desde que não atue contra o Estado do Pará&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para Cavalcante, a ação é consequência da intervenção na Seccional do Pará, embora ele tenha se declarado impedido para votar na sessão que aprovou a medida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Disse que resistiu a pressões e ameaças para impedir a intervenção na seccional. "&lt;em&gt;Ameaçaram tornar público o recebimento da licença remunerada. Não tenho o que temer. A OAB não pode varrer a sujeira para baixo do tapete&lt;/em&gt;" - afirmou. &lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo&lt;/strong&gt; nº 0039528-64.2011.814.0301&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.espacovital.com.br/" target="_blank"&gt;Espaço Vital&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-8811803449034456675?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/8811803449034456675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/acao-civil-publica-contra-o-presidente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8811803449034456675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8811803449034456675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/acao-civil-publica-contra-o-presidente.html' title='Ação civil pública contra o presidente nacional da OAB'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-8895950432171324138</id><published>2011-11-11T04:00:00.001-08:00</published><updated>2011-11-11T04:00:02.966-08:00</updated><title type='text'>Proibido acúmulo de seguro-desemprego e auxílio-doença</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="http://www.mundosindical.com.br/web/emanager/noticias/upload_/noticias/seguro-desemprego-gover_capacita.jpg" width="416" height="239"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;A acumulação de qualquer benefício de prestação continuada da Previdência Social é vedada, salvo pensão por morte ou auxílio-acidente.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O entendimento de que é vedado o recebimento conjunto de seguro-desemprego com qualquer benefício de prestação continuada da Previdência Social, exceto pensão por morte ou auxílio-acidente, foi uniformizado pela Turma Regional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais da 4ª Região.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O incidente de uniformização foi ajuizado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) contra acórdão da 1ª Turma Recursal do Rio Grande do Sul, que autorizou o recebimento de auxílio-doença em período concomitante ao do recebimento de seguro-desemprego. A autarquia alegou a existência de vedação legal e apontou decisão divergente da 2ª Turma Recursal de Santa Catarina.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Após examinar o incidente, o juiz federal Germano Alberton Júnior, relator do processo, citou a Lei 8.213/91, que veda expressamente a acumulação dos benefícios, e deu provimento ao pedido do INSS, determinando o retorno do processo à Turma de origem para uniformizar o entendimento, conforme posição da 2ª Turma Recursal de SC.&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; IUJEF 0004244-90.2008.404.7162/TRF&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: TRF4&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-8895950432171324138?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/8895950432171324138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/proibido-acumulo-de-seguro-desemprego-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8895950432171324138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8895950432171324138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/proibido-acumulo-de-seguro-desemprego-e.html' title='Proibido acúmulo de seguro-desemprego e auxílio-doença'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-3236201461207126775</id><published>2011-11-10T05:11:00.001-08:00</published><updated>2011-11-10T05:11:13.263-08:00</updated><title type='text'>Joaquim Barbosa diz que só trará processo da Ficha Limpa a julgamento quando plenário estiver completo</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.estadao.com.br/fotos/didasampaio-300.jpg"&gt; &lt;p&gt;O Ministro Joaquim Barbosa, autor do pedido de vista que interrompeu o julgamento da Lei da Ficha Limpa no Supremo Tribunal Federal (STF), disse que só devolverá o assunto para julgamento quando a Corte estiver com todas as vagas ocupadas. Desde a aposentadoria da Ministra Ellen Gracie, em agosto, o STF está com dez ministros. Foi com essa mesma composição que a Corte entrou no polêmico julgamento da Lei da Ficha Limpa no ano passado, que acabou empatado em 5 votos a 5. &lt;p&gt;“&lt;em&gt;Eu pedi vista você sabe por quê, né? Para evitar esse impasse que já houve aqui em relação ao primeiro julgamento&lt;/em&gt;”, admitiu o ministro aos jornalistas, ao deixar o plenário. Ele informou que vai esperar a chegada da Ministra Rosa Maria Weber, que foi indicada nesta semana pela Presidenta Dilma Rousseff, para retomar o julgamento, mesmo que isso só ocorra no ano que vem. &lt;p&gt;O ministro também descartou que o adiamento da decisão possa criar instabilidade nas eleições municipais de 2012. “&lt;em&gt;Instabilidade haveria se eu permitisse que o julgamento prosseguisse, com novo empate, com novas discussões, sem qualquer possibilidade de uma conclusão&lt;/em&gt;”. A Corte sinalizou novo racha pela metade durante o julgamento do registro de Jader Barbalho. &lt;p&gt;O relator do processo da Lei da Ficha Limpa, Luiz Fux, tem opinião contrária e acredita que o julgamento precisa terminar logo. “&lt;em&gt;Entendo que o STF, com a composição, julgou temas de extrema relevância&lt;/em&gt;”, disse, citando como exemplo as ações do Exame da Ordem, aplicado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Marcha da Maconha, e da lei que alterou a taxa do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). “&lt;em&gt;Eu não acredito que a decisão fique para o ano que vem&lt;/em&gt;”, observou Fux.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;Fonte: Agência Brasil&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-3236201461207126775?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/3236201461207126775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/joaquim-barbosa-diz-que-so-trara.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3236201461207126775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3236201461207126775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/joaquim-barbosa-diz-que-so-trara.html' title='Joaquim Barbosa diz que só trará processo da Ficha Limpa a julgamento quando plenário estiver completo'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2953245319140926527</id><published>2011-11-09T08:47:00.001-08:00</published><updated>2011-11-09T08:47:34.019-08:00</updated><title type='text'>Rosa Maria Weber Candiota da Rosa será a nova ministra do STF</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" border="0" src="http://www.espacovital.com.br/banco_img/rosa_maria1.jpg" width="265" height="210"&gt;&lt;/em&gt; &lt;p&gt;O porta-voz da Presidência, Rodrigo Baena, anunciou na noite de ontem (7) que a ministra Rosa Maria Weber Candiota da Rosa, do TST, foi indicada pela presidente Dilma Rousseff para ocupar a vaga deixada por Ellen Gracie no Supremo Tribunal Federal. A indicação está sendo publicada na edição de hoje (8) do Diário Oficial da União. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A ministra Rosa Maria - depois de ser aprovada pelo Senado, o que naturalmente ocorrerá -&amp;nbsp; vai compor a 1ª Turma, ao lado do próprio Marco Aurélio, da ministra Cármen Lúcia e dos ministros Dias Toffoli e Luiz Fux. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma das preocupações do governo era indicar um nome que tivesse forte musculatura jurídica e fosse comemorado quase à unanimidade, como aconteceu quando&amp;nbsp; Luiz Fux foi anunciado para uma das vagas do STF em fevereiro passado. Por isso, o perfil da escolhida primou pela técnica, com pouca coloração política.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ainda assim, a ministra do TST contou com o apoio entusiasmado do governador gaúcho Tarso Genro e até mesmo de Carlos Araújo, ex-marido de Dilma, advogado trabalhista. Em setembro, a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) divulgou moção de apoio à ministra.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Juíza há 35 anos, Rosa vem de uma família de empregadores rurais gaúchos. Nem por isso pode ser rotulada como simpática às teses dos patrões. A experiência pessoal conferiu-lhe uma visão ampla das relações de trabalho, que a fez compreender a indignação de empregadores acionados, mas não a fez perder o foco de que a legislação trabalhista tem de ser, necessariamente, protetiva.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A ministra, nascida em outubro de 1948, compara a razão de ser da legislação trabalhista com o Código de Defesa do Consumidor. "&lt;em&gt;Nós, consumidores, sentimos a disparidade de forças no momento de fazer uma reclamação. Daí a necessidade de equalizar as forças&lt;/em&gt;" - diz.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Até o final de seu mandato, Dilma fará, no mínimo, mais duas nomeações de ministros do STF. Em 2012, terão se aposentarão os ministros Cezar Peluso, atual presidente da Corte, e Carlos Ayres Britto - que serão alcançados pela compulsória (70 de idade).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Rosa Maria ficará pouco menos de sete anos no STF. Em outubro de 2018 ela completará 70 anos e - salvo alguma mudança constitucional - também será alcançada pela idade limite.&lt;br&gt;Opiniões e elogios&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, elogiou a escolha de Rosa Maria Weber ao STF. Segundo ele, "a ministra do TST reúne todos os requisitos necessários para assumir uma cadeira no Supremo". Ophir lembrou que Rosa "&lt;em&gt;tem um histórico de lutas em favor dos direitos sociais e vai contribuir para o fortalecimento da Justiça brasileira&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para o presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen, a escolha foi “uma feliz indicação” da presidenta da República. “&lt;em&gt;O Supremo ganha uma magistrada exemplar, de sólida e rica formação jurídica e humanística&lt;/em&gt;”, afirmou. “&lt;em&gt;Ela é sensível, prudente e percuciente e&amp;nbsp; certamente dará um excelente contributo à edificação da jurisprudência da Suprema Corte&lt;/em&gt;”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para o presidente da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), Nelson Calandra, a escolha de Rosa Maria prestigia e reconhece o empenho da Justiça do Trabalho. "&lt;em&gt;Há alguns anos que a Justiça do Trabalho não recebia indicação para ministro do Supremo. A indicação da Rosa Maria reconhece a magistratura brasileira e os esforços do TST&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O perfil da nova ministra do STF&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;Rosa Maria Weber Candiota da Rosa nasceu em Porto Alegre (RS).&amp;nbsp; Aprovada em 1º lugar em&amp;nbsp; exame vestibular, ingressou em 1967 na Faculdade de Direito da UFRGS. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, também em primeiro lugar, em 1971,&amp;nbsp; como aluna laureada. &lt;/li&gt; &lt;li&gt;Inspetora do Trabalho&amp;nbsp; do Ministério do Trabalho (DRT/RS), mediante concurso público, de 1975 a 1976, ingressou na magistratura trabalhista em 1976, como juíza substituta, classificada em 4º lugar em concurso de provas e títulos promovido pelo TRT da 4ª Região (Rio Grande do Sul). &lt;/li&gt; &lt;li&gt;Em 1981, foi promovida por merecimento ao cargo de juíza presidente, que exerceu sucessivamente nas Juntas de Conciliação e Julgamento de Ijuí, Santa Maria, Vacaria, Lajeado, Canoas e Porto Alegre. Na capital, presidiu a 4ª Junta de Conciliação e Julgamento de 1983 a 1991. &lt;/li&gt; &lt;li&gt;Com diversas convocações para atuar na segunda instância desde 1986, foi promovida por merecimento em agosto de 1991 ao cargo de juíza togada do TRT-RS, onde integrou e presidiu a 5ª e a 1ª Turmas, a 1ª e a 2ª Seção de Dissídios Individuais, a Seção de Dissídios Coletivos, o Órgão Especial e o Tribunal Pleno. &lt;/li&gt; &lt;li&gt;Foi presidente doTRT gaúcho no biênio 2001-2003, após ter sido vice-corregedora, na forma regimental, de março a dezembro de 1999, e corregedora regional, por eleição, no biênio 1999-2001. &lt;/li&gt; &lt;li&gt;Integrante da Comissão de Divulgação da Revista do TRT da 4ª Região, bem como membro e presidente de diversas comissões de concurso para o cargo de Juiz do Trabalho Substituto,&amp;nbsp;&amp;nbsp; presidiu a Comissão de Informática do 4ª Regional de 2004 a 2006. &lt;/li&gt; &lt;li&gt;Foi professora da Faculdade de Direito da PUC/RS, no curso de graduação em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1989/90, nas disciplinas de Direito do Trabalho e Processo do Trabalho. &lt;/li&gt; &lt;li&gt;Convocada em maio de 2004 para atuar&amp;nbsp; no TST, em 21 de fevereiro de 2006 tomou posse no cargo de&amp;nbsp; ministra desse tribunal.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2953245319140926527?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2953245319140926527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/rosa-maria-weber-candiota-da-rosa-sera.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2953245319140926527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2953245319140926527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/rosa-maria-weber-candiota-da-rosa-sera.html' title='Rosa Maria Weber Candiota da Rosa será a nova ministra do STF'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-3975777241333204066</id><published>2011-11-08T00:26:00.000-08:00</published><updated>2011-11-08T00:26:00.579-08:00</updated><title type='text'>Contagem de prazos em dias úteis deve ser acolhida no novo CPC</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-Q0UcJc75LEE/TrQ8zCj2McI/AAAAAAAAA1Y/yXoT_vkrJso/s1600-h/2310BDE8E5DC25DB090DF6ABF9CCC9999977_cpc%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="2310BDE8E5DC25DB090DF6ABF9CCC9999977_cpc" border="0" alt="2310BDE8E5DC25DB090DF6ABF9CCC9999977_cpc" src="http://lh4.ggpht.com/-oZ9O-cSTMn8/TrQ80K0vrrI/AAAAAAAAA1g/RK-M4FXepjs/2310BDE8E5DC25DB090DF6ABF9CCC9999977_cpc_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="187"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;A medida vai ao encontro do PL 4125/2008, de autoria da Ordem gaúcha, que visa inserir um parágrafo no artigo 178 do CPC com a seguinte redação: "Parágrafo único: Sendo o prazo igual ou inferior a cinco dias, será contado apenas nos dias de expediente forense".&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Comissão Especial que examina o novo Código de Processo Civil (PL 8046/10) na Câmara dos Deputados deve manter a contagem de prazos em dias úteis, reivindicação que foi feita pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e incluída na proposta já aprovada pelo Senado. Atualmente, a Lei 5.869/73 determina que os prazos sejam contados em dias corridos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo o presidente da Ordem gaúcha, Claudio Lamachia, o acolhimento a proposta de alteração, que foi apresentada em 2008 pela entidade, é uma conquista que atende uma das demandas da advocacia brasileira. "&lt;em&gt;É uma medida importante que reconhece o trabalho da OAB/RS na esfera legislativa. Diversas vezes os operadores do Direito veem os prazos de cinco ou menos dias significativamente reduzidos em razão de feriados ou nos quais inexista expediente forense&lt;/em&gt;", ressaltou. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Advogados, tanto o relator do novo CPC na Câmara, Sérgio Barradas Carneiro (BA), quanto o presidente da Comissão Especial que trata do tema, Fabio Trad (MS), defendem a alteração. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para Trad, os advogados têm direito ao descanso semanal, por isso os prazos contados em dias úteis. "&lt;em&gt;Os profissionais do Direito merecem descansar no final de semana, uma vez que a rotina é extremamente estressante. Essa alteração não vai comprometer a celeridade processual&lt;/em&gt;", disse.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Carneiro destacou que vai manter o prazo em dias úteis, prevendo que o advogado informe o juiz da existência de um feriado no período do prazo, o que não deve causar problemas ao Judiciário. "&lt;em&gt;Os prazos são de quinze dias e os feriados vão tomar no máximo um dia desse prazo, então essa não é uma questão polêmica nem essencial no debate. Os prazos em dias úteis são uma reivindicação da OAB e o papel da relatoria é justamente fazer o balanceamento das pretensões da classe&lt;/em&gt;", explicou o relator. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-3975777241333204066?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/3975777241333204066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/contagem-de-prazos-em-dias-uteis-deve.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3975777241333204066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3975777241333204066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/contagem-de-prazos-em-dias-uteis-deve.html' title='Contagem de prazos em dias úteis deve ser acolhida no novo CPC'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-oZ9O-cSTMn8/TrQ80K0vrrI/AAAAAAAAA1g/RK-M4FXepjs/s72-c/2310BDE8E5DC25DB090DF6ABF9CCC9999977_cpc_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2607433312754287492</id><published>2011-11-07T00:24:00.000-08:00</published><updated>2011-11-07T00:24:00.132-08:00</updated><title type='text'>STF confirma que dirigir bêbado é crime</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/--Hxp-rOIFTM/TaspbyyRRpI/AAAAAAAAAXA/HM5gLhx22GY/s320/lei-seca-no-transito.jpg" width="269" height="269"&gt; &lt;p&gt;Em meio à discussão sobre Lei Seca e bafômetro, o STF tomou uma decisão que passou quase despercebida, mas que deve balizar novas sentenças e até garantir no futuro a punição de infratores: dirigir bêbado, mesmo sem causar acidente, já é, sim, um crime. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os cinco ministros da 2ª Turma do Supremo rejeitaram um habeas corpus impetrado pela Defensoria Pública da União em favor de um motorista de Araxá (MG) denunciado por dirigir embriagado. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com argumentos semelhantes aos usados em dezenas de casos pelo País, a defesa sustentou que o crime de embriaguez ao volante só passou a ser previsto de forma mais rígida em 2008, depois que a Lei Seca reformou o artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro. Antes, só havia crime se o bêbado causasse algum dano ou agisse de forma imprudente. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Apesar da mudança, muitos juízes continuaram com o antigo entendimento, considerando na prática a Lei Seca ilegal. Citando precedente isolado da ministra Ellen Gracie, o relator do STF, ministro Ricardo Lewandowski, afirmou ser irrelevante indagar se o comportamento do motorista embriagado atingiu, ou não, algum bem. "&lt;em&gt;É como o porte de armas. Não é preciso que alguém pratique efetivamente um ilícito com emprego da arma. O simples porte constitui crime de perigo abstrato porque outros bens estão em jogo&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A pena para quem dirige bêbado é de seis meses a três anos. A expectativa é de que a decisão do STF deve reduzir as chances de os motoristas alcoolizados doravante serem absolvidos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Processo: HC nº 109269&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2607433312754287492?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2607433312754287492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/stf-confirma-que-dirigir-bebado-e-crime.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2607433312754287492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2607433312754287492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/stf-confirma-que-dirigir-bebado-e-crime.html' title='STF confirma que dirigir bêbado é crime'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/--Hxp-rOIFTM/TaspbyyRRpI/AAAAAAAAAXA/HM5gLhx22GY/s72-c/lei-seca-no-transito.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-6007791733018524727</id><published>2011-11-04T04:48:00.001-07:00</published><updated>2011-11-04T04:48:15.744-07:00</updated><title type='text'>Modelo será indenizada por uso indevido de sua imagem</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.fatonotorio.com.br/upload/noticia/1320170694.jpg"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A agência Mega Marcus Eli &amp;amp; Gustavo Associados Mega Model’s Agency terá que indenizar em R$ 10 mil, por danos morais, uma modelo, pelo uso indevido de sua imagem. . Lívia Rossi trabalha como atriz e modelo, e foi chamada para fazer um ensaio fotográfico na empresa em 2004. Porém, ela foi surpreendida com a veiculação de sua imagem no site da empresa de telefonia OI, sem qualquer remuneração ou mesmo contrato firmado com a ré ou com a empresa de telefonia. &lt;p&gt;Segundo a autora, ela entrou com ação contra a empresa de telefonia, porém a mesma foi julgada improcedente porque a empresa apresentou o contrato no qual a agência Mega Model´s autorizou a divulgação das imagens em seu nome. &lt;p&gt;A decisão foi nos termos do voto do desembargador relator Maldonado de Carvalho, da 1ª Câmara Cível do TJ do Rio, que ressaltou estar correta a decretação de revelia em ralação a ré, pois esta não apresentou contestação no prazo legal e por isso, presume-se que os fatos apresentados pela autora sejam verdadeiros. Em relação à violação do direito de imagem da autora, o magistrado fez a seguinte citação: “Logo, em se tratando de violação a direito à imagem, a obrigação de reparação advém do próprio uso indevido, não havendo de se cogitar da prova acerca da utilização por meio vexatório”. &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; 0021165-20.2008.8.19.0002&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-6007791733018524727?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/6007791733018524727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/modelo-sera-indenizada-por-uso-indevido.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/6007791733018524727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/6007791733018524727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/modelo-sera-indenizada-por-uso-indevido.html' title='Modelo será indenizada por uso indevido de sua imagem'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-8941710490679567875</id><published>2011-11-03T06:05:00.001-07:00</published><updated>2011-11-03T06:05:52.067-07:00</updated><title type='text'>Município obrigado a exibir documentos de processo licitatório a cidadão</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/02/Bandeira_curitibanos.JPG" width="424" height="270"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A 3ª Câmara de Direito Público do TJ confirmou sentença da comarca de Curitibanos e determinou que o Município apresente a Emannuell André Duarte cópia do processo de licitação, do contrato e de documentos referentes à cobrança do estacionamento rotativo da cidade. Ele fez o pedido administrativo com vistas no ajuizamento de ação popular, mas não foi atendido pelo Município. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em resposta ao pedido de exibição ajuizado por Emannuell, o Município afirmou ser inadequado o processo e, no mérito, disse não existir fundamento para o pedido administrativo. Acrescentou que não houve comprovação do interesse do autor na obtenção das cópias. O relator, Desembargador Carlos Adilson Silva, entendeu que houve afronta ao direito constitucional do cidadão à informação, só restringido em situações de sigilo necessário à segurança da sociedade e do Estado.&amp;nbsp; Para ele, a demora injustificada no fornecimento de informação não sigilosa feriu os princípios da moralidade, publicidade, legalidade e transparência dos atos da Administração Pública.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Nesse sentido, tratando-se de dever dos órgãos públicos o fornecimento, aos particulares, das informações de seu interesse ou de interesse público, desponta cristalina a violação pelo Município ao direito constitucional do requerente, a partir da ausência de resposta ao pleito de vista e retirada de cópias dos procedimentos administrativos. Não há falar, ademais, na necessidade de demonstração do interesse particular na obtenção de cópia de processo licitatório, pois presumível, diante da garantia a todo cidadão de zelar pela coisa pública”, concluiu Carlos Adilson. A decisão foi unânime.&amp;nbsp; &lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo: &lt;/strong&gt;Apelação Cível nº 2009/044878-8&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: &lt;b&gt;TJSC&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-8941710490679567875?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/8941710490679567875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/municipio-obrigado-exibir-documentos-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8941710490679567875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8941710490679567875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/11/municipio-obrigado-exibir-documentos-de.html' title='Município obrigado a exibir documentos de processo licitatório a cidadão'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-5865649808577712786</id><published>2011-10-31T01:52:00.000-07:00</published><updated>2011-10-31T01:52:00.698-07:00</updated><title type='text'>Casas Bahia condenada por exigir uso de broches</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/economia/wp-content/uploads/2010/08/Casas-Bahia.jpg" width="233" height="322"&gt;  &lt;p&gt;A gigante varejista Casas Bahia foi condenada a pagar R$ 5.000 por danos morais a uma funcionária por tê-la obrigado a usar broches com os famosos bordões "Quer pagar quanto?" e "Olhou, Levou". Por se tratar de decisão em 2ª instância, cabe recurso.  &lt;p&gt;Para o desembargador Marcelo Antero de Carvalho, relator do processo, "&lt;em&gt;a obrigatoriedade do uso de broches com dizeres que dão margens a comentários desrespeitosos por parte de clientes e terceiros configura violação do patrimônio imaterial do empregado&lt;/em&gt;".  &lt;p&gt;O acórdão da 6ª Turma do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da 1ª Região foi unânime em seguir o voto do relator.  &lt;p&gt;Na defesa, a empresa alegou que o uso de broche fazia parte da política de vendas da companhia, que ele somente era usado quando havia promoção e seu uso era restrito às dependências da loja. A defesa também argumentou que os clientes sabiam que as frases e chavões lançados nos broches eram ligados às promoções.  &lt;p&gt;&lt;b&gt;VEXAME E HUMILHAÇÃO&lt;/b&gt;  &lt;p&gt;Mas o TRT manteve a decisão da 1ª instância, do juiz Eduardo von Adamovich, de que os broches com as expressões "Quer pagar quanto?" ou "Olhou, Levou" utilizados poderiam levar a situações de vexame e humilhações.  &lt;p&gt;Segundo o acórdão, é irrelevante a ocorrência ou não de brincadeiras maliciosas, pois o uso do broche por si só configura a exposição da empregada a eventuais reações desrespeitosas de clientes e terceiros.  &lt;p&gt;A decisão do TRT reduziu o valor da indenização a ser paga pela Casas Bahia, de aproximadamente R$ 12 mil para R$ 5.000, alegando que o valor definido em primeiro grau era "desproporcional".    &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-5865649808577712786?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/5865649808577712786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/casas-bahia-condenada-por-exigir-uso-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5865649808577712786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5865649808577712786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/casas-bahia-condenada-por-exigir-uso-de.html' title='Casas Bahia condenada por exigir uso de broches'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-5535273800315409452</id><published>2011-10-28T01:16:00.000-07:00</published><updated>2011-10-28T01:16:00.902-07:00</updated><title type='text'>STJ definiu caberem honorários advocatícios em fase de cumprimento de sentença</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-MSzKoWn2Xyw/TqhAcjALK7I/AAAAAAAAA1E/BInnILLWAGI/s1600-h/Cleptocracia012%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Cleptocracia012" border="0" alt="Cleptocracia012" src="http://lh6.ggpht.com/-thw43iW_6rc/TqhAdSA0xcI/AAAAAAAAA1M/zYJcPT64aK4/Cleptocracia012_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="229"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As matérias foram julgadas pela Corte Especial como repetitivas, o que orientará as demais instâncias em decisões sobre o tema.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O STJ publicou o acórdão de recente decisão que definiu caberem honorários advocatícios em fase de cumprimento de sentença, havendo ou não impugnação; mas com a ressalva de que a verba só é cabível após transcorrer o prazo de pagamento voluntário previsto no artigo 475-J do CPC.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Decisões anteriores do próprio STJ concediam a honorária na fase de cumprimento, mesmo antes de expirado o prazo do artigo mencionado. No ponto, o julgado tem o seguinte comando: "&lt;em&gt;são cabíveis honorários advocatícios em fase de cumprimento de sentença, haja ou não impugnação, depois de escoado o prazo para pagamento voluntário a que alude o art. 475-J do CPC, que somente se inicia após a intimação do advogado, com a baixa dos autos e a aposição do cumpra-se&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No entanto, a decisão impactou a advocacia em relação à verba sucumbencial. Nesse ponto, o acórdão tem dois comandos:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;a) Não são cabíveis honorários advocatícios pela rejeição da impugnação ao cumprimento de sentença. Em síntese: o advogado trabalha para obter a rejeição da impugnação e não leva honorários sucumbenciais;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;b) Apenas no caso de aclhimento da impugnação, ainda que parcial, serão arbitrados honorários em benefício do executado, com base no art. 20, § 4º, do CPC.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As matérias foram definidas pela Corte Especial do STJ em julgamento afetado como repetitivo, o que orientará as demais instâncias em decisões sobre o tema.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outrossim, nos casos de rejeição da impugnação, não haverá nova fixação sucumbencial e somente os honorários advocatícios fixados no pedido de cumprimento de sentença serão mantidos.&lt;br&gt;Essas diretrizes foram fixadas pelo STJ ao acolher recurso especial da Brasil Telecom, que impugnou o cumprimento de sentença que a condenou em obrigação de fazer, consistente na entrega de ações não subscritas, que fora convertida em perdas e danos totalizando R$ 420.891,40, com decisão transitada em julgado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A impugnação não foi recebida pelo juiz da 8ª Vara Cível do Foro Central de Porto Alegre (RS). O magistrado não condenou a Brasil Telecom ao pagamento dos honorários advocatícios, com o argumento de que não caberiam no âmbito de incidente processual.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em decorrência da decisão, foi interposto agravo de instrumento no TJRS.O recurso foi provido em decisão monocrática pelo desembargador José Aquino Flores de Camargo, sob a fundamentação que "&lt;em&gt;o simples fato de a nova sistemática processual introduzida pela Lei nº 11.232/05 ter passado a considerar a execução como um mero procedimento incidental não impede o arbitramento de verba honorária, mormente no caso concreto em que a devedora não cumpriu de imediato e de forma espontânea a decisão, reabrindo nova discussão sobre a questão de fundo, ensejando trabalho do causídico&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No STJ, a Brasil Telecom em seu recurso especial sustentou que "&lt;em&gt;sendo o cumprimento de sentença apenas uma nova fase do processo de conhecimento, não há justificativa para que sejam fixados novamente honorários advocatícios&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A recente decisão do STJ - constante do acórdão anteontem publicado - estabelece que o momento processual adequado para o arbitramento dos honorários pelo Juízo, em fase de cumprimento da sentença, é o mesmo da execução de títulos extrajudiciais, ou da antiga execução de título judicial.&amp;nbsp; &lt;br&gt;Ao ser acolhido o recurso interposto pela Brasil Telecom, o relator ressalvou que, sendo infundada a impugnação, o procedimento executivo prossegue normalmente. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Cabe, eventualmente, incidência de multa por litigância de má-fé por ato atentatório à dignidade da justiça; mas honorários advocatícios não. &lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; REsp nº 1134186&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-5535273800315409452?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/5535273800315409452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/stj-definiu-caberem-honorarios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5535273800315409452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5535273800315409452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/stj-definiu-caberem-honorarios.html' title='STJ definiu caberem honorários advocatícios em fase de cumprimento de sentença'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-thw43iW_6rc/TqhAdSA0xcI/AAAAAAAAA1M/zYJcPT64aK4/s72-c/Cleptocracia012_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2931944886660945501</id><published>2011-10-27T05:18:00.001-07:00</published><updated>2011-10-27T05:18:32.987-07:00</updated><title type='text'>Exame da OAB é constitucional, decide Supremo Tribunal Federal</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://editorart.files.wordpress.com/2011/07/exame-da-oab2.jpg" width="326" height="247"&gt; &lt;p&gt;Seguindo o voto do relator, ministro Marco Aurélio Mello, os demais ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) negaram nesta quarta-feira (26/10) provimento ao RE 603583 (Recurso Extraordinário) que pedia a inconstitucionalidade da exigência prévia de aprovação no Exame de Ordem para o exercício da advocacia. &lt;p&gt;No recurso, um bacharel em direito questionava a constitucionalidade do exame, ao argumento de que a submissão dos bacharéis ao exame como requisito para a inscrição nos quadros da OAB atentaria contra os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana, da igualdade e do livre exercício das profissões. &lt;p&gt;Para o relator, o exame não viola o princípio da liberdade de exercício de profissão. A Constituição permite restrições, desde que previstas em lei formal, disse o ministro em seu voto. &lt;p&gt;Mello lembrou decisões sobre a obrigatoriedade da formação acadêmica para o exercício do jornalismo e a liberação da apresentação de músicos sem a carteirinha da OMB (Ordem dos Músicos do Brasil). &lt;p&gt;De acordo com o relator e a decisão da Corte, qualquer restrição à liberdade profissional precisa ser motivada por questões técnicas, o que não foi o caso dos músicos. &lt;p&gt;Entretanto, no caso dos bacharéis questões pertinentes ao exercício da advocacia estão previstos na Lei 8.906/1994. &lt;p&gt;O relator salientou que um mau profissional pode atrapalhar e muito o fortalecimento do Estado democrático de direito, e causar danos à coletividade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao mencionar os baixos indíces de aprovação&amp;nbsp; no Exame da Ordem questionado pelo recorrente, Mello lembrou que o Exame é aplicado três vezes ao ano ampliando as chances dos candidatos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O voto do ministro Luiz Fux ressaltou que o exame serve para atestar a qualificação técnica necessária para o exercício da advocacia, atendendo, com isso, ao artigo 5º, inciso XIII, e ao artigo 22, inciso XVI, da Constituição Federal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"&lt;em&gt;O profissional desprovido de qualidades técnicas pode lesar terceiros e seus próprios clientes. A aprovação do candidato no Exame de Ordem é primordial para determinar a qualificação profissional&lt;/em&gt;", disse Fux.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quanto a igualdade o ministro lembrou que existe o benefício para os que não podem pagar pelo teste que pode ser prestado quantas vezes forem necessários e desejados. &lt;p&gt;Ao seguir o voto do relator e reconhecer a legalidade do exame da Ordem, a ministra Cármen Lúcia frisou que as faculdades formam bacharéis em direito, não advogados. &lt;p&gt;Em seu voto, o ministro Ricardo Lewandowski se manifestou no sentido da higidez do Exame de Ordem, elaborado, segundo ele, seguindo critérios impessoais e objetivos previsto no Estatuto da Entidade que prevê a aprovação no Exame para o exercício da advocacia. &lt;p&gt;O ministro Ayres Britto disse que a exigência do Exame da OAB atua em favor da ordem jurídica, sendo consequência da própria Constituição Federal.   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2931944886660945501?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2931944886660945501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/exame-da-oab-e-constitucional-decide.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2931944886660945501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2931944886660945501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/exame-da-oab-e-constitucional-decide.html' title='Exame da OAB é constitucional, decide Supremo Tribunal Federal'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-3790971955836094792</id><published>2011-10-26T01:27:00.000-07:00</published><updated>2011-10-26T01:27:00.174-07:00</updated><title type='text'>Eliana Calmon volta a falar de corrupção no Judiciário</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-gAg-V-Z139M/TqarVghoeqI/AAAAAAAAA00/SFJP2WN6zK0/s1600-h/eliana-calmon%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="eliana-calmon" border="0" alt="eliana-calmon" src="http://lh4.ggpht.com/-5OJ13fMYI6Y/TqarWXE4_gI/AAAAAAAAA08/Q8xn9edPX-0/eliana-calmon_thumb%25255B9%25255D.jpg?imgmax=800" width="337" height="275"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;Garantindo que não retirará uma vírgula do que disse sobre as mazelas do Judiciário, a corregedora do Conselho Nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, assinalou com todas as letras ontem (24), logo após receber a Medalha Dois de Julho outorgada pela Prefeitura de Salvador, que "&lt;em&gt;existe corrupção no Poder Judiciário, como existe em todos os segmentos da sociedade brasileira - e eu tenho o dever constitucional de combater tal corrupção&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No seu discurso de agradecimento, ela aproveitou um trecho do Hino ao Dois de Julho, tocado na solenidade, que faz referência à vitória do exército popular brasileiro contra as tropas portuguesas na Bahia, em 1823, para comparar o que ocorre hoje no Brasil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Estou atenta às minhas responsabilidades, aos meus deveres constitucionais para que um dia eu possa dizer, depois da minha aposentadoria, como nós acabamos de recitar: nunca mais o despotismo, regerá a nossa Nação´.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao ser perguntada se esse "despotismo" era uma referência à corrupção, respondeu:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- A todos os segmentos que atrapalham a realização da Justiça: a lentidão é um problema, a corrupção é outro, a incompreensão dos órgãos públicos com o Judiciário é outro problema, tudo isto é algo que precisa ser removido, é muito trabalho, mas a gente tem que acreditar que podemos, pelo menos, melhorar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outro repórter quis saber se a popularidade obtida por ter dito a frase sobre haver "bandidos escondidos atrás da toga" não poderia fazê-la entrar na política e se candidatar a algum cargo eletivo. Eliana Calmon refutou essa possibilidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Sou apenas magistrada, não tenho nenhum preparo para ser política, não tenho vocação para isso, me preparei a vida inteira para ser unicamente magistrada e atravessei minha vida dentro do tribunal, e é realmente isso é o importante para mim. E eu consegui a compreensão dos meus magistrados, no momento em que na sexta-feira passada eu fui ao Colégio de Presidentes de Tribunais de Justiça e eles me receberam de pé, aplaudindo. Nesse momento eu vi que sou realmente magistrada, porque aquela homenagem para mim aplacou meu espírito - arrematou.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-3790971955836094792?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/3790971955836094792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/eliana-calmon-volta-falar-de-corrupcao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3790971955836094792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3790971955836094792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/eliana-calmon-volta-falar-de-corrupcao.html' title='Eliana Calmon volta a falar de corrupção no Judiciário'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-5OJ13fMYI6Y/TqarWXE4_gI/AAAAAAAAA08/Q8xn9edPX-0/s72-c/eliana-calmon_thumb%25255B9%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-397325067429723920</id><published>2011-10-25T01:54:00.000-07:00</published><updated>2011-10-25T01:54:00.759-07:00</updated><title type='text'>Presidente da OAB pede apuração de denúncias de irregularidades no sistema Bacen Jud</title><content type='html'>&lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;Deu no Agência Brasil&lt;/em&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-3u8ZI6mAdEo/TqW0ctjirFI/AAAAAAAAA0k/jE4zhxU3U3Y/s1600-h/balanca%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="balanca" border="0" alt="balanca" src="http://lh4.ggpht.com/-iSFSjL3dinE/TqW0dDQ-UvI/AAAAAAAAA0s/-9dDpfujxlQ/balanca_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="372" height="237"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, enviou dia 18/10 ofício ao presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, solicitando a apuração de denúncias de irregularidades no sistema Bacen Jud. &lt;p&gt;Esse sistema é um instrumento de comunicação eletrônica entre o Judiciário e as instituições financeiras, intermediado pelo BC, que permite que magistrados encaminhem requisições de informações e ordens de bloqueio, desbloqueio e transferência de valores. &lt;p&gt;“As denúncias recebidas pela OAB são as de que estariam ocorrendo retenções em valores superiores ao que consta das determinações judiciais e bloqueios repetitivos de uma mesma quantia em contas diversas”, diz a Ordem, em nota. &lt;p&gt;A instituição pede que sejam investigadas “eventuais inconsistências no sistema e que as irregularidades sejam imediatamente sanadas para garantir o bloqueio de valores até o limite constante da ordem judicial, conforme consta do Regulamento do Bacen Jud”. &lt;p&gt;O BC informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não há irregularidades no Bacen Jud. A assessoria informou ainda que será uma reunião entre o presidente da OAB e o procurador-geral do BC, Isaac Sidney Menezes Ferreira, para esclarecer o assunto.     &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-397325067429723920?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/397325067429723920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/presidente-da-oab-pede-apuracao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/397325067429723920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/397325067429723920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/presidente-da-oab-pede-apuracao-de.html' title='Presidente da OAB pede apuração de denúncias de irregularidades no sistema Bacen Jud'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-iSFSjL3dinE/TqW0dDQ-UvI/AAAAAAAAA0s/-9dDpfujxlQ/s72-c/balanca_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-930783207964185549</id><published>2011-10-24T05:39:00.001-07:00</published><updated>2011-10-24T05:39:36.885-07:00</updated><title type='text'>Valor da Causa  R$ 3,50</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://cdn1.mundodastribos.com/wp-admin/uploads/2011/01/Magazine-Luiza-www.magazineluiza.com_.br1_.jpg" width="330" height="248"&gt; &lt;p&gt;Um insólitocaso (pelo seu valor!)  percorreu as duas instâncias dos Juizados Especiais Cíveis do RS.&amp;nbsp; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A empresa Magazine Luíza S.A. pretendeu cobrar de uma consumidora de Santo Ângelo (RS), R$ 3,50 mensais a mais, em suas compras parceladas, a título de "custo de manutenção de conta". &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Zelosa, a mulher assalariada foi ao JEC, não tendo havido conciliação. A empresa insistiu no seu direito de cobrar. A juíza leiga Adriana Boligon de Araujo flagrou que esse "custo de manutenção" era, na prática, um disfarce praticado pela loja para cobrar uma ilegal tarifa de emissão de boleto bancário. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Também determinou que o Magazine Luíza abstenha-se de efetuar novas cobranças, sob pena de multa diária de 20% do salário mínimo. A empresa também foi condenada a devolver em dobro os valores cobrados (R$ 3,50 durante três meses). &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na prática, R$ 21,00. Não terminou por aí. A empresa apresentou recurso inominado. O juiz relator Afif Simões Neto flagrou e resumiu a performance da empresa:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"&lt;em&gt;1) a autora só queria que a ré a isentasse do valor de R$ 3,50 referente à taxa de manutenção do cartão de crédito;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;2) Houve audiência de conciliação, e a empresa Magazine Luiza preferiu não conciliar; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;3) Aconteceu uma audiência de instrução e Magazine Luiza achou melhor seguir litigando; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;4) Veio uma sentença, condenando&amp;nbsp; Magazine Luiza a pagar pouco mais de R$ 20,00 , mas a portentosa empresa comercial não quis pagar e recorreu, um direito que lhe assiste, à evidência; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;5) Só de Sedex, gastou R$ 11,90; 6) De custas, mais R$ 25,70. 7) Nas razões recursais, limitou-se ao labor intelectual de copiar/colar a contestação, apresentando, como novidade, um pequeno parágrafo introdutório e um conclusivo; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;8) Ah, e tratou também de mudar a cor do papel!...".&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;A 2ª Turma Recursal Cível - tendo em vista o irrisório valor da condenação - condenou a rede de lojas a pagar honorários sucumbenciais de R$ 800,00 como "&lt;em&gt;forma de valorizar o trabalho do advogado que defendeu os interesses da autora, que só queria, repete-se deixar de pagar R$ 3,50 ao mês, referente à manutenção do cartão de crédito&lt;/em&gt;". &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;Desde o ajuizamento da ação, até o trânsito em julgado, decorreram um ano e sete meses.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-930783207964185549?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/930783207964185549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/valor-da-causa-r-350.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/930783207964185549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/930783207964185549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/valor-da-causa-r-350.html' title='Valor da Causa  R$ 3,50'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-4816688124264916863</id><published>2011-10-21T03:21:00.000-07:00</published><updated>2011-10-21T03:21:00.623-07:00</updated><title type='text'>Empresa deverá indenizar consumidora que ficou quase um ano sem energia elétrica</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/-zWYF-5QYFSA/TZU-C_Gtu5I/AAAAAAAABSI/0f3LUySzwgs/s400/vagas-na-ampla.jpg" width="258" height="168"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Distribuidora de eletricidade se recusou a reparar o dano, mesmo sob determinação judicial.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Ampla, distribuidora de eletricidade do RJ, deverá indenizar, em R$ 15 mil, consumidora que ficou sem energia durante quase um ano. Além disso, a empresa deverá retomar o fornecimento. A decisão foi da 19ª Câmara Cível de Porto Alegre, que manteve sentença de 1º grau.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com a autora, em março de 2010, houve a queda de um poste, atingindo a fiação do poste de sua residência, o qual quebrou e também caiu. Devido a isso, o fornecimento de energia foi interrompido. &lt;br&gt;A requerente havia obtido uma determinação judicial que obrigava a Ampla a solucionar o problema. Mesmo assim, a empresa exigiu que a moradora comprasse e instalasse, com os próprios recursos, um novo poste.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em sua defesa, a ré alegou ter se disponibilizado a realizar os reparos, mas que a autora não os permitiu. Após ser intimada, em 1ª instância, ela compareceu ao local, mas não resolveu a pendência. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O relator do recurso, desembargador Marcos Alcino, afirmou que "a autora permaneceu sem o serviço de 9 de março de 2010 até a prolação da sentença, em 9 de fevereiro de 2011, algo que acarreta inegável prejuízo às atividades que fatalmente dependem da energia elétrica, aliás imprescindível nos dias atuais. Além disso, acrescentou: "não obstante devidamente ciente do problema, a ré nada fez para resolvê-lo em tempo razoável, ainda que condições para tal não lhe faltassem".&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp; 0009824-75.2010.8.19.0212&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: TJRJ&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-4816688124264916863?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/4816688124264916863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/empresa-devera-indenizar-consumidora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4816688124264916863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4816688124264916863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/empresa-devera-indenizar-consumidora.html' title='Empresa deverá indenizar consumidora que ficou quase um ano sem energia elétrica'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-zWYF-5QYFSA/TZU-C_Gtu5I/AAAAAAAABSI/0f3LUySzwgs/s72-c/vagas-na-ampla.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-7797913123342418227</id><published>2011-10-20T03:18:00.000-07:00</published><updated>2011-10-20T03:18:00.626-07:00</updated><title type='text'>Agência de viagens indenizará casal por má prestação de serviços</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="http://www.espacoturismo.com/blog/wp-content/uploads/2011/07/CVC-Passagens-Turismo.jpg" width="260" height="149"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Os clientes tiveram de esperar cerca de 12 horas pelo embarque, pois as empresas cancelaram o voo contratado.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens e a Varig Linhas Aéreas indenizarão um casal, de forma solidária, devido ao cancelamento de voo e ao atraso no embarque. A 1ª Turma Recursal do TJDFT manteve a sentença do 2º Juizado Cível de Brasília.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Conforme a sentença, restou incontroverso o cancelamento do voo contratado pelos autores e o subsequente atraso de cerca de 12 horas até o efetivo embarque no trecho Brasília-Natal. O juiz explicou que a afirmação de alteração da malha viária por determinação do Departamento de Controle de Espaço Aéreo Aviação Civil, sustentada pelas rés, além de constituir mera alegação, desprovida de elementos probatórios, configura fortuito interno, não tendo o condão de afastar a responsabilidade objetiva das mesmas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo o julgador, "se a empresa aérea descumpre o horário de partida do voo, causando atraso por várias horas, o dano moral é evidente e dispensa qualquer exteriorização a título de prova". O magistrado registrou, ainda, ser pacífica a jurisprudência nesse sentido e citou decisão do STJ, no sentido de que "a demora injustificada no transporte de passageiros acarreta danos morais". &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em sede revisional, a Turma Recursal acrescentou que: &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A) a agência de viagens que vende pacote turístico incluindo a parte aérea, responde objetiva e solidariamente com a empresa aérea pelos danos decorrentes da prestação defeituosa do serviço consistente no cancelamento injustificado de voo, podendo, a seu critério, exercer o direito de regresso; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;B) a mera alegação, sem comprovação, de culpa exclusiva de terceiro, consistente na comunicação do cancelamento do voo à agência de turismo, não exclui a responsabilidade da empresa aérea pelos danos causados aos passageiros; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;C) o cancelamento injustificado de voo, seguido do longo atraso no embarque, bem como a falta de assistência por parte da empresa aérea não constitui mero aborrecimento do cotidiano e sim, é causa de desequilíbrio emocional, gerando dor, vexame, sofrimento, ensejando a respectiva indenização por dano moral. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sob esses fundamentos, os magistrados condenaram as rés, solidariamente, a reparar aos autores o equivalente à perda de uma diária do pacote turístico adquirido, bem como a indenizá-los por danos morais no valor aproximado de 11 salários mínimos. Não cabe mais recurso.&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; 2010.01.1.161686-5&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: TJDFT&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-7797913123342418227?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/7797913123342418227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/agencia-de-viagens-indenizara-casal-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/7797913123342418227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/7797913123342418227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/agencia-de-viagens-indenizara-casal-por.html' title='Agência de viagens indenizará casal por má prestação de serviços'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-3397723196760993237</id><published>2011-10-18T03:13:00.000-07:00</published><updated>2011-10-18T03:13:00.260-07:00</updated><title type='text'>Cassado mandato de vereador que usou celular da Câmara para assediar mulher</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://guararapes.municipios.sp.gov.br/StaticFiles/municipios/imagens/conteudo/propriedades/municipio%203/topo_gua_logo_12b.jpg"&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;O vereador Luiz Antonio Fávaro (PSDB), conhecido como Esquerda, da cidade Guararapes (541 km de São Paulo), teve o mandato cassado pela Justiça após utilizar o telefone celular da Câmara Municipal para assediar uma mulher casada. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A decisão é do juiz Heverton Rodrigues Goulart, que acatou denúncia do Ministério Público. A decisão foi publicada no Diário da Justiça, na terça-feira (11). O parlamentar também teve os direitos políticos suspensos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com o processo, o vereador deu 79 telefonemas à dona de casa J.C.S. Os telefonemas foram dados ao celular e ao telefone residencial da vítima. Por meio da quebra do sigilo telefônico, pedida pelo Ministério Público à Justiça, foi possível contabilizar as ligações. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A mulher denunciou o caso à polícia e, segundo ela, o único interesse do político era assediá-la. O marido dela disse à polícia que foi informado pela esposa do assédio que o político vinha praticando. &lt;br&gt;Em sua defesa, o vereador disse que o teor dos telefonemas "&lt;em&gt;não era importante&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ainda segundo o juiz, o parlamentar causou um prejuízo de R$ 35,54 aos cofres municipais de Guararapes. Segundo a sentença houve "&lt;em&gt;violação do dever de probidade, moralidade e boa-fé a que estão vinculados os agentes públicos&lt;/em&gt;". &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Além de cassar o mandato do político por oito anos, o juiz determinou o ressarcimento do valor dos telefonemas aos cofres da Câmara Municipal. Também suspendeu seus direitos políticos por oito anos, além de condená-lo ao pagamento de uma multa equivalente ao salário do parlamentar. Ele também não poderá fechar contratos ou convênios com a prefeitura. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Cabe recurso de apelação ao TJ-SP. A defesa do parlamentar já anunciou que vai recorrer da decisão.&lt;br&gt;Uma Comissão Parlamentar de Inquérito tinha sido criada para analisar a conduta de Favaro, mas livrou o vereador. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-3397723196760993237?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/3397723196760993237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/cassado-mandato-de-vereador-que-usou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3397723196760993237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/3397723196760993237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/cassado-mandato-de-vereador-que-usou.html' title='Cassado mandato de vereador que usou celular da Câmara para assediar mulher'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-4436526741249298718</id><published>2011-10-14T03:01:00.000-07:00</published><updated>2011-10-14T06:14:43.837-07:00</updated><title type='text'>Sancionada a lei que prevê aviso prévio de até 90 dias</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="http://afinsophia.files.wordpress.com/2011/10/dilma-assina-300x249.jpg"&gt; &lt;p&gt;A presidente Dilma Rousseff sancionou na terça-feira (11) a lei que estabelece aviso prévio de até 90 dias em caso de demissão. Atualmente, quando a pessoa é dispensada ou deixa o emprego, deve permanecer no trabalho por até 30 dias, independentemente do tempo de serviço. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com a mudança, o aviso prévio será proporcional. O trabalhador com um ano de emprego mantém os 30 dias, mas para cada ano adicional de serviço, o aviso prévio aumenta em três dias, até o limite de 90, no total.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em caso de demissão voluntária, o empregado deve trabalhar pelo mesmo período ou ressarcir a empresa pelo tempo devido. A empresa, porém, pode optar por liberar o empregado, sem ônus. A proposta, aprovada no último dia 21 de setembro pela Câmara, tramitava no Congresso desde 1989.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As novas regras de aviso prévio passarão a valer a partir da publicação no Diário Oficial da União, o que está ocorreu nesta quinta-feira (13).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com a Casa Civil, o novo prazo de aviso prévio vale para demissões que ocorrerem a partir de hoje. Não retroage para quem pediu demissão ou foi demitido antes da vigência da nova regra, nem mesmo para quem estiver cumprindo aviso prévio quando a norma for publicada. &lt;br&gt;No entanto, nada impede que os trabalhadores entrem na Justiça pedindo a aplicação da regra no caso concreto.&lt;/p&gt;  &lt;hr&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conheça a íntegra da lei que aumenta o aviso prévio &lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;p&gt;LEI Nº 12.506, DE 11 DE OUTUBRO DE 2011.&lt;br&gt;Dispõe sobre o aviso prévio e dá outras providências.&lt;br&gt;A&amp;nbsp; PRESIDENTA&amp;nbsp;&amp;nbsp; DA REPÚBLICA &lt;br&gt;Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: &lt;br&gt;Art. 1º - O aviso prévio, de que trata o Capítulo VI do Título IV da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1º de maio de 1943, será concedido na proporção de 30 (trinta) dias aos empregados que contem até 1 (um) ano de serviço na mesma empresa. &lt;br&gt;Parágrafo único.&amp;nbsp; Ao aviso prévio previsto neste artigo serão acrescidos 3 (três) dias por ano de serviço prestado na mesma empresa, até o máximo de 60 (sessenta) dias, perfazendo um total de até 90 (noventa) dias. &lt;br&gt;Art. 2º -&amp;nbsp; Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. &lt;br&gt;Brasília, 11 de outubro de 2011; 190º da Independência e 123º da República. &lt;br&gt;DILMA ROUSSEFF&lt;br&gt;José Eduardo Cardozo&lt;br&gt;Guido Mantega&lt;br&gt;Carlos Lupi&lt;br&gt;Fernando Damata Pimentel &lt;br&gt;Miriam Belchior&lt;br&gt;Garibaldi Alves Filho&lt;br&gt;Luis Inácio Lucena Adams&lt;br&gt;...........................&lt;br&gt;Veja onde a nova Lei do Aviso terá reflexos&lt;br&gt;CAPÍTULO VI DA CLT&lt;br&gt;DO AVISO PRÉVIO&lt;br&gt;Art. 487 - Não havendo prazo estipulado, a parte que, sem justo motivo, quiser rescindir o contrato deverá avisar a outra da sua resolução com a antecedência mínima de:&lt;br&gt;I - oito dias, se o pagamento for efetuado por semana ou tempo inferior;&amp;nbsp; &lt;br&gt;II - trinta dias aos que perceberem por quinzena ou mês, ou que tenham mais de 12 (doze) meses de serviço na empresa.&amp;nbsp; &lt;br&gt;§ 1º - A falta do aviso prévio por parte do empregador dá ao empregado o direito aos salários correspondentes ao prazo do aviso, garantida sempre a integração desse período no seu tempo de serviço.&lt;br&gt;§ 2º - A falta de aviso prévio por parte do empregado dá ao empregador o direito de descontar os salários correspondentes ao prazo respectivo.&lt;br&gt;§ 3º - Em se tratando de salário pago na base de tarefa, o cálculo, para os efeitos dos parágrafos anteriores, será feito de acordo com a média dos últimos 12 (doze) meses de serviço.&lt;br&gt;§ 4º - É devido o aviso prévio na despedida indireta. &lt;br&gt;§ 5º - O valor das horas extraordinárias habituais integra o aviso prévio indenizado.&lt;br&gt;§ 6º - O reajustamento salarial coletivo, determinado no curso do aviso prévio, beneficia o empregado pré-avisado da despedida, mesmo que tenha recebido antecipadamente os salários correspondentes ao período do aviso, que integra seu tempo de serviço para todos os efeitos legais. &lt;br&gt;Art. 488 - O horário normal de trabalho do empregado, durante o prazo do aviso, e se a rescisão tiver sido promovida pelo empregador, será reduzido de 2 (duas) horas diárias, sem prejuízo do salário integral.&lt;br&gt;Parágrafo único - É facultado ao empregado trabalhar sem a redução das 2 (duas) horas diárias previstas neste artigo, caso em que poderá faltar ao serviço, sem prejuízo do salário integral, por 1 (um) dia, na hipótese do inciso l, e por 7 (sete) dias corridos, na hipótese do inciso lI do art. 487 desta Consolidação. (Incluído pela Lei nº 7.093, de 25.4.1983)&lt;br&gt;Art. 489 - Dado o aviso prévio, a rescisão torna-se efetiva depois de expirado o respectivo prazo, mas, se a parte notificante reconsiderar o ato, antes de seu termo, à outra parte é facultado aceitar ou não a reconsideração.&lt;br&gt;Parágrafo único - Caso seja aceita a reconsideração ou continuando a prestação depois de expirado o prazo, o contrato continuará a vigorar, como se o aviso prévio não tivesse sido dado.&lt;br&gt;Art. 490 - O empregador que, durante o prazo do aviso prévio dado ao empregado, praticar ato que justifique a rescisão imediata do contrato, sujeita-se ao pagamento da remuneração correspondente ao prazo do referido aviso, sem prejuízo da indenização que for devida.&lt;br&gt;Art. 491 - O empregado que, durante o prazo do aviso prévio, cometer qualquer das faltas consideradas pela lei como justas para a rescisão, perde o direito ao restante do respectivo prazo.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-4436526741249298718?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/4436526741249298718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/sancionada-lei-que-preve-aviso-previo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4436526741249298718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4436526741249298718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/sancionada-lei-que-preve-aviso-previo.html' title='Sancionada a lei que prevê aviso prévio de até 90 dias'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2683667083975674804</id><published>2011-10-13T06:10:00.001-07:00</published><updated>2011-10-13T06:10:18.404-07:00</updated><title type='text'>Explulsar noiva de casa gera indenização</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="http://www.ebafutebol.com.br/wp-content/uploads/2010/03/expuls%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A situação criada levou a moça a experimentar vergonha e humilhação perante familiares e amigos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um homem terá de pagar indenização de R$ 20 mil, por danos morais, à ex-noiva, por tê-la expulsado de casa e ter rompido o relacionamento semanas antes do casamento. A decisão é da 4ª Câmara de Direito Civil do TJSC, que reformou a decisão de 1º Grau.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A mulher, que estava grávida, foi surpreendida com a decisão do noivo, ao retornar de uma viagem à Espanha, onde levou a filha de um relacionamento anterior para conhecer o pai. Todos os seus pertences, bem como móveis e roupas, foram retirados da casa e colocados em um porão da residência.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em sua defesa, o homem disse ter descoberto que a futura esposa era garota de programa e toxicômana. Juntou aos autos, inclusive, panfletos de uma casa noturna em que ela aparecia nua, em poses sensuais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A moça, por sua vez, admitiu apenas trabalhar como modelo. O ex-noivo contestou, alegando estes os motivos para o término do relacionamento, ocorrido mesmo após o jantar de noivado e a distribuição dos convites para o casamento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em 1º Grau, a sentença concedeu danos materiais à noiva pelos estragos registrados em seus pertences, mas negou os danos morais. Na apelação, os danos materiais foram negados. Segundo o relator do processo, desembargador Eládio Torret Rocha, não vislumbrou nexo entre o fato dos pertences da noiva terem se deteriorados por conta do depósito em um porão. Porém, o abalo moral restou caracterizado: além de ter sido expulsa de casa quando estava fora do país, a noiva enfrentava na época uma gravidez de risco. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;"&lt;em&gt;O que o demandado não poderia, contudo, a meu sentir, era abusando do direito que dispunha de findar a relação, tê-lo feito à completa revelia da companheira, utilizando-se de expediente reprovável por todos os títulos, pois, agindo como agiu, de forma solerte e maliciosa, causou-lhe inescondivelmente dano anímico passível da consequente e necessária reparação pecuniária&lt;/em&gt;", afirmou o relator.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por fim, o Tribunal entendeu que, mesmo fundado em razões compreensíveis para o término do relacionamento, a situação criada levou a noiva a experimentar grande vergonha e humilhação perante parentes e amigos no pequeno lugarejo onde residiam.&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo &lt;/strong&gt;não informado.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: TJSC&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2683667083975674804?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2683667083975674804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/explulsar-noiva-de-casa-gera.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2683667083975674804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2683667083975674804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/explulsar-noiva-de-casa-gera.html' title='Explulsar noiva de casa gera indenização'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-1397544211163384429</id><published>2011-10-12T03:35:00.000-07:00</published><updated>2011-10-13T11:35:36.052-07:00</updated><title type='text'>Cheque pré-datado não vincula terceiros que o sacaram antes do prazo</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-MQ_5hCds8fM/TgskOrj5awI/AAAAAAAABUE/mc7tCcO1YHE/s1600/Cheque.jpg" width="404" height="274"&gt; &lt;p&gt;A 4ª turma do STJ decidiu que terceiro de boa-fé que recebe e apresenta cheque pós-datado (popularmente conhecido como pré-datado) não está sujeito a indenizar seu emitente por eventuais danos morais decorrentes da apresentação antes da data combinada. O entendimento foi dado em recurso de um posto de gasolina contra decisão do TJ/SC. O ministro Luis Felipe Salomão, relator do processo, considerou que a empresa não é obrigada a indenizar o emitente do cheque, que teve seu nome negativado na Serasa.  &lt;p&gt;O emitente deu o cheque pré-datado para um mercado, ficando acertado que o depósito só ocorreria em janeiro de 2004. O mercado repassou o documento para um posto de gasolina, que o depositou antes do prazo, em dezembro de 2003. Como não havia fundos, o cheque foi devolvido, causando o bloqueio da conta corrente e a negativação do nome do emitente. Ele entrou com ação de indenização por danos morais contra o posto.  &lt;p&gt;A indenização foi concedida em primeira instância, no valor de R$ 4 mil, e o posto recorreu ao TJ/SC, afirmando não ser parte legítima para figurar como réu no processo. O Tribunal catarinense afirmou, entretanto, que o abalo moral estava configurado e que a empresa tinha, sim, legitimidade passiva. Observou que o cheque conteria claramente a data em que deveria ser descontado, portanto haveria conhecimento prévio do prazo acertado para a compensação.  &lt;p&gt;No recurso ao STJ, a defesa do posto de combustíveis afirmou que não se demonstrou a inequívoca ciência de que o cheque deveria ser descontado posteriormente. Também sustentou que, quando o cheque volta a circular, readquire sua qualidade de ordem de pagamento à vista. Também haveria ofensa aos artigos quarto da lei de Introdução ao CC e 126 do CPC, que autorizam que o juiz julgue por analogia em casos de omissão. No caso, seria aplicável a lei 7.357/85.  &lt;p&gt;Para o ministro Luis Felipe Salomão, é incontroverso que o cheque circulou e que não consta como data de emissão aquela supostamente pactuada, mas a data em que foi efetivamente emitido. "&lt;em&gt;O cheque é ordem de pagamento à vista e submete-se aos princípios da literalidade, abstração, autonomia das obrigações cambiais e inoponibilidade das exceções pessoais a terceiros de boa-fé&lt;/em&gt;", explicou.  &lt;p&gt;Os cheques podem circular, independentemente das causas de sua emissão e, sendo um título de crédito, dão aos terceiros plena garantia na sua aquisição. O relator também apontou que o artigo 32 da lei do cheque é claro em defini-lo como pagável à vista, considerando-se não escrita qualquer ordem contrária. "&lt;em&gt;Não se desconhece o costume relativo à emissão de cheque pós-datado, todavia é prática expressamente inadmitida pela lei que cuida da matéria&lt;/em&gt;", destacou.  &lt;p&gt;Além disso, continuou o ministro, aplica-se na situação o princípio da relatividade dos efeitos do contrato, que determina que o pacto gera obrigações para as partes, mas não vincula ou cria obrigações para terceiros. O ministro observou que, apesar de a súmula 370 do próprio STJ orientar que há dano moral na apresentação antecipada do cheque pós-datado, essa regra se aplica aos pactuantes e não a terceiros, como o posto de gasolina. O restante da 4ª turma acompanhou integralmente o voto do ministro Salomão.  &lt;ul&gt; &lt;li&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Processo&lt;/strong&gt; : REsp 884.346.&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-1397544211163384429?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/1397544211163384429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/cheque-pre-datado-nao-vincula-terceiros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/1397544211163384429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/1397544211163384429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/cheque-pre-datado-nao-vincula-terceiros.html' title='Cheque pré-datado não vincula terceiros que o sacaram antes do prazo'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-MQ_5hCds8fM/TgskOrj5awI/AAAAAAAABUE/mc7tCcO1YHE/s72-c/Cheque.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-6325166539092764886</id><published>2011-10-11T09:59:00.001-07:00</published><updated>2011-10-11T09:59:01.295-07:00</updated><title type='text'>Macaco que viveu 28 anos na cidade deve ser devolvido a habitat natural</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/macaco-prego-2.jpg"&gt; &lt;p&gt;A 16ª Câmara Cível do TJ do Rio determinou que o macaco prego de nome “Chiquinho” retorne ao seu habitat natural&amp;nbsp; ou seja entregue ao zoológico, aos cuidados dos órgãos de proteção dos animais silvestres. A decisão é do desembargador Eduardo Gusmão Alves de Brito, acompanhada pelos demais integrantes da Câmara. Para o relator "&lt;em&gt;inexiste direito de posse por particular de animal silvestre, mantido em cativeiro sem a devida permissão legal&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Há 28 anos convivendo com Carlos Henrique Rabello Lima, sem autorização e licença dos órgãos de proteção ambiental, o animal foi apreendido na residência de seu dono no dia 26 de agosto de 2008, pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), após denúncia anônima. "Chiquinho" era domesticado desde filhote.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em seu favor, o guardião do macaco alegou que, embora silvestre, "Chiquinho" já é idoso e sempre foi tratado como um membro da família, o que inviabilizaria qualquer tentativa de reinserção em seu ambiente natural. O Inea, por sua vez, ponderou que "&lt;em&gt;a conduta do cidadão, por mais bem intencionada que seja, é nociva e ilegal&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No dia 17 de setembro de 2010, a juíza Christianne Maria Ferrari, da 4ª Vara Cível de Petrópolis (RJ) julgara procedente o pedido de Carlos Henrique em ação proposta contra a Fundação Instituto Estadual de Florestas (IEF). A magistrada declarou o cidadão guardião do animal, determinou que "Chiquinho" fosse devolvido ao seu dono, sendo o autor da ação nomeado depositário fiel do animal até o fim dos recursos na área administrativa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entretanto, o desembargador Eduardo Gusmão Alves de Brito, relator do recurso do Inea, considerou agora que houve crime contra a fauna.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nos termos do artigo 25, § 1º, da Lei 9605, os animais silvestres apreendidos em poder de terceiros devem ser confiados aos órgãos protetivos para possível reintrodução em seu habitat de origem ou, se impossível, entrega a algum zoológico. Segundo o desembargador Alves de Brito, "&lt;em&gt;as posições tolerantes com o cativeiro de animais silvestres fazem com que se perpetue aquilo que o legislador enfaticamente procurou combater&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; nº 0022492-74.2008.8.19.0042&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-6325166539092764886?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/6325166539092764886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/macaco-que-viveu-28-anos-na-cidade-deve.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/6325166539092764886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/6325166539092764886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/macaco-que-viveu-28-anos-na-cidade-deve.html' title='Macaco que viveu 28 anos na cidade deve ser devolvido a habitat natural'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-8373155868829633685</id><published>2011-10-10T06:17:00.001-07:00</published><updated>2011-10-10T06:17:20.034-07:00</updated><title type='text'>Dano moral por inscrição indevida no SCPC prescreve em dez anos</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.cientec.rs.gov.br/Nova_pasta/banrisul.jpg" width="296" height="91"&gt; &lt;p&gt;O prazo prescricional para ajuizamento de ação indenizatória por cadastro irregular no SCPC tem início quando o consumidor toma ciência do registro. Como esse tipo de caso não se ajusta a nenhum dos prazos específicos do Código Civil, a prescrição ocorre em dez anos, quando o dano decorre de relação contratual. Essa decisão da 4&lt;sup&gt;a&lt;/sup&gt; turma do STJ diz respeito a um cliente do Banrisul que, mesmo tendo pago todas as prestações de um empréstimo com a instituição financeira, teve seu nome incluído no cadastro de inadimplentes.  &lt;p&gt;O cliente conta que contraiu, em setembro de 2003, empréstimo para quitar dívida com o próprio banco e que tinha as prestações em dia, porém, dois meses depois teve seu nome inscrito no SCPC. Sem ter sido comunicado do registro no cadastro desabonador, só tomou conhecimento após três anos, quando tentou financiar um automóvel em outra empresa. Em dezembro de 2006, ajuizou ação de reparação de dano moral, que o juízo de primeiro grau julgou improcedente – afastando, entretanto, a prescrição alegada pelo Banrisul.  &lt;p&gt;O TJ/RS deu provimento à apelação e, inconformado, o banco recorreu ao STJ argumentando que o prazo prescricional para o início da ação de reparação civil é de três anos (art. 206, parágrafo terceiro, inciso V, do CC) e deve ser contado a partir da violação do direito, isto é, da data de inscrição no cadastro de inadimplentes.  &lt;p&gt;O ministro Luis Felipe Salomão, relator do caso, afirmou que, no processo de novação, o banco negligentemente deixou de observar os deveres – inerentes à boa-fé objetiva – de proteção e lealdade para com o cliente. A violação desses deveres, chamados de deveres anexos do contrato, implica responsabilidade civil contratual. No caso, o Banrisul não observou os deveres anexos e incluiu o nome do cliente no SPC por inadimplemento de débito extinto por contrato entre as partes.  &lt;p&gt;O prazo prescricional de três anos, invocado pelo banco, é relativo à indenização por responsabilidade civil extracontratual – e não se aplica, de acordo com a jurisprudência do STJ, quando a pretensão de reparação deriva do não cumprimento de obrigações e deveres contratuais. Como o caso em questão não se aplica a nenhum dos prazos prescricionais descritos no CC, incide a prescrição de dez anos, indicada quando a lei não fixa prazo menor. Além disso, o ministro concordou com a aplicação do princípio da &lt;em&gt;actio nata&lt;/em&gt; pelas instâncias anteriores.  &lt;ul&gt; &lt;li&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Processo&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; : REsp 1276311&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;_________________    &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-8373155868829633685?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/8373155868829633685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/dano-moral-por-inscricao-indevida-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8373155868829633685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8373155868829633685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/dano-moral-por-inscricao-indevida-no.html' title='Dano moral por inscrição indevida no SCPC prescreve em dez anos'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-5829583059569909219</id><published>2011-10-07T02:26:00.000-07:00</published><updated>2011-10-07T02:26:00.109-07:00</updated><title type='text'>Constituição Federal completa 23 anos de promulgação</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/bancoImagemSco/bancoImagemSco_IA_111962.jpg"&gt; &lt;p&gt;“&lt;em&gt;Declaro promulgada. O documento da liberdade, da dignidade, da democracia, da justiça social do Brasil. Que Deus nos ajude para que isso se cumpra&lt;/em&gt;”. Com as palavras do então presidente da Assembleia Nacional Constituinte, deputado Ulysses Guimarães, proferidas na tarde de 5 de outubro de 1988, em audiência histórica no plenário da Câmara dos Deputados, entrava em vigor a Constituição Federal da Republica Federativa do Brasil. &lt;p&gt;A Carta da República de 1988, chamada de constituição-cidadã pelo deputado Ulysses Guimarães, é considerada até hoje uma das mais avançadas e democráticas do mundo, no que diz respeito aos direitos e garantias individuais do cidadão. &lt;p&gt;Presidente do STF na data da promulgação da Constituição, o ministro aposentado Rafael Mayer explica que Ulysses denominou a Carta de cidadã “referindo-se à intensa participação popular na elaboração do texto – porque quem quis se manifestou e foi acolhido”, disse o ministro em entrevista concedida ao site do Supremo à época da comemoração dos 20 anos da Constituição. &lt;p&gt;Para o ministro, a maior conquista do texto constitucional foi o estabelecimento do Estado Democrático de Direito. De acordo com Mayer, a Carta fortaleceu direitos e garantias individuais que, até então, haviam sido suprimidos. “O cidadão se sentiu seguro e protegido diante do Estado. Muita gente reclama por ser uma Carta muito detalhista. Mas isso é, de certa forma, muito bom, porque mais assuntos se tornaram constitucionais e realmente ajudaram na transformação histórica e social do Brasil”. &lt;p&gt;&lt;b&gt;Guardião&lt;/b&gt; &lt;p&gt;É a própria Constituição que define, em seu artigo 102, que cabe ao Supremo Tribunal Federal (STF) ser o guardião dos ditames nela contidos. Para isso, entre outros avanços, o constituinte originário ampliou a relação dos legitimados para propor ações que provoquem a Suprema Corte a definir sobre a constitucionalidade em abstrato de leis e atos judiciais, sempre com base na fiel interpretação dos dispositivos da Lei Maior. &lt;p&gt;Antes de 1988, apenas o procurador-geral da República podia ajuizar ações de controle abstrato de constitucionalidade. Com o advento da Carta Federal, foram incluídas, como partes legítimas para impugnar normas, o presidente da República, as Mesas do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, das Assembleias Legislativas estaduais e da Câmara Legislativa do Distrito Federal, os governadores de estado e do DF, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, os partidos políticos com representação no Congresso e as confederações sindicais ou entidades de classe de âmbito nacional. &lt;p&gt;Outro avanço que permitiu uma verdadeira revolução no Supremo Tribunal, em termos de racionalização de seu funcionamento e, em consequência, no desempenho de seu papel como Corte Constitucional, se deu por meio de uma das 67 emendas à Constituição promulgadas ao longo dos últimos 23 anos. A Emenda 45/2004, que introduziu a Reforma do Judiciário, permitiu a adoção de dois institutos pelo STF que se têm mostrado de extrema eficácia: a Súmula Vinculante e a Repercussão Geral. No primeiro, as decisões sumuladas com caráter vinculante são seguidas por todos os juízes e observadas pela Administração Pública. &lt;p&gt;Com a Repercussão Geral, o STF tem a possibilidade de eleger os temas sobre os quais vai se pronunciar. O reconhecimento da repercussão de um tema faz parar a movimentação de todos os processos semelhantes no país, que ficam aguardando a decisão da Corte no chamado “processo paradigma”. A decisão tomada nesse processo é aplicada automaticamente aos demais. &lt;p&gt;&lt;b&gt;A Constituição e o Supremo&lt;/b&gt; &lt;p&gt;Um exemplo do trabalho realizado pelo STF como guardião da Carta Magna pode ser visto na obra &lt;a href="http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/"&gt;&lt;b&gt;A Constituição e o Supremo&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, atualmente uma das cinco páginas mais acessadas no portal de internet da Corte. A página apresenta o texto da Constituição Federal de 1988 interpretado de acordo com a jurisprudência firmada pelo Supremo, reunindo os tópicos constitucionais discutidos em julgamentos do Tribunal, seguidos da síntese do teor da decisão (ementa). A obra, que terá a quarta edição impressa lançada no ano que vem, possui atualmente mais de oito mil notas inseridas. &lt;p&gt;&lt;b&gt;Grandes Temas &lt;/b&gt; &lt;p&gt;Nesses 23 anos, foram vários debates de grande repercussão nacional - e até internacional - em que os ministros do STF tiveram que se debruçar sobre o texto constitucional para decidir grandes temas sociais. &lt;p&gt;Foi da análise, entre outros, do artigo 3º, IV, da Carta Federal, dispositivo que veda qualquer discriminação em virtude de sexo, raça, cor e que os ministros reconheceram, em maio de 2011, que a Constituição brasileira assegura o reconhecimento das uniões homoafetivas (ADI 4277 e ADPF 132). &lt;p&gt;A interpretação de diversos dispositivos da Constituição que garantem o direito à vida, à saúde, ao planejamento familiar e à pesquisa científica levou a Corte a decidir, em maio de 2008, pela legalidade da utilização de células-tronco embrionárias na pesquisa para curar doenças (ADI 3510), entendendo que essas pesquisas não atentam contra o princípio à vida humana. &lt;p&gt;A Corte também fez uma leitura conjunta de diversos artigos da Constituição para reconhecer a legalidade da demarcação contínua da área indígena Raposa Serra do Sol, em março de 2009. De acordo com relator da PET 3388, ministro Ayres Britto, a Constituição Federal – por meio dos artigos 231, 232 e outros dispositivos esparsos, num total de 18 dispositivos sobre o tema – “quis dar um fim numa visão portuguesa da questão indígena, ver os índios como se fossem inferiores e como se não pudessem com sua cultura específica contribuir para afirmação do caráter nacional para plasmar o caráter nacional”. &lt;p&gt;A Corte tem decidido, em diversos processos, que o Sistema Único de Saúde (SUS) deve fornecer remédios de alto custo ou tratamentos não oferecidos pelo sistema a pacientes de doenças graves que recorreram à Justiça. O entendimento do STF tem lastro na Constituição, como explicou o decano da Corte, ministro Celso de Mello, no julgamento da STA 175, realizado em março de 2010. Para o ministro, “o direito à saúde representa um pressuposto de quase todos os demais direitos, e é essencial que se preserve esse estado de bem-estar físico e psíquico em favor da população, que é titular desse direito público subjetivo de estatura constitucional, que é o direito à saúde e à prestação de serviços de saúde”. &lt;p&gt;A liberdade de manifestação do pensamento (artigo 5º, IV) e da expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação (artigo 5º, IX), foram alguns dos dispositivos constitucionais que embasaram a decisão da Corte no julgamento do RE 511961, realizado em junho de 2009, quando o Supremo reconheceu como inconstitucional a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. &lt;p&gt;Em 2009, num dos julgamentos mais importantes do ano, o Supremo declarou, por maioria de votos, que a Lei de Imprensa (Lei nº 5250/67) é incompatível com a atual ordem constitucional. No julgamento da ADPF 130, o ministro Ayres Britto salientou que a História ensina que, em matéria de imprensa, não há espaço para o meio-termo: ou a imprensa é inteiramente livre, ou dela já não se pode cogitar senão como jogo de aparência jurídica.&amp;nbsp; Para o relator da ação, a imprensa livre contribui para a concretização dos mais importantes preceitos constitucionais, a começar pelos princípios da soberania (artigo 1º, inciso I) e da cidadania (inciso II do mesmo artigo). “A Imprensa passa a manter com a democracia a mais entranhada relação de mútua dependência ou retroalimentação”, salientou em um das passagens de seu voto. &lt;p&gt;Embora a Constituição Federal, em seu artigo 5º, inciso LXVII, ainda admita a prisão do depositário infiel, o STF reformulou, em dezembro de 2008, sua jurisprudência (RE 466343) para isentar de prisão civil por dívida o depositário infiel, mantendo a sanção apenas para o devedor de pensão alimentícia. Com isso, a Suprema Corte brasileira adaptou-se não somente ao Pacto Internacional dos Direitos Civil e Políticos e a Convenção Americana Sobre Direitos Humanos (mais conhecido como Pacto de San José da Costa Rica), como também ao Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos da ONU e a Declaração Americana dos Direitos da Pessoa Humana, firmada em 1948, em Bogotá (Colômbia). &lt;p&gt;Uma decisão histórica do STF, tomada em agosto de 2008 (ADC 12), proibiu o nepotismo (contratação de parentes) no Poder Judiciário e, em seguida, foi estendida à administração pública direta e indireta em qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios por meio da Súmula Vinculante 13. A partir desta decisão, que teve grande repercussão na sociedade, os familiares não concursados dos servidores públicos estão impedidos de exercer funções de direção e assessoramento e cargos de chefia. O relator da ação, ministro Ayres Britto, salientou, na ocasião, que a decisão instaurava uma nova cultura, ao quebrar paradigmas. O decano da Corte, ministro Celso de Mello, destacou que “quem tem o poder e a força do Estado em suas mãos não tem o direito de exercer em seu próprio benefício, ou em benefício de seus parentes ou cônjuges, ou companheiros, a autoridade que lhe é conferida pelas leis desta República”. &lt;p&gt;Com base no princípio da dignidade humana estabelecido no rol dos direitos e garantias dos cidadãos (artigo 5º) da Constituição de 1988, o STF decidiu, por unanimidade de votos em agosto de 2008 (HC 91952), que o uso de algemas só deve ser adotado em casos excepcionalíssimos. Os ministros consideraram ainda que o fato de o réu permanecer algemado perante os jurados influi na decisão. Diante da importância do assunto, o Tribunal editou a Súmula Vinculante 11, na qual assentou que só é lícito o uso de algemas em casos de resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros. Antes mesma da edição da súmula, o STF determinou que a decisão fosse comunicada ao ministro da Justiça e aos secretários de Segurança Pública dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal. &lt;p&gt;Em fevereiro de 2006, o STF permitiu a progressão de regime prisional em favor de condenados por crimes hediondos ao declarar inconstitucional o parágrafo 1º do artigo 2º da Lei 8.072/90. A matéria foi analisada no HC 82959, envolvendo um condenado a 12 anos e três meses de reclusão por molestar três crianças (atentado violento ao pudor). A decisão foi tomada por apertada maioria (6 votos a 5) e prevaleceu o voto do relator, ministro Marco Aurélio, para quem a garantia de individualização da pena inserida no rol dos direitos assegurados pelo artigo 5º da Constituição Federal, inclui a fase de execução da pena aplicada e, por isso, não é viável afastar a possibilidade de progressão. &lt;p&gt;O dispositivo constitucional que protege a fauna e a flora e coíbe as práticas que submetam os animais à crueldade (artigo 225 da Constituição) foi aplicado pelo STF em pelo menos dois julgamentos de grande repercussão e que envolvem tradições culturais um tanto quanto questionáveis em tempos de atitudes “ecologicamente corretas”.&amp;nbsp; No primeiro julgamento (RE 153531), a Segunda Turma do STF decidiu, por maioria de votos, em fevereiro de 1997, que a obrigação do Estado de garantir a todos o pleno exercício de direitos culturais, incentivando a valorização e a difusão das manifestações, não o isenta de observar a norma constitucional que proíbe a submissão de animais à crueldade. O recurso, ajuizado por uma associação de proteção aos animais de Santa Catarina, resultou na proibição da “Farra do Boi” no estado. No segundo caso, e mais recente (maio de 2011), o Plenário declarou inconstitucional a lei fluminense que permitia a realização de “Brigas de galo” no estado, ao julgar procedente a ADI 1856, proposta pela Procuradoria Geral da República. &lt;p&gt;&lt;b&gt;Anencéfalos&lt;/b&gt; &lt;p&gt;Entre os grandes julgamentos esperados para os próximos meses está a ADPF 54, de relatoria do ministro Marco Aurélio, que discute um dos temas mais polêmicos em tramitação no STF - a possibilidade de interrupção terapêutica da gestação de fetos anencéfalos (sem cérebro). O relator concluiu seu voto em março deste ano e já liberou o processo para que entre em pauta, mas ainda não há previsão de data. A ação foi ajuizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS), que defende a descriminalização da antecipação do parto nesses casos sob alegação de que ofende a dignidade humana da mãe o fato de ela ser obrigada a carregar no ventre um feto que não sobreviverá depois do parto. A questão é tão controversa que foi tema de audiência pública em 2008 no STF, que reuniu representantes do governo, especialistas em genética, entidades religiosas e da sociedade civil, em quatro dias de discussão. &lt;p&gt;Fonte:&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.stf.jus.br/portal/cms/listarNoticiaUltima.asp" target="_blank"&gt;Imprenssa&lt;/a&gt; STF &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-5829583059569909219?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/5829583059569909219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/constituicao-federal-completa-23-anos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5829583059569909219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5829583059569909219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/constituicao-federal-completa-23-anos.html' title='Constituição Federal completa 23 anos de promulgação'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2144123506631567093</id><published>2011-10-06T02:21:00.000-07:00</published><updated>2011-10-06T02:21:00.813-07:00</updated><title type='text'>Julguemos as Togas, "in dúbio pro societate"</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-omXWJoyT7Rw/ToxZ8Oys6_I/AAAAAAAAA0c/eC-fei9Dum0/s1600-h/juiz%25255B2%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="juiz" border="0" alt="juiz" src="http://lh4.ggpht.com/-GLId81D7jiw/ToxZ815wZII/AAAAAAAAA0g/Nd1S4ktux9I/juiz_thumb.jpg?imgmax=800" width="244" height="244"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://ultimainstancia.uol.com.br/conteudo/autores/959/ricardo+giuliani+neto.shtml"&gt;Deu no Ultima Instância&lt;/a&gt; por Ricardo Giuliani Neto  &lt;p&gt;Tolos os pobres cidadãos, pálidos estupefatos, assistindo a uma disputa que parece se dar entre a Corregedora do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e a AMB (Associação dos Magistrados do Brasil).  &lt;p&gt;Na verdade a briga desnuda um litígio entre Democracia e Autocracia, levantando a saia de um Poder Judiciário que, por sua cúpula, teima em não aceitar a democratização das suas estruturas, desde sempre, autocráticas. &lt;p&gt;Para os afoitos, digo: 99,8% dos juízes são decentes, honestos e trabalhadores; 99,8% dos brasileiros são decentes, honestos e trabalhadores. Empatados, estamos, portanto. &lt;p&gt;Desempata-se quando um punhado de juízes corporativistas e reacionários (no sentido científico-político da expressão) tenta anular a condição humana da magistratura. Se nos 0,2% há desonestos, estes se espalham por toda a sociedade. Há, pois, bandidos entre advogados, jornalistas, médicos, pedreiros, farofeiros, padres, pastores, capitalistas ou socialistas, trombonistas ou trotskistas, professores ou malabaristas e, por que não?, entre juízes. Onde a diferença? Os reles mortais estão submetidos à Justiça, e os homens da Justiça, vão submetidos a quem? &lt;p&gt;O controle externo sobre a magistratura é um ganho democrático de valor inestimável. Então, a celeuma não é Peluso X Calmon! A briga é entre a democracia e a autocracia. Quem controla o controlador? Aqui o valor político institucional a qualificar o nosso Estado como “democrático”. &lt;p&gt;É tolice pensar que a sociedade não vê nas ações que tentam impedir transparência administrativa e financeira nas hostes judiciárias uma reação ao avanço (ainda tímido) representado pelo Conselho Nacional de Justiça. Por vezes me pego rindo das inabilidades políticas dos líderes sindicais da magistratura; santa ingenuidade — as corporações continuam vencendo — e volto a sorrir comigo mesmo. &lt;p&gt;Vamos listar os “fichas sujas”? Não!, e dois são os motivos: um, não sou leviano; dois, como nós da sociedade, a esmagadora maioria, a quase totalidade dos Juízes, são cidadãos honestos e decentes, exatamente como nós, repito. Ah! existe um terceiro, quem propôs a lei da ficha limpa para os políticos? A AMB! Então?, vale pra políticos e não vale para juízes? &lt;p&gt;Fecho com a velha e nada erudita máxima: impedir investigações?, por que? quem não deve, não teme!, ou,&lt;em&gt; in dúbio, pro societate!&lt;/em&gt;, ou, ainda, no dos outros é colírio.   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2144123506631567093?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2144123506631567093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/julguemos-as-togas-dubio-pro-societate.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2144123506631567093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2144123506631567093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/julguemos-as-togas-dubio-pro-societate.html' title='Julguemos as Togas, &amp;quot;in dúbio pro societate&amp;quot;'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-GLId81D7jiw/ToxZ815wZII/AAAAAAAAA0g/Nd1S4ktux9I/s72-c/juiz_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-4402837701047437534</id><published>2011-10-05T03:05:00.000-07:00</published><updated>2011-10-05T03:05:00.750-07:00</updated><title type='text'>Governo adia novamente mecanismo do ponto eletrônico</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.tecnotempo.com.br/produtos/trad-7600.jpg"&gt; &lt;p&gt;Como de praxe, no último instante e de surpresa, o governo resolveu adiar novamente o prazo da adoção do ponto eletrônico. Essa é a quarta vez que a entrada em vigor é adiada.  &lt;p&gt;Agora, o sistema passa a valer apenas a partir de janeiro de 2012, de acordo com portaria publicada nesta segunda-feira pelo Ministério do Trabalho no Diário Oficial da União. &lt;p&gt;Confira a publicação no DOU:&lt;br&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das atribuições que lhe conferem o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal e os arts. 74, § 2º, e 913 da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943,&lt;br&gt;Considerando que foi concluído o diálogo social tripartite e após avaliação das manifestações encaminhadas ao Governo Federal, resolve:&lt;br&gt;Art. 1º Alterar o prazo para o início da utilização obrigatória do Registrador Eletrônico de Ponto – REP, previsto no art. 31 da Portaria Nº 1.510, de 21 de agosto de 2009, de modo improrrogável para o dia 1º de janeiro de 2012.&lt;br&gt;Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.&lt;br&gt;CARLOS ROBERTO LUPI&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-4402837701047437534?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/4402837701047437534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/governo-adia-novamente-mecanismo-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4402837701047437534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4402837701047437534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/governo-adia-novamente-mecanismo-do.html' title='Governo adia novamente mecanismo do ponto eletrônico'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-88314095235081920</id><published>2011-10-04T02:45:00.000-07:00</published><updated>2011-10-04T02:45:00.188-07:00</updated><title type='text'>OAB divulga nota em defesa do CNJ e contra tentativas de diminuir seu poder</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-t9mzS3xt7Kk/TldsKMMEFrI/AAAAAAAABLs/ENs0Pw8RM9g/s1600/oab.jpg"&gt; &lt;p&gt;Ophir Cavalcante, presidente nacional da OAB, divulgou na última sexta-feira, 30/9, nota oficial defendendo a independência do CNJ como forma de aprimorar a justiça e consolidar o regime democrático no país, fortalecendo os direitos individuais e coletivos. &lt;p&gt; "&lt;em&gt;Tentativas de diminuir seu poder, sobretudo no que se refere à competência de realizar inspeções em tribunais, fiscalizar e punir condutas impróprias de magistrados, refletem o incômodo que essa nova realidade impôs a alguns setores pouco habituados a agir com transparência&lt;/em&gt;", sustenta no documento. &lt;p&gt;Veja a nota. &lt;p&gt;__________&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nota Oficial&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;Em defesa do CNJ &lt;p&gt;O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vem a público reiterar sua defesa em torno dos pressupostos que transformaram o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) símbolo mais eloqüente do esforço para enfrentar a crise no Judiciário: a coordenação, o planejamento, a supervisão administrativa, enfim, a fiscalização, que, exercida com participação da sociedade civil, não pode ser genericamente tratada como controle, mas sim como legítimo e democrático direito de proteger um dos pilares do Estado democrático de Direito. &lt;p&gt;É preciso compreender que o CNJ não nasceu para promover uma caça às bruxas, nem perseguir ninguém. Ele nasceu para planejar e extirpar alguns tumores que ameaçavam se alastrar por todo o corpo do Judiciário, que se espera saudável e transparente. Para além de mero órgão disciplinar, destaca-se sua atuação em outros campos, inclusive o carcerário, onde seu trabalho vem promovendo a correção de sistemas medievais de prisões sem o mínimo respeito aos direitos humanos. &lt;p&gt;Tentativas de diminuir seu poder, sobretudo no que se refere à competência de realizar inspeções em tribunais, fiscalizar e punir condutas impróprias de magistrados, refletem o incômodo que essa nova realidade impôs a alguns setores pouco habituados a agir com transparência. Mais fácil seria se o CNJ fosse mais um órgão doente, burocrático, e que seus membros aguardassem, com servil paciência, os relatórios e prestação de contas produzidos na velocidade e nos termos que cada Corte julgar conveniente. &lt;p&gt;Nunca se pretendeu retirar a competência dos controles internos existentes, porém nunca é demais lembrar que foi justamente em decorrência de sua duvidosa eficácia que já se promoveu, no passado, uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no âmbito do Legislativo, submetendo o Judiciário a um penoso processo de investigação. Não queremos que isto se repita. &lt;p&gt;A Ordem dos Advogados do Brasil sente-se no dever de defender a independência do CNJ como forma de aprimorar a Justiça, consolidar o regime democrático e fortalecer os direitos individuais e coletivos. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ophir Cavalcante Junior&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Presidente&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;Brasília, 30 de setembro de 2011&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-88314095235081920?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/88314095235081920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/oab-divulga-nota-em-defesa-do-cnj-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/88314095235081920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/88314095235081920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/oab-divulga-nota-em-defesa-do-cnj-e.html' title='OAB divulga nota em defesa do CNJ e contra tentativas de diminuir seu poder'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-t9mzS3xt7Kk/TldsKMMEFrI/AAAAAAAABLs/ENs0Pw8RM9g/s72-c/oab.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-322847721494236323</id><published>2011-10-03T06:43:00.001-07:00</published><updated>2011-10-03T06:43:10.335-07:00</updated><title type='text'>Ferro na cerveja!</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-lPXNuD15gEU/Tjf5cnA5OjI/AAAAAAAAU3o/i6Rg1oZMYg4/s1600/nova_schin.jpg" width="280" height="193"&gt; &lt;p&gt;Indústria de cerveja vendeu à comerciante o produto com pedaço de ferro, de 20 cm, no interior da garrafa, o que causou descrédito do estabelecimento comercial.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Primo Schincariol Indústria de Cervejas e Refrigerantes do Nordeste S/A deverá indenizar uma comerciante em R$ 5 mil, por danos morais, por ter vendido cerveja com pedaço de ferro dentro da garrafa. A 2ª Câmara Cível do TJRN negou recurso da empresa contra sentença da 5ª Vara Cível de Mossoró (RN).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;Na ação, a autora afirmou que é cidadã de conduta correta na sociedade local, sendo proprietária de uma lanchonete conhecida como "Lanchonete Principal", onde, entre outros produtos, comercializa exclusivamente a cerveja da marca Schincariol, há aproximadamente 5 anos. No entanto, em setembro de 2006, um cliente lhe pediu uma cerveja Schincariol que, como toda bebida por ela vendida, encontrava-se bastante gelada, inclusive coberta com uma fina camada de gelo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Narrou que o cliente balançou a garrafa, a fim de que o líquido que se encontrava no recipiente não congelasse, percebendo a presença de corpo estranho no seu interior. Colocou a garrafa de encontro à luz branca, constatando a existência de um pedaço de ferro dentro da cerveja. Naquele momento, encontravam-se vários frequentadores em seu estabelecimento comercial, sendo o fato levado ao conhecimento de outras pessoas, o que acarretou a diminuição do fluxo de clientes na sua lanchonete por quase três semanas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A autora contou, ainda, que em decorrência do episódio, os clientes passaram a pedir "&lt;em&gt;uma cerveja sem ferro&lt;/em&gt;", questionando, alguns deles, a originalidade do produto por comercializado. Diante dessa situação, dirigiu-se à distribuidora local da marca, com intuito de obter alguma orientação, solicitando ao funcionário responsável pelo produto que entregasse a garrafa de cerveja referenciada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em razão do ocorrido, a autora alegou que sofreu danos morais, devido a Schincariol ter distribuído uma cerveja contendo pedaço de ferro, de aproximadamente 20 cm, que se estende ao longo do comprimento do vasilhame.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O relator do recurso, juiz Nilson Cavalcanti, observou que é possível depreender-se a existência de situação que foge à normalidade, tendo ocorrido risco potencial à saúde do consumidor, encontrando-se, portanto, preenchidos os requisitos necessários à responsabilização civil da empresa. Entendeu que demonstrado que o produto em questão era impróprio, causando descrédito do estabelecimento comercial da autora e, por isso, é inconteste a obrigação de indenizar o dano moral afirmado, sendo ele presumível.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quanto à quantia estipulada, o magistrado tem como adequado o valor determinado em 1º Grau, apesar da pequena repercussão dos danos morais, pois se fixados em valor menor, não seria atendida a finalidade punitiva/preventiva e pedagógica dos danos morais, de forma que a impunidade não sirva de estímulo para novas infrações, seja pela empresa Schincariol ou por outros membros da sociedade. &lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo: &lt;/strong&gt;Apelação Cível nº. 2011.004136-1; 0002745-50.2007.8.20.0106&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;Fonte: TJRN&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-322847721494236323?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/322847721494236323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/ferro-na-cerveja.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/322847721494236323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/322847721494236323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/10/ferro-na-cerveja.html' title='Ferro na cerveja!'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-lPXNuD15gEU/Tjf5cnA5OjI/AAAAAAAAU3o/i6Rg1oZMYg4/s72-c/nova_schin.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-1481813731331073549</id><published>2011-09-30T05:32:00.001-07:00</published><updated>2011-09-30T05:32:07.159-07:00</updated><title type='text'>Avon deverá reconhecer vínculo empregatício de revendedora</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="http://diariodonordeste.globo.com/imagem.asp?Imagem=321802"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;A trabalhadora prestava serviços de forma pessoal, subordinada e onerosa para a empregadora.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Avon Cosméticos Ltda. terá de reconhecer o vínculo empregatício de uma trabalhadora que tinha a função de executiva de vendas. O entendimento é da 1ª Turma de Julgamento do TRT13, que manteve decisão da 4ª Vara do Trabalho de Campina Grande (PB).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A autora da ação trabalhava para a Avon no desenvolvimento de sua atividade-fim, auxiliando no processo de fazer o produto chegar às mãos do cliente. Assim, ficaram comprovados os requisitos do artigo 3º da CLT, que considera como empregado a pessoa física que prestar serviços "&lt;em&gt;de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em recurso ordinário, a Avon afirmou que as executivas de vendas são revendedoras autônomas, assim como as revendedoras comuns, não havendo a subordinação jurídica necessária à constatação de vínculo empregatício. Alegou que a autora não estava obrigada a cumprir metas, participar de reuniões, nem a concretizar contatos diários com superiores hierárquicos, e que as partes teriam celebrado um contrato comercial, não havendo qualquer ingerência nas atividades da executiva de vendas que arcava com os riscos do seu próprio negócio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em depoimento, uma testemunha confirmou que trabalhou com a empregada. Sustentou que ela tinha de cumprir metas sob vendas, que a atividade tinha de ser exclusiva, que a trabalhadora também recrutava outras revendedoras, tendo que participar de reuniões a cada 15 dias com a gerente e outras executivas e, se não atingisse as metas, recebia advertência no relatório, podendo, inclusive, ser descadastrada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ficou evidenciado que a executiva de vendas da Avon funcionava como executora das ordens da empresa, visto lhe cabia treinar, coordenar, estimular e repassar vendas de um determinado grupo de revendedoras, recebendo diretamente da empresa comissões pelas vendas executadas por esse grupo. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A 1ª Turma concluiu que a empregada trabalhou de forma pessoal, subordinada e onerosa para a Avon, afastando-se qualquer possibilidade de se caracterizar como meramente comercial, não merecendo reforma a sentença proferida pela 4ª vara de Campina Grande, que condenou a empresa a anotar a CTPS da trabalhadora, sob pena de multa coerciva, a entregar as guias de seguro-desemprego e a pagar as verbas rescisórias deferidas.&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;Processo: 0001400-12.2011.5.13.0023&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: CSJT&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-1481813731331073549?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/1481813731331073549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/avon-devera-reconhecer-vinculo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/1481813731331073549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/1481813731331073549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/avon-devera-reconhecer-vinculo.html' title='Avon deverá reconhecer vínculo empregatício de revendedora'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-8390284641154934333</id><published>2011-09-28T03:02:00.000-07:00</published><updated>2011-09-28T03:02:00.219-07:00</updated><title type='text'>Justiça sofre com "bandidos de toga"</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/-1a398CiJqbs/TkWIwNbgZjI/AAAAAAAAG-E/DmcsY8QuJ7U/s1600/Eliana_Calmon.jpg"&gt; &lt;p align="center"&gt;Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça &lt;p&gt;A corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, fez duros ataques a seus pares ao criticar a iniciativa de uma entidade de juízes de tentar reduzir o poder de investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).&lt;/p&gt; &lt;p&gt; "&lt;em&gt;Acho que é o primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga&lt;/em&gt;", declarou em entrevista à Associação Paulista de Jornais. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A matéria é um dos destaques da edição de ontem (27) da Folha de S. Paulo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O STF deve julgar amanhã (28) ação proposta pela AMB (Associação dos Magistrados do Brasil) que quer restringir&amp;nbsp; o poder de fiscalização do CNJ. A associação pede que o CNJ só atue depois de esgotados os trabalhos das corregedorias regionais.Na entrevista, Eliana Calmon criticou a resistência dos tribunais a serem fiscalizados pelo CNJ, citando o TJ de São Paulo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"&lt;em&gt;Sabe que dia eu vou inspecionar São Paulo? No dia em que o sargento Garcia prender o Zorro. É um Tribunal de Justiça fechado, refratário a qualquer ação do CNJ&lt;/em&gt;", disse a corregedora.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nos últimos dias, magistrados acusados de irregularidades tentaram evitar seus respectivos julgamentos antes de o STF se pronunciar sobre o CNJ. Este, por sua vez, incluiu em sua pauta de discussão onze processos que podem punir magistrados por conduta irregular. Se somados, o CNJ terá mais de 20 casos de juízes investigados na pauta de julgamento neste mês.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Este ano, houve uma guerra velada que colocou em lados opostos Eliana Calmon e o presidente do CNJ e do STF, ministro Cezar Peluso. O CNJ começou a funcionar em 2005 e já condenou 49 magistrados. Recentemente, porém, ministros do Supremo concederam liminares suspendendo decisões do CNJ que determinavam o afastamento de magistrados.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Zveiter&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Ontem, o CNJ adiou o julgamento do presidente do TRE do Rio, Luiz Zveiter. Segundo Eliana Calmon, o adiamento aconteceu a pedido do advogado de Zveiter, o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos, que está fora do país. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;As supostas irregularidades ocorreram no ano passado, quando Zveiter era presidente do Tribunal de Justiça. O caso foi a plenário em fevereiro, quando três conselheiros foram favoráveis ao afastamento e à abertura de processo disciplinar. Saiu da pauta para análise de suspeição de dois conselheiros.&lt;br&gt;Segundo a corregedoria, há indícios de que informações prestadas por Zveiter beneficiaram a construtora RJZ Cyrela, cliente do escritório de parentes seus. Zveiter, o escritório e a Cyrela afirmam que o terreno em disputa não tem relação com empreendimentos da construtora.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Frase&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;"&lt;em&gt;É o primeiro caminho para impunidade da magistratura, com problemas de infiltração de bandidos atrás da toga&lt;/em&gt;". &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-8390284641154934333?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/8390284641154934333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/justica-sofre-com-de-toga.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8390284641154934333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8390284641154934333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/justica-sofre-com-de-toga.html' title='Justiça sofre com &amp;quot;bandidos de toga&amp;quot;'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-1a398CiJqbs/TkWIwNbgZjI/AAAAAAAAG-E/DmcsY8QuJ7U/s72-c/Eliana_Calmon.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-6550669913916862662</id><published>2011-09-27T02:24:00.000-07:00</published><updated>2011-09-27T02:24:00.128-07:00</updated><title type='text'>Empresa é condenada por veicular outdoor com imagens de mulher seminua</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="http://revistatrip.uol.com.br/_imagens/smarty/img_upload/ACF409F.jpg"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Prática fere artigos previstos no ECA, pois divulgava irrestritamente fotos sensuais de uma modelo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Scata Painéis Ltda foi condenada por veicular anúncio, da revista Playboy, que apresentava imagens de uma mulher seminua. A empresa deverá pagar multa no valor de três salários mínimos. A decisão foi estabelecida pela 2ª Câmara de Direito Público do TJSC, que manteve sentença da comarca de Blumenau.&lt;br&gt;A ação, ajuizada pelo Conselho Tutelar, buscava a penalização da empresa devido à divulgação, em outdoors, do anúncio da edição de dezembro de 2006 da revista. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A propaganda consistia em uma fotografia da atriz e modelo Karina Bacchi, despida e em pose sensual, com a legenda "&lt;em&gt;Papai Noel não vai acreditar que ela existe&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;A empresa, em contestação, disse que não tem responsabilidade alguma pelo conteúdo do material publicitário, pois apenas veiculou o anúncio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A veiculação do outdoor foi considerada uma infração administrativa, prevista no artigo 78 do ECA. O artigo 257 do ECA prevê aplicação de multa no caso de descumprimento do disposto no artigo 78: "&lt;em&gt;As revistas e publicações contendo material impróprio ou inadequado a crianças e adolescentes deverão ser comercializadas em embalagem lacrada, com a advertência de seu conteúdo&lt;/em&gt;."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O relator da matéria, desembargador João Henrique Blasi, afirmou que "&lt;em&gt;Não se trata de falso moralismo, mas sim do cumprimento de vedação legal defluente de princípio constitucional. Compete, por isso, às agências publicitárias recusar a veiculação de publicações de teor impróprio para menores, sob pena de se sujeitarem às consequências do seu proceder&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quanto à responsabilidade da empresa, o magistrado anotou que o sujeito ativo da infração "&lt;em&gt;poderá ser tanto o editor da revista ou publicação, quanto o comerciante que a vende&lt;/em&gt;". &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A votação foi unânime.&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp; Ap. Cív. n. 2008.020993-2)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: TJSC&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-6550669913916862662?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/6550669913916862662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/empresa-e-condenada-por-veicular.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/6550669913916862662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/6550669913916862662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/empresa-e-condenada-por-veicular.html' title='Empresa é condenada por veicular outdoor com imagens de mulher seminua'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2374254758804196329</id><published>2011-09-26T02:57:00.000-07:00</published><updated>2011-09-26T02:57:00.453-07:00</updated><title type='text'>Indústria responsável por acidente de trabalho deverá ressarcir INSS</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.google.com.br/url?source=imglanding&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://sintracomsbc.com.br/resources/76/galeria/big/big-c9097_acidente%20trabalho01.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=bj57TvPbLsXJgQfUpoXaAQ&amp;amp;ved=0CAYQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNGg9_vilbX2HoHRPg13yxruWCyy-w"&gt; &lt;p&gt;A Advocacia-Geral da União conseguiu que o INSS seja ressarcido pela pensão por morte paga à família de trabalhador que foi vítima de acidente de trabalho por negligência de uma empresa de grãos.  &lt;p&gt;A reclamada terá que devolver cerca de R$ 395 mil ao órgão previdenciário. Ao utilizar uma caldeira a vapor, o trabalhador foi atingido por vapor, água quente e choque originado da explosão do equipamento.  &lt;p&gt;A fiscalização constatou, no local de trabalho, fatores que comprovam que o acidente foi derivado de descaso da empresa. A falta de especialização do operário para utilizar a caldeira e as más condições de segurança contribuíram para a ocorrência fatal.  &lt;p&gt;Na ação, a Procuradoria Regional Federal da 4ª Região destacou que o aspecto fundamental para a explosão da caldeira e o acidente de trabalho fatal foi a não realização da inspeção de segurança na caldeira, conforme determina a Norma Regulamentadora nº 13 do Ministério do Trabalho e Emprego.  &lt;p&gt;Ao acolher os argumentos da AGU, a 1ª Vara Federal de Porto Alegre/RS condenou as empresa a efetuar o ressarcimento. As parcelas da pensão já depositas deverão ser acrescidas de correção monetária pelo mesmo percentual de correção monetária utilizado para atualização dos benefícios do INSS e de juros de 1% ao mês, destacou o Magistrado. &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; Regressiva Acidentária nº 5005720-02.2010.404.7100.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: Newsletter Jurídica SÍNTESE nº 2778   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2374254758804196329?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2374254758804196329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/industria-responsavel-por-acidente-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2374254758804196329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2374254758804196329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/industria-responsavel-por-acidente-de.html' title='Indústria responsável por acidente de trabalho deverá ressarcir INSS'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-4288848642911890890</id><published>2011-09-23T02:40:00.000-07:00</published><updated>2011-09-23T02:40:00.122-07:00</updated><title type='text'>Número de ministros no STJ pode dobrar</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_RGdFG-Im9k0/TLYm-9bupgI/AAAAAAAAbYY/RfLahTKJrSY/s320/stj.jpg"&gt; &lt;p&gt;Em encontro reservado com os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no início de setembro, o presidente da Corte, Ari Pargendler, propôs uma avaliação do trabalho em cada um dos gabinetes. Como solução, ele propôs que o número de ministros da corte passe de 33 para 66. &lt;p&gt;Segundo informações da &lt;em&gt;Agência Brasil&lt;/em&gt;, uma nova reunião teria sido agendada para esta quarta-feira (21/9), mas o encontro não foi confirmado pela assessoria de imprensa do STJ. &lt;p&gt;A ideia de avaliar os gabinetes surgiu após o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, reclamar do atraso de o STJ julgar processos importantes. &lt;p&gt;Mas, em uma reunião prévia, ocorrida no início do mês, os ministros do STJ se mostraram resistentes a aceitar a proposta. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sem empecilhos&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;A mudança no número de ministros é possível e pouco complexa. &lt;p&gt;“&lt;em&gt;A Constituição Federal diz, no artigo 104, diz que o número mínimo é de 33 ministros. Portanto, não há impedimentos em um número maior que esse. A lei que regula do STJ teria que ser alterada, mas, para tanto, basta encaminhar uma proposta de alteração para rever essas cadeiras&lt;/em&gt;”, explica José Horácio Halfeld Rezende Ribeiro, professor da FGV Online e diretor de Comunicação do IASP.  &lt;p&gt;Ele ressalta, no entanto, que as alterações podem ser vetadas em função dos custos que o aumento de ministros pode acarretar. &lt;p&gt;Fonte: Agência Brasil   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-4288848642911890890?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/4288848642911890890/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/numero-de-ministros-no-stj-pode-dobrar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4288848642911890890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4288848642911890890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/numero-de-ministros-no-stj-pode-dobrar.html' title='Número de ministros no STJ pode dobrar'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_RGdFG-Im9k0/TLYm-9bupgI/AAAAAAAAbYY/RfLahTKJrSY/s72-c/stj.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-5369094761599816629</id><published>2011-09-22T02:50:00.000-07:00</published><updated>2011-09-22T02:50:00.377-07:00</updated><title type='text'>Ophir esteve em Cascavel reunido com advogados da região</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-88C4ajLktjE/Tnoj3V0vHWI/AAAAAAAAA0U/OSIEqQ7KU58/s1600-h/OAB%252520PR%252520%252528101%252529%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="OAB PR (101)" border="0" alt="OAB PR (101)" src="http://lh3.ggpht.com/-MIxg733rC_g/Tnoj4agXpeI/AAAAAAAAA0Y/wHB2lBep48s/OAB%252520PR%252520%252528101%252529_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="350" height="264"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, em sua caravana pelo Estado do Paraná esteve na sexta-feira (16) em Cascavel para convidar advogados, professores e estudantes de Direito para participar da XXI Conferência Nacional dos Advogados, que será realizada pela entidade de 20 a 24 de novembro deste ano na cidade de Curitiba (PR).  &lt;p&gt;Em todas as visitas, Ophir estará acompanhado do vice-presidente do Conselho Federal da OAB, Alberto de Paula Machado, do presidente da OAB do Paraná, José Lucio Glomb e o vice-presidente da Seccional, César Augusto Moreno.  &lt;p&gt;A XXI Conferência pretende reunir mais de 7 mil participantes e 120 palestrantes, entre especialistas brasileiros e estrangeiros, no Centro de Convenções Expo Unimed Positivo, em Curitiba. Seu tema principal será Liberdade, Democracia e Meio Ambiente. As inscrições podem ser feitas no banner do evento no site www.oab.org.br . &lt;p&gt;Além da divulgação da XXI Conferência o Presidente Ophir na oportunidade que foi acompanhada pelo Vice-Presidente da Subseção de Marechal Cândido Rondon, Flavio Ervino Schmidt, falou aos advogados e demais diretores da subseções sobre a defesa das prerrogativas da advocacia e que pretende implantar em sua gestão uma estrutura permanente com defensores devidamente remunerados e em constante prontidão. &lt;p&gt;Ponderou na ocasião sobre o aviltamento dos honorários sucumbenciais que vem sendo promovida pelo Judiciário com fixações irrisórias, sendo mais uma de suas metas a padronização, bem como foi esclarecido pelo Presidente Nacional sobre as medidas que estão sendo tomadas em relação a manutenção do Exame de Ordem, enaltecendo que está pessoalmente confiante com o julgamento que deve ocorrer em breve no STF, porém, lembrou que os ataques ao Exame de Ordem não se encontra somente nas vias judiciais, asseverou Ophir que no legislativo várias propostas tendem a acalorar esta discussão, mas novamente se mostrou bastante confiante, dizendo que neste momento a OAB está com uma competente assessoria parlamentar, que acompanha em tempo real as discussões nas casas de leis e suas comissões.    &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-5369094761599816629?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/5369094761599816629/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/ophir-esteve-em-cascavel-reunido-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5369094761599816629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/5369094761599816629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/ophir-esteve-em-cascavel-reunido-com.html' title='Ophir esteve em Cascavel reunido com advogados da região'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-MIxg733rC_g/Tnoj4agXpeI/AAAAAAAAA0Y/wHB2lBep48s/s72-c/OAB%252520PR%252520%252528101%252529_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2617677243285557167</id><published>2011-09-21T03:00:00.000-07:00</published><updated>2011-09-21T03:00:15.027-07:00</updated><title type='text'>TRF de Goiás condena advogada por cobrança excessiva de honorários</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.officersoft.com.br/public/arquivos/Aviso-2146258172-1317085524-big.png" width="218" height="196"&gt; &lt;p&gt;O TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) condenou uma advogada a pagar R$ 30 mil de indenização para compensar os danos à imagem da Justiça Federal. A advogada cobrava remuneração abusiva de seus clientes, segurados do INSS e autores de ações previdenciárias, mesmo sem a formalização de contratos e ainda induzia várias pessoas a retirar empréstimos em consignação para efetuar o pagamento dos honorários advocatícios. &lt;p&gt;De acordo com a ACP (Ação Civil Pública) movida pelo Ministério Público Federal, por meio da Procuradoria da República em Anápolis, a atuação da advogada prejudicava os clientes, idosos carentes e de baixa escolaridade, que contam com menos de um salário mínimo para sua sobrevivência. &lt;p&gt;A cobrança exagerada também abalava a imagem da Justiça Federal, pois os clientes que procuravam acesso aos benefícios do INSS ficavam com os valores a receber comprometidos para a quitação de dívidas com a advogada. &lt;p&gt;O magistrado Eduardo de Melo Gama ponderou que se o advogado é um meio para que as pessoas tenham acesso ao Poder Judiciário, nada mais natural que estas pessoas imaginem que essas condutas abusivas sejam salvaguardadas pela justiça, o que, na verdade, não acontece. &lt;p&gt;“&lt;em&gt;Dessa forma, condutas abusivas refletem, diretamente, na imagem da Justiça Federal, transparecendo que o Poder Judiciário é leniente com aqueles que excedem seus direitos, inclusive coagindo pessoas a contraírem empréstimos, fazendo-as acreditar que o dinheiro é necessário para que possam ter acesso à justiça&lt;/em&gt;”, deduziu o julgador, para fixar a indenização para compensar os danos à imagem da Justiça e evitar que atuações ilegais como essa se repitam. &lt;p&gt;A sentença determinou que os honorários cobrados pela advogada não poderão ultrapassar 20% do valor da condenação que será paga pela União aos jurisdicionados. Em caso de descumprimento da determinação, será aplicada à advogada multa de R$ 5 mil para cada caso. Ela ainda terá que devolver em dobro os valores cobrados abusivamente e ressarcir os gastos financeiros decorrentes de empréstimos consignados obtidos para o pagamento dos seus honorários. &lt;p&gt;Fonte: TRF-1   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2617677243285557167?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2617677243285557167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/trf-de-goias-condena-advogada-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2617677243285557167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2617677243285557167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/trf-de-goias-condena-advogada-por.html' title='TRF de Goiás condena advogada por cobrança excessiva de honorários'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-8600530982698771878</id><published>2011-09-20T05:53:00.001-07:00</published><updated>2011-09-20T05:53:41.855-07:00</updated><title type='text'>OAB veta a inclusão da disciplina Medicina Legal no Exame de Ordem</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.oab.org.br/arquivos/upload/imagem/G_plen_1465.jpg" width="277" height="211"&gt; &lt;p&gt; O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu dia 19/09, em sua sessão plenária, rejeitar a proposta apresentada pela Associação Brasileira de Medicina Legal (ABML) de inclusão no Exame de Ordem da matéria Medicina Legal. A OAB Nacional decidiu, ainda, rejeitar o pedido de apoio para que a disciplina passe a constar do conteúdo cobrado em concursos para vagas do Ministério Público, de cursos das escolas superiores e da grade curricular dos cursos de Direito. &lt;p&gt;A matéria foi decidida à unanimidade com base no voto do relator no Conselho Federal, o conselheiro por Minas Gerais, Paulo Roberto de Gouvêa Medina. Para o conselheiro, como a disciplina ainda não é considerada obrigatória nas grades dos cursos de Direito de todo o país, não há como exigir a sua adoção nas provas do Exame de Ordem. &lt;p&gt;Quanto à adoção da disciplina em concursos do MP e na grade das Escolas Superiores do MP, a OAB também optou pela rejeição por entender que não cabe à entidade da advocacia fazê-lo. Com a decisão, o processo foi arquivado no âmbito da OAB e o teor da decisão constará de ofício a ser encaminhado nos próximos dias à Associação Brasileira de Medicina Legal. &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www1.oab.org.br/OABInforma/asp/" target="_blank"&gt;Informativo OAB&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-8600530982698771878?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/8600530982698771878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/oab-veta-inclusao-da-disciplina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8600530982698771878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8600530982698771878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/oab-veta-inclusao-da-disciplina.html' title='OAB veta a inclusão da disciplina Medicina Legal no Exame de Ordem'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2510843376879198021</id><published>2011-09-19T05:51:00.001-07:00</published><updated>2011-09-19T05:51:09.312-07:00</updated><title type='text'>Consumidora deve receber R$ 10 mil por escorregar em xampu no Carrefour</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.adesivoweb.com.br/media/catalog/product/cache/1/image/400x300/5e06319eda06f020e43594a9c230972d/f/i/file_71.jpg"&gt; &lt;p&gt;O supermercado Carrefour deverá indenizar uma mulher que escorregou no xampu derramado no chão e caiu em uma de suas lojas. A 5ª Turma Cível do TJ-DF (Tribunal de Justiça do Distrito Federal) determinou o pagamento de R$ 10 mil a consumidora, por danos morais. &lt;p&gt;Em janeiro de 2007, a mulher escorregou no xampu, caiu e deslocou o ombro esquerdo. Por causa disso, solicitou uma indenização por danos morais no valor de R$ 100 mil.&amp;nbsp; &lt;p&gt;O Carrefour, em sua defesa, argumentou que o "líquido derramado sobre o piso foi ocasionado por terceiro consumidor" e que esse fato não havia qualquer correlação com a sua conduta. Por isso, considerou que não seria possível "&lt;em&gt;presumir a existência do dano moral decorrente do incidente&lt;/em&gt;". Assim, solicitou que o pedido fosse julgado improcedente ou o valor da indenização reduzido.&amp;nbsp; &lt;p&gt;No julgamento de 1ª instância, o juiz da 12ª Vara Cível de Brasília julgou procedente o pedido da consumidora e condenou o supermercado ao pagamento R$ 10 mil de compensação por dano moral.&amp;nbsp; &lt;p&gt;O estabelecimento comercial recorreu ao TJ-DF, alegando que não existirem provas, nos autos, suficientes para comprovar a tese da consumidora.&amp;nbsp; &lt;p&gt;Segundo o desembargador relator do processo, o dano sofrido pela consumidora foi fartamente comprovado com a documentação apresentada por ela, "&lt;em&gt;inclusive com a constatação de fratura e afastamento provisório do trabalho por mais de 90 dias&lt;/em&gt;". &lt;p&gt;Em seu voto, o desembargador afirma estarem presentes "os &lt;em&gt;elementos da responsabilidade objetiva", porque o estabelecimento não forneceu à consumidora "a devida segurança, pois o piso de um dos corredores estava escorregadio em razão de um frasco de xampu derramado, o que levou a autora a sofrer violenta queda&lt;/em&gt;".&amp;nbsp; &lt;p&gt;O desembargador afirmou que no caso em análise deveria ser aplicado o artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor "&lt;em&gt;o qual determina que o fornecedor responde pelos danos causados pelos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos". Ele informou ainda que o supermercado "não comprovou que o defeito não existiu, razão pela qual deve indenizar&lt;/em&gt;".&amp;nbsp; &lt;p&gt;Ao decidir, ele negou o recurso do Carrefour e determinou o montante de R$ 10 mil. "&lt;em&gt;Merece ser mantido, considerando, sobretudo, o intenso abalo sofrido pela autora, no que tange à sua integridade física e psíquica&lt;/em&gt;", finalizou. &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo: &lt;strong&gt;Apelação nº &lt;/strong&gt;20090110794204&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2510843376879198021?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2510843376879198021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/consumidora-deve-receber-r-10-mil-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2510843376879198021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2510843376879198021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/consumidora-deve-receber-r-10-mil-por.html' title='Consumidora deve receber R$ 10 mil por escorregar em xampu no Carrefour'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-7424096438923813995</id><published>2011-09-16T05:32:00.001-07:00</published><updated>2011-09-16T05:32:49.787-07:00</updated><title type='text'>É possível ação de investigação de paternidade e maternidade socioafetiva</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/_T0T1xaw_cKU/TNnJoGDwb-I/AAAAAAAABw4/F5iyT8SVIUY/Investiga%C3%A7%C3%A3o%20de%20paternidade%5B2%5D.jpg" width="386" height="268"&gt; &lt;p&gt;A busca do reconhecimento de vínculo de filiação socioafetiva é possível por meio de ação de investigação de paternidade ou maternidade, desde que seja verificada a posse do estado de filho. No caso julgado, a 3ª Turma do STJ, em decisão unânime, negou a existência da filiação socioafetiva, mas admitiu a possibilidade de ser buscado seu reconhecimento em ação de investigação de paternidade ou maternidade. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O TJRS havia rejeitado a possibilidade de usar esse meio processual para buscar o reconhecimento de relação de paternidade socioafetiva. Para o TJ gaúcho, seria uma “heresia” usar tal instrumento – destinado a &lt;em&gt;“promover o reconhecimento forçado da relação biológica, isto é, visa impor a responsabilidade jurídica pela geração de uma pessoa&lt;/em&gt;” – para esse fim. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A relatora no STJ, ministra Nancy Andrighi, apontou em seu voto que "&lt;em&gt;a filiação socioafetiva é uma construção jurisprudencial e doutrinária ainda recente, não respaldada de modo expresso pela legislação atual&lt;/em&gt;". Por isso, a ação de investigação de paternidade ou maternidade socioafetiva deve ser interpretada de modo flexível, aplicando-se analogicamente as regras da filiação biológica. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;“&lt;em&gt;Essa aplicação, por óbvio, não pode ocorrer de forma literal, pois são hipóteses símeis, não idênticas, que requerem, no mais das vezes, ajustes ampliativos ou restritivos, sem os quais restaria inviável o uso da analogia&lt;/em&gt;”, explicou a ministra. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo a relatora, o art. 27 do Estatuto da Criança e do Adolescente&amp;nbsp; afasta restrições à busca da filiação e assegura ao interessado no reconhecimento de vínculo socioafetivo trânsito livre da pretensão. Afirma o dispositivo legal: “&lt;em&gt;o reconhecimento do estado de filiação é direito personalíssimo, indisponível e imprescritível, podendo ser exercitado contra os pais ou seus herdeiros, sem qualquer restrição, observado o segredo de justiça&lt;/em&gt;.” &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Apesar de dar legitimidade ao meio processual buscado, no caso especifico, a 3ª Turma não verificou a &lt;em&gt;“posse do estado de filho&lt;/em&gt;” pela autora da ação, que pretendia ser reconhecida como filha. A relatora diferenciou a situação do detentor do estado de filho socioafetivo de outras relações, como as de mero auxílio econômico ou mesmo psicológico. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Conforme doutrina apontada, três fatores indicam a posse do estado de filho:&lt;strong&gt; nome&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;tratamento&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;fama&lt;/strong&gt;. &lt;br&gt;No caso concreto, a autora manteve o nome dado pela mãe biológica; não houve prova definitiva de que recebia tratamento de filha pelo casal; e seria de conhecimento público pela sociedade local que a autora não era adotada pelos supostos pais. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;“&lt;em&gt;A falta de um desses elementos, por si só, não sustenta a conclusão de que não exista a posse do estado de filho, pois a fragilidade ou ausência de comprovação de um pode ser complementada pela robustez dos outros&lt;/em&gt;”, ponderou a ministra. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Contudo, ela concluiu no caso julgado que a inconsistência dos elementos probatórios se estende aos três fatores necessários à comprovação da filiação socioafetiva, impedindo, dessa forma, o seu reconhecimento.&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo&lt;/strong&gt; em segredo de justiça &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Fonte: STJ&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-7424096438923813995?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/7424096438923813995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/e-possivel-acao-de-investigacao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/7424096438923813995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/7424096438923813995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/e-possivel-acao-de-investigacao-de.html' title='É possível ação de investigação de paternidade e maternidade socioafetiva'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_T0T1xaw_cKU/TNnJoGDwb-I/AAAAAAAABw4/F5iyT8SVIUY/s72-c/Investiga%C3%A7%C3%A3o%20de%20paternidade%5B2%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-359718483167356062</id><published>2011-09-15T06:23:00.001-07:00</published><updated>2011-09-15T06:24:24.771-07:00</updated><title type='text'>Desaposentação volta à pauta do plenário do STF</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.previsc.com.br/imagens/image/Oldworker.jpg" width="494" height="325"&gt; &lt;p&gt;O plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) deve julgar um recurso que trata da desaposentação. O tema chegou a corte do Judiciário com um recurso oriundo do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) e já foi a plenário quatro vezes. &lt;p&gt;Desaposentação é um ato voluntário do segurado que busca o cancelamento de sua aposentadoria visando a concessão de uma outra mais vantajosa. O recurso começou a ser julgado pelo plenário, mas foi interrompido por um pedido de vista do ministro Dias Toffoli.&amp;nbsp; &lt;p&gt;O Brasil tem hoje cerca de 70 mil ações de segurados que lutam na Justiça para obter o direito a trocar a aposentadoria. Há atualmente 500 mil aposentados que voltaram a trabalhar e contribuem para a Previdência. E 50% dos processos distribuídos na Justiça federal que acionam o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) versam sobre o assunto.&amp;nbsp; &lt;p&gt;O segurado aposentado que voltou a trabalhar, obrigatoriamente, continuará contribuindo. Assim, quem se aposentou e continuou trabalhando, se fosse feito um novo cálculo poderia receber mais em uma nova aposentadoria. &lt;p&gt;Com a desaposentação, a ideia é que o segurado possa renunciar à primeira aposentadoria para que seja feito um cálculo, somando-se o valor acumulado com as novas contribuições recolhidas para o INSS. &lt;p&gt;O advogado especialista em direito previdenciário, Theodoro Vicente Agostinho explica que a desaposentação surgiu após a extinção da possibilidade do segurado receber esses valores que ele contribuiu depois de se aposentar. “&lt;em&gt;Antes existia o pecúlio, que consistia na devolução de um percentual das contribuições. Mas, ele foi extinto em 1994&lt;/em&gt;”, aponta.&amp;nbsp; &lt;p&gt;Além do STF decidir se é possível uma pessoa desaposentar e conseguir novamente o benefício com outro cálculo, os ministros também terão que decidir se o segurado terá que devolver os valores já recebidos do INSS. “&lt;em&gt;É uma nova conta de aposentadoria&lt;/em&gt;”, diz. &lt;p&gt;Para Agostinho, a maior dúvida recai sobre o período em que a pessoa trabalhou e, ao mesmo tempo, contribuiu com o INSS. “&lt;em&gt;Eles deverão decidir também quanto o segurado teria que devolver, caso conseguisse a desaposentação&lt;/em&gt;”, alerta.&amp;nbsp; &lt;p&gt;Caso o Supremo permita a desaposentação no julgamento do recurso Extraordinário 630.501, o INSS deverá fazer a regulamentação de como esses valores seriam devolvidos.&amp;nbsp;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-359718483167356062?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/359718483167356062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/desaposentacao-volta-pauta-do-plenario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/359718483167356062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/359718483167356062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/desaposentacao-volta-pauta-do-plenario.html' title='Desaposentação volta à pauta do plenário do STF'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-4277405369064584440</id><published>2011-09-14T05:43:00.001-07:00</published><updated>2011-09-14T05:43:41.234-07:00</updated><title type='text'>CNJ anuncia a padronização das custas processuais</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_ppf3z60DE_E/TLZlu-O47BI/AAAAAAAAAhA/8J4kLl0jRKo/s400/imagesCAV5QZ6I.jpg" width="276" height="203"&gt; &lt;p&gt;Uma das principais metas do Conselho Nacional de Justiça, ainda este ano, é estabelecer parâmetros para padronizar o valor das custas processuais no País. Estudo feito pelo órgão, em julho de 2010, revelou discrepâncias na cobrança dessas despesas nos 27 Estados brasileiros. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;"&lt;em&gt;Não é possível o ajuizamento de uma ação variar de R$ 2 mil a R$ 100 mil, dependendo do Estado. O alto valor das custas judiciais em determinados Estados brasileiros torna letra morta o acesso à Justiça&lt;/em&gt;," afirmou o catarinense Jefferson Kravchychyn, conselheiro do CNJ e coordenador do grupo de trabalho criado no âmbito da comissão de eficiência operacional e gestão de pessoas do CNJ para tratar do tema.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O estabelecimento de valores máximos e mínimos das custas foi uma das questões discutidas durante a última reunião da comissão. No total, o CNJ já promoveu sete reuniões com representantes do Judiciário e segmentos da sociedade para tratar do assunto. Entre as disparidades de valores constatadas pelo estudo do Departamento de Pesquisas Judiciárias do CNJ, está o fato de que, nos Estados com menores IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e renda per capita, os custos processuais estão entre os mais altos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A próxima reunião do grupo de trabalho está marcada para o próximo dia 20, na sede do Conselho.&lt;br&gt;A expectativa é de que seja concluído o texto da proposta de alteração legislativa que o grupo pretende enviar aos 27 tribunais para análise. Se aprovado, o projeto será levado ao plenário do CNJ e, posteriormente, ao STF, que deverá incluílo no chamado Pacto Republicano.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O grupo de trabalho que debate o tema é composto por conselheiros e juízes auxiliares do CNJ, magistrados e servidores dos tribunais, bem como representantes da OAB, Ministério Público e Defensoria Pública.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: CNJ&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-4277405369064584440?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/4277405369064584440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/cnj-anuncia-padronizacao-das-custas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4277405369064584440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/4277405369064584440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/cnj-anuncia-padronizacao-das-custas.html' title='CNJ anuncia a padronização das custas processuais'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ppf3z60DE_E/TLZlu-O47BI/AAAAAAAAAhA/8J4kLl0jRKo/s72-c/imagesCAV5QZ6I.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-932480879935339456</id><published>2011-09-13T03:00:00.000-07:00</published><updated>2011-09-13T06:04:39.143-07:00</updated><title type='text'>Motorista é condenado criminalmente por tentativa de suborno</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://oqueseraquemeda.files.wordpress.com/2011/01/corrupc3a7c3a3o.gif"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Foi oferecido ao guarda de trânsito, que lhe havia multado, R$ 10 para "tomar um refrigerante".&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O motorista foi condenado por tentar subornar, em R$ 10, guarda de trânsito que havia lhe notificado. O veículo trafegava com película fora dos padrões permitidos no município de Gaspar (SC). &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O motorista foi condenado a pagar, além da multa aplicada pelo guarda, um salário mínimo. A decisão foi estabelecida pela 1ª Câmara Criminal do TJSC, que reformou parcialmente a sentença da 3ª Vara de Gaspar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Consta nos autos que o réu transitava com o veículo GM/Vectra em 2006, quando foi abordado por um guarda municipal. Para que fosse omitida a notificação, Luiz ofereceu dinheiro para o agente "&lt;em&gt;tomar um refrigerante&lt;/em&gt;". &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo a defesa, Luiz teria se enganado ao entregar seus documentos, momento no qual a cédula de R$ 10 teria sido oferecida. A condenação, portanto, teria se baseado apenas no depoimento dos guardas, cujo teor apresentaria contradições. Condenado em primeiro grau, o réu apelou ao TJSC.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O desembargador Newton Varella Júnior afirmou que "&lt;em&gt;As evidências das declarações dos guardas municipais, sem qualquer motivo para incriminar falsamente o apelante no intuito de prejudicá-lo, são suficientes à caracterização do crime de corrupção ativa, de modo que o pleito absolutório se mostra inadequado&lt;/em&gt;". &lt;/p&gt; &lt;p&gt;No acórdão, também foi ressaltada a irrelevância da possível aceitação da oferta pelo servidor público, o que não ocorreu no caso em apreço. A reforma da sentença de primeira instância se deu apenas para reduzir a prestação pecuniária, que passou de dois para um salário mínimo. A decisão da câmara foi unânime. &lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; Apelação Criminal n. 2011.001277-9&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;Fonte: TJSC&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-932480879935339456?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/932480879935339456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/motoriata-e-condenado-criminalmente-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/932480879935339456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/932480879935339456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/motoriata-e-condenado-criminalmente-por.html' title='Motorista é condenado criminalmente por tentativa de suborno'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-7691175495012122292</id><published>2011-09-12T03:09:00.000-07:00</published><updated>2011-09-12T03:09:00.927-07:00</updated><title type='text'>Não cabe ao STF julgar ação entre estado estrangeiro e município</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://buystuffsonline.com/images/Paraguay_map.png" width="279" height="303"&gt; &lt;p&gt;Não cabe originariamente ao Supremo Tribunal Federal (STF) julgar um litígio entre um Estado estrangeiro e um Município brasileiro. Esse é o entendimento do Ministro Celso de Mello, decano da Suprema Corte, ao analisar a Reclamação (Rcl nº 10.920) ajuizada pelo Governo do Paraguai contra decisões judiciais que beneficiaram o Município de Foz do Iguaçu, no Paraná. &lt;p&gt;Na reclamação, o governo paraguaio pede para ser reconhecido como parte interessada em seis ações judiciais envolvendo a cobrança de impostos a empresas prestadoras de serviço à Usina de Itaipu, alegando ofensa à sua soberania, por se tratar de uma empresa binacional. &lt;p&gt;Ao analisar o pedido, inicialmente, o ministro observou que das seis ações tributárias em tramitação nas esferas judiciárias reclamadas, em apenas quatro delas o Município de Foz do Iguaçu “figura como única entidade política da Federação brasileira a integrar a relação processual instaurada em cada uma daquelas demandas judiciais”. &lt;p&gt;Em caráter preliminar, o Ministro Celso de Mello ponderou que o governo paraguaio submeteu-se voluntariamente à jurisdição do Supremo Tribunal Federal, “o que permite afastar, no presente caso, o exame da delicada questão pertinente à imunidade de jurisdição dos Estados soberanos”, afirmou o ministro em sua decisão. &lt;p&gt;Assim, na avaliação do ministro, não há previsão no artigo 102, I, &lt;em&gt;e&lt;/em&gt; da Constituição Federal quanto à competência para julgar o litígio entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e Município brasileiro, mas somente contra a União, Estado, Distrito Federal ou território.  &lt;p&gt;Segundo o Ministro Celso de Mello, no caso de disputa judicial entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e Município brasileiro, a competência para julgar cabe è Justiça Federal de primeira instância, conforme estabelece o artigo 109, inciso II, da Constituição Federal. &lt;p&gt;Ao lembrar jurisprudência da Corte, o ministro afirmou que "o Supremo Tribunal Federal tem advertido não se incluir, em sua competência, o poder para julgar, em sede originária, litígios que, envolvendo Municípios, não se ajustarem à previsão constante do art. 102, I, &lt;em&gt;e&lt;/em&gt;, da Constituição". &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Liminar&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;Depois de constatar que o STF não tem competência originária para julgar reclamação contra decisões proferidas por outras instâncias, em quatro das seis ações tributárias envolvendo Itaipu, o ministro passou a analisar o pedido de liminar das duas ações remanescentes. &lt;p&gt;O ministro explicou que os dois casos, referentes a apelações cíveis em tramitação no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, já chegaram à Suprema Corte. O primeiro deles referente ao RE nº 637.300, sob a relatoria do próprio Ministro Celso de Mello e que não foi conhecido. O segundo caso trata de decisão contestada também por meio de recurso extraordinário, que teve seguimento negado na origem e com agravo de instrumento desprovido pelo Supremo. “Sendo assim, e em face das razões expostas, indefiro o pedido de medida cautelar”, decidiu o ministro. &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/noticiaNoticiaStf/anexo/Rcl10920.pdf"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Leia a íntegra da decisão&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;.&lt;/b&gt; &lt;p&gt;Fonte: &lt;b&gt;STF&lt;/b&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-7691175495012122292?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/7691175495012122292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/nao-cabe-ao-stf-julgar-acao-entre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/7691175495012122292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/7691175495012122292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/nao-cabe-ao-stf-julgar-acao-entre.html' title='Não cabe ao STF julgar ação entre estado estrangeiro e município'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-8845771116853949377</id><published>2011-09-09T05:49:00.001-07:00</published><updated>2011-09-09T05:49:58.440-07:00</updated><title type='text'>Afastada condenação do Mercado Livre.com</title><content type='html'>&lt;h4 align="center"&gt;&lt;img src="http://cdn1.mundodastribos.com/wp-admin/uploads/2011/05/tablets-mercado-livre-300x232.jpg"&gt;&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do TJDFT modificou decisão do 1º Juizado Cível de Brasília, por entender que não é cabível indenização por parte de empresa de comércio eletrônico, quando o consumidor descumpre normas expressas no site.  &lt;p&gt;A decisão foi unânime.  &lt;p&gt;A autora ingressou com ação ao se sentir prejudicada diante de transação comercial efetivada no site Mercado Livre, uma vez que, após prévia combinação de venda com o interessado, despachou o produto negociado, sem, no entanto, receber o valor ajustado. Na ação original, o Mercado Livre foi condenado a pagar R$1.950,00 à autora, a título de dano material, sob o fundamento de que a empresa assume posição de garantidora dos negócios realizados através de seu sítio eletrônico.  &lt;p&gt;A empresa recorreu, argumentando que não pode ser responsabilizada pelo efetivo cumprimento das obrigações assumidas pelos usuários, pelo simples fato de não ter qualquer ingerência sobre as negociações tratadas por estes; que não recebeu o dinheiro da parte autora, não havendo nexo de causalidade entre sua conduta e o suposto dano; e que a autora não seguiu as normas amplamente divulgadas de utilização do Mercado Pago.  &lt;p&gt;De fato, não obstante ter recebido e-mail (fraudulento) de confirmação do pagamento, restou demonstrado que a autora não agiu conforme as normas divulgadas pelo site da recorrente, uma vez que não confirmou em sua conta gráfica do MercadoPago o efetivo depósito do preço, como determinado nas regras explicativas do Mercado Livre para as transações via internet.  &lt;p&gt;O Colegiado da 1ª Turma Recursal ensina que o artigo 14, §3º, inciso II, do Código de Defesa do Consumidor, exime o fornecedor de serviços da responsabilidade de reparar os danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços quando houver culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro. Uma vez constatada negligência da consumidora, que deixou de observar os procedimentos de segurança impostos a todos os usuários anunciantes do site, afastou-se, assim, a responsabilidade da empresa ré.  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Processo:&lt;/strong&gt; 20100111466613ACJ &lt;p&gt;Fonte: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-8845771116853949377?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/8845771116853949377/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/afastada-condenacao-do-mercado-livrecom.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8845771116853949377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/8845771116853949377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/afastada-condenacao-do-mercado-livrecom.html' title='Afastada condenação do Mercado Livre.com'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-6748153151016715705</id><published>2011-09-08T05:58:00.001-07:00</published><updated>2011-09-08T05:58:37.413-07:00</updated><title type='text'>Tribunal de Justiça conta agora com Ouvidoria-Geral</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://4.bp.blogspot.com/__3WPSKmpAok/S3GSHxQt72I/AAAAAAAAAqo/XNANdTv3XTQ/s400/ouvidoria.jpg" width="340" height="285"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Tribunal de Justiça do Paraná instala sua Ouvidoria-Geral. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A medida atende a Resolução 103 do Conselho Nacional de Justiça. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Ouvidoria vai esclarecer dúvidas sobre o funcionamento do TJ, receber e encaminhar reclamações por abusos, erros e omissões das autoridades judiciárias, seus auxiliares, servidores do foro judicial, agentes delegados do foro extrajudicial e funcionários da Justiça. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os magistrados que exercerão as funções de juiz ouvidor e juiz ouvidor substituto são Antonio Franco Ferreira da Costa Neto e Vânia Maria da Silva Kramer, respectivamente. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O contato com a Ouvidoria poderá ser feito pelos telefones (41) 3200-2084, 3200- 3130 e 3200-2221; por carta para o endereço Praça Nossa Senhora da Salete s/nº, 10º andar, Centro Cívico, Curitiba, Paraná, CEP 80530-912; e pessoalmente no 10º andar do Edifício Anexo, das 12 às 18h. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;As reclamações por carta devem ter nome, endereço, profissão, cópia do documento de identidade e telefone do denunciante, a descrição resumida dos fatos, a indicação da irregularidade e quem a cometeu.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;Fonte: TJ-PR&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-6748153151016715705?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/6748153151016715705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/tribunal-de-justica-conta-agora-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/6748153151016715705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/6748153151016715705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/tribunal-de-justica-conta-agora-com.html' title='Tribunal de Justiça conta agora com Ouvidoria-Geral'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/__3WPSKmpAok/S3GSHxQt72I/AAAAAAAAAqo/XNANdTv3XTQ/s72-c/ouvidoria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-2018590954783778645</id><published>2011-09-06T06:21:00.001-07:00</published><updated>2011-09-06T06:21:19.862-07:00</updated><title type='text'>Dois oficiais de justiça condenados por receberem vantagens indevidas</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://www.novoastralpresentes.com.br/loja01/imagens/oficial-de-justi%C3%A7a.jpg" width="196" height="256"&gt; &lt;p&gt;Dois oficiais de justiça da Comarca de Alto Araguaia (MT - 479km a sul da Cuiabá) foram condenados a três anos de prisão e perda do cargo público por cobrarem ilegalmente para realizar o cumprimento de alvarás de solturas. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A decisão é da juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, que substituiu a pena privativa de liberdade pelo pagamento de multa e prestação de serviços à comunidade. Mas os dois servidores perdem os cargos públicos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Conforme denúncia do Ministério Público, os acusados João Batista de Morais e José Carlos Coelho aproveitaram do cargo público para solicitarem e receberem vantagem indevida. Consta dos autos que em julho de 2009 o Tribunal de Justiça de Mato Grosso expediu três alvarás de solturas, sendo dois deles para beneficiar um réu preso no Quartel de Alto Araguaia. O terceiro documento era destinado a um detento da Cadeia Pública de Alto Garças. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;De posse dos alvarás, os oficiais de justiça procuraram familiares do primeiro réu para pedir a quantia de R$ 1 mil, alegando ser necessário o recebimento para que pudessem cumprir o alvará de soltura. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A quantia serviria para custear as despesas de locomoção até Alto Garças, onde o acusado estava preso. A dupla foi ainda ao Quartel da Polícia Militar de Alto Araguaia, onde estava preso o segundo réu, e o avisaram que o documento de soltura havia sido expedido e que ele deveria pagar R$ 1 mil para custear as despesas de locomoção em razão de que haviam retirado o alvará da Comarca de Alto Taquari. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os advogados de defesa dos acusados pediram anulação do processo e arquivamento, alegando que a denúncia deveria ser julgada improcedente, uma vez que o processo teria sido alicerçado em meras presunções. A defesa apontou ainda que a denúncia teria sido recebida sem prévia oitiva de um dos acusados. Porém, na decisão a juíza destacou que a materialidade delitiva ficou demonstrada nos documentos do processo e nos depoimentos das testemunhas. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A sentença descreve que “&lt;em&gt;a autoria do crime de corrupção passiva imputado aos respectivos acusados encontra devidamente demonstrada, uma vez que as provas colhidas durante a instrução processual lhes são desfavoráveis, estando em harmonia com o todo apurado no procedimento de investigação criminal levado a efeito pelo órgão ministerial, de modo que a condenação é medida de justiça&lt;/em&gt;”. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Além dos depoimentos de testemunhas que confirmam a cobrança de valores para cumprimento de alvarás de soltura, houve quebra de sigilo bancário dos acusados. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Documentos demonstram o depósito e a transferência de valores ocorrida em decorrência da atividade ilícita realizada pelos servidores públicos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para a juíza, a culpabilidade dos acusados é clara. A magistrada lembrou ainda que os oficiais de justiça já respondem a outros processos. Assim, estabeleceu pena de três anos e 50 dias-multa e pagamento das despesas e custas processuais. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A pena privativa de liberdade foi substituída por duas penas restritiva de direitos: multa de R$ 1 mil, a ser destinada ao Conselho da Comunidade da comarca, e prestação de serviços a comunidade por uma hora por dia de condenação. Tais serviços serão especificados em audiência admonitória futura. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quanto à perda do cargo público, a magistrada se baseou no disposto no artigo 92, I, alínea “a”, do Código Penal Brasileiro. &lt;em&gt;“Eis que se enquadram no conceito de funcionário público previsto no art. 327 do mesmo codex, bem assim porque praticaram o delito de corrupção passiva no exercício das funções de oficiais de justiça&lt;/em&gt;". &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O julgado conclui que "&lt;em&gt;pela extensão de sua gravidade, torna-se absolutamente incompatível a permanência dos agentes na função pública&lt;/em&gt;”. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Cabe recurso de apelação. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Proc. nº 27231&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fonte: TJMT&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-2018590954783778645?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/2018590954783778645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/dois-oficiais-de-justica-condenados-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2018590954783778645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/2018590954783778645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/dois-oficiais-de-justica-condenados-por.html' title='Dois oficiais de justiça condenados por receberem vantagens indevidas'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-665641384620765892</id><published>2011-09-05T06:34:00.001-07:00</published><updated>2011-09-05T06:34:35.491-07:00</updated><title type='text'>Cinco propostas da reforma política estão na pauta do plenário do Senado</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://www.brasil-turismo.com/imagens/plenario-senado.jpg" width="468" height="229"&gt; &lt;p&gt;O plenário do Senado vai votar cinco proposições apresentadas pela Comissão da Reforma Política. Sendo quatro PECs (Propostas de Emenda à Constituição) e um projeto de lei. Estão com tramitação mais adiantada as PECs 37/2011, que reduz de dois para um o número de suplentes de senador; 38/2011, que muda a data de posse de chefes do Executivo; e 42/2011, estabelecendo que mudança no sistema eleitoral deve ser precedida de referendo. &lt;p&gt;A proposta que altera o sistema eleitoral estabelecendo o voto proporcional com lista fechada para a Câmara dos Deputados (PEC 43/2011) também aguarda inclusão na ordem do dia. A proposta enfrentou muita resistência na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), que rejeitou substitutivo do relator, Romero Jucá (PMDB-RR), propondo o sistema majoritário, o chamado "distritão". A proposta foi enviada ao Plenário devido a recurso apresentado à Mesa. &lt;p&gt;Também está na pauta do Plenário o PLS 266/2011, que trata de fidelidade partidária. O texto aprovado na CCJ limita como justificativa para que um parlamentar possa deixar o partido sem perder o mandato a incorporação ou fusão de legendas; mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; e grave discriminação pessoal. De acordo com o texto aprovado, no entanto, perderá o mandato o parlamentar que deixar seu partido para ingressar em nova legenda. &lt;p&gt;O projeto foi votado em decisão terminativa na CCJ, mas foi enviado a Plenário devido a recurso nesse sentido. Já em Plenário, o projeto recebeu emenda do senador Sérgio Petecão (PMN-AC), recolocando a criação de partido na lista de causas justas para a mudança de legenda, sem perda de mandato. Antes da decisão final em Plenário, a emenda será votada na CCJ. &lt;p&gt;As propostas da reforma política estão entre as matérias prioritárias para votação no Senado, conforme manifestações do presidente da Casa, José Sarney. &lt;p&gt;Também voltou à CCJ a PEC 40/2011, que restringe as coligações apenas às eleições majoritárias. Aprovada em junho na comissão e enviada a Plenário, a proposta foi apensada a outra (PEC 29/2007), que trata do mesmo assunto. Agora, as duas matérias estão na agenda da CCJ e o relator, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), apresentou voto pela aprovação da proposta de 2011 e rejeição da outra. Já o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) apresentou voto em separado pela rejeição de ambas. &lt;p&gt;Fonte: Agência Senado&amp;nbsp;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-665641384620765892?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/665641384620765892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/cinco-propostas-da-reforma-politica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/665641384620765892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/665641384620765892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/cinco-propostas-da-reforma-politica.html' title='Cinco propostas da reforma política estão na pauta do plenário do Senado'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-576025635534959799</id><published>2011-09-02T05:57:00.001-07:00</published><updated>2011-09-02T06:01:22.539-07:00</updated><title type='text'>1º Júri digital do país acontece em Campo Grande – MS nesta sexta-feira</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-FEjgqOHE7Cs/TmDSrDdH3hI/AAAAAAAAA0M/ecSJabNtF64/s1600-h/juri2%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="juri2" border="0" alt="juri2" src="http://lh4.ggpht.com/-M7KiGlf1Bko/TmDSsqnR3yI/AAAAAAAAA0Q/yCubyWr1qLc/juri2_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="288" height="249"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;Nesta sexta-feira (2/8), a partir das 8 horas, a 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande realizará o primeiro júri totalmente digitalizado. A substituição gradativa de processos físicos pelos digitais é uma realidade no judiciário sul-mato-grossense e já está presente em 21 comarcas do Estado. Agora, o TJ (Tribunal de Justiça) dá mais um passo à frente dos demais estados da federação, digitalizando também as sessões do júri. &lt;p&gt;Segundo o juiz titular da vara, Aluizio Pereira dos Santos, “&lt;em&gt;todos os cuidados estão sendo tomados, porquanto a questão passa a ser delicada na medida em que a sessão tem rito processual rigoroso a ser seguido, envolve jurados leigos, que no mais das vezes não tem habilidade com a informatização e, ainda, pode ocorrer de o promotor ou o advogado de defesa não possuírem as ferramentas necessárias para o acompanhamento das referidas sessões, o que difere substancialmente da simples digitalização do processo feita no cartório&lt;/em&gt;”. &lt;p&gt;O juiz acrescenta que o maior desafio é encontrar alternativas para o caso de alguma falha de tecnologia durante o julgamento. Disse também que não deixará “&lt;em&gt;frestas para que acusados de crimes hediondos, como por exemplo homicídios qualificados, que se encontram presos entrem com Habeas Corpus objetivando a liberdade alegando deficiência do sistema&lt;/em&gt;”. &lt;p&gt;“&lt;em&gt;Para a medida ter sucesso e não ocorrer vícios a ponto das partes arguirem nulidades&lt;/em&gt;”, concluiu o juiz, todas as peças processuais estão sendo digitalizadas e será colocado à disposição dos jurados e partes no plenário, um notebook, um projetor e um data show, permitindo que todos conheçam, com a mesma amplitude, todas as provas. &lt;p&gt;Para o presidente da Comissão de Advogados Criminalistas da OAB/MS, Luiz Carlos Saldanha Rodrigues Junior, a digitalização das sessões do Júri será um avanço e trará economia de recursos. Saldanha defende que o processo digital é hoje o futuro e a classe de advogados criminalistas não vê nenhum óbice à adoção da tecnologia para a realização das sessões de julgamento, uma vez que não há nenhuma violação dos direitos constitucionais do réu. &lt;p&gt;Segundo a assessoria de imprensa da OAB/MS, a instituição tem hoje mais de 9.700 advogados inscritos e 42% deles já possuem certificado digital, assumindo a 2º posição nacional, atrás apenas do Estado do Paraná. &lt;p&gt;O juiz auxiliar da vice-presidência do TJ-MS, Carlos Alberto Garcete, mantém contato regular com juízes presidentes de tribunais do júri das capitais brasileiras e a informação que possui é que as duas Varas do Tribunal do Júri de Campo Grande são pioneiras nos processos digitais. &lt;p&gt;“&lt;em&gt;Não há varas especializadas em tribunal do júri que, atualmente, sejam digitalizadas no Brasil. Por isso, Mato Grosso do Sul sai na vanguarda” pontuou Garcete. O processo digital é muito mais vantajoso porque irá contribuir para o impulsionamento dos processos em tempo mais reduzido, na medida em que as movimentações são todas virtuais. As partes (Ministério Público e Defesa) manifestam-se nos processos de maneira quase simultânea&lt;/em&gt;”, afirmou. &lt;p&gt;O juiz finaliza explicando que “&lt;em&gt;no plenário do tribunal do júri, por meio da disponibilização do processo virtual por um notebook, os jurados poderão acessar diretamente a página do processo a que os oradores estejam mencionando, sem a necessidade de buscá-la em processo que, muitas vezes, contém vários volumes. A sentença, por sua vez, é lançada imediatamente no SAJ (Sistema de Automação da Justiça), tornando-a pública a partir da leitura de seu teor em plenário&lt;/em&gt;”. &lt;p&gt;Fonte: TJMS   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-576025635534959799?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/576025635534959799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/1-juri-digital-do-pais-acontece-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/576025635534959799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/576025635534959799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/1-juri-digital-do-pais-acontece-em.html' title='1º Júri digital do país acontece em Campo Grande – MS nesta sexta-feira'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-M7KiGlf1Bko/TmDSsqnR3yI/AAAAAAAAA0Q/yCubyWr1qLc/s72-c/juri2_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9212966150440715834.post-1902002739761753771</id><published>2011-09-01T03:38:00.000-07:00</published><updated>2011-09-01T03:38:00.431-07:00</updated><title type='text'>Empresa pagará R$ 50 mil por prática de lide simulada</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://www.prt4.mpt.gov.br/pastas/publicacoes/imagens/lide_simul_miolo.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.prt4.mpt.gov.br/pastas/publicacoes/imagens/lide_simul_miolo.jpg" width="377" height="271"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;font size="1"&gt;Clique na imagem par ampliar&lt;/font&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;Cinquenta mil reais. Foi esse o valor estipulado pela Primeira Turma do Tribunal Superior (TST) ao condenar a Alumtek Laminação de Alumínio Ltda. por conduta antijurídica (contrária ao Direito). Para a Turma, a empresa utilizou o Poder Judiciário como mecanismo para fraudar direitos trabalhistas. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O artifício chama-se “lide simulada”, ou seja, não há conflito, as partes usam a justiça do trabalho para poder dar aparência de legalidade para uma situação que não é legal, sem que haja mais discussões a respeito. As empresas, em vez de rescindir o contrato, pagar o aviso prévio etc., cumprindo assim os requisitos do Art. 477 da CLT (que trata de rescisão contratual), deixam que os trabalhadores, dispensados sem justa causa, reclamem seus direitos na justiça. Assim, em lide simulada, o trabalhador acaba por aceitar um acordo rescisório em valor menor do que receberia em uma lide normal, e a empresa acaba beneficiada. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Ministério Público do Trabalho da 24ª Região (MS) entrou com Recurso Ordinário no Tribunal Regional do Trabalho visando condenar a empresa a não mais usar a justiça como órgão homologador de acordos, após comprovar que de fevereiro a agosto de 2005 a empresa coagiu moralmente cinco dos seus ex-empregados ao dispensá-los sem justa causa, incentivando-os a intentarem ação trabalhista para recebimento das parcelas rescisórias. O órgão também requereu a condenação da empresa ao pagamento de indenização por dano moral coletivo. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Tribunal sul-mato-grossense deu provimento ao recurso quanto à obrigação de a Alumtek não mais utilizar a Justiça do Trabalho como órgão homologatório de rescisão contratual, mediante lide simulada, sob pena de multa. Mas entendeu que não houve dano moral coletivo, porque se tratava de direitos individuais homogêneos, já que foram poucos trabalhadores, os quais “poderiam buscar os meios legais disponíveis para satisfação individualmente”, não representando, portanto, interesse coletivo. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O MPT recorreu ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) buscando a reforma da decisão quanto ao dano moral coletivo. O ministro Walmir Oliveira da Costa, relator do processo no TST, divergiu do entendimento regional ao dizer que o fato de serem direitos individuais homogêneos não impede a caracterização do dano moral coletivo, e a gravidade da ilicitude dá ensejo à indenização por dano moral coletivo, pois atinge o patrimônio moral da coletividade. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em seu voto, Walmir Oliveira da Costa ressaltou que a simulação de lides perante a Justiça do Trabalho, com objetivo exclusivo de quitar verbas rescisórias, afronta as disposições do art. 477 da CLT. Mais: que a conduta, além de lesar a dignidade do trabalhador individualmente, atenta, em última análise, contra a dignidade da própria justiça, mancha a credibilidade do Poder Judiciário e atinge toda a sociedade. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O valor da indenização será revertido ao Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TST - Tribunal Superior do Trabalho&lt;/strong&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9212966150440715834-1902002739761753771?l=www.aquiagoradireito.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.aquiagoradireito.net/feeds/1902002739761753771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/empresa-pagara-r-50-mil-por-pratica-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/1902002739761753771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9212966150440715834/posts/default/1902002739761753771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aquiagoradireito.net/2011/09/empresa-pagara-r-50-mil-por-pratica-de.html' title='Empresa pagará R$ 50 mil por prática de lide simulada'/><author><name>__________________</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00018036077761516020</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_cywIiwOepNY/TC4icjDwCjI/AAAAAAAAAAw/_MH4iXZCW-w/S220/FlavioOAB.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
